Giovani é paulista de nascimento, mas amapaense de coração, foi professor em aldeia indígena por 8 anos, e com o prêmio de R$300 mil vai ajudar sua mãe a investir em seu sonho: criar um Instituto ou Centro Cultural para atender a população indígena de Mato Grosso do Sul.
“Eu me tornei o professor que sou graças a minha mãe, aos meus professores, e aos índios, que têm muito a nos ensinar. Quando me dispus a trabalhar com eles foi em prol de deixar um legado para esse mundo em que vivemos”, disse o professor.
Em 2001, quando lecionou para os índios, foi eleito o melhor professor do Brasil, ganhando o título de Educador Nota 10.
Luciano Huck perguntou sobre a vida pessoal de Giovani, e o professor respondeu: “[Sou] solteiro, não tive filhos, mas criei meu sobrinho, João Pedro. Fui muito jovem morar numa aldeia indígena, então que as possibilidade de casamento foram reduzidas. Foi uma escolha”.
“Provavelmente não terei filhos, então espero deixar nos meus alunos e nas pessoas com quem convivo, esse legado. Como uma chama mesmo. O desejo de nos transformarmos todos pela educação” completou o professor.
Assertivo em suas respostas Giovani chegou até a pergunta de número 13, que valia R$ 300 mil, e usou uma ajuda ligando para um sobrinho. Assim, ele acerta a resposta.
Ao chegar na pergunta de número 14, que valia R$500 mil o professor decidiu parar por não saber a resposta.
Giovani levou para casa o maior prêmio da história do Quem Quer Ser Um Milionário.

