Segundo a Receita, a operação buscou combater contrabando, pirataria, sonegação e descaminho.
O auditor-fiscal Daniel Silva, informou que R$ 250 mil dos produtos apreendidos eram de óticas e R$ 80 mil de eletrônicos e vestuário, cada.
Entre as 25 empresas autuadas, 12 eram do ramo de óticas, 11 eram de eletrônicos e 2 eram de vestuário.
“Já estávamos em investigação há 2 meses. Catalogamos 50 empresas e investigamos mais de 10 mil notas entre documentos de entrada e saída. Somente a planilha que construímos possuía mais de 14 mil linhas, contendo informações para apuração”, disse o auditor.
Foram apreendidos mais de 90 celulares, além de produtos sem nota fiscal ou pirateadas, pacotes que diziam conter pulseiras de plástico, quando, na verdade, eram vários smartwatches.
Alguns estabelecimentos autuados possuíam o mesmo nome fantasia, com CNPJs diferentes.
A operação Hórus, que faz referência ao deus egípcio que tem o olho que tudo vê.

