Durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Ministério da Saúde descartou 999,7 mil canetas de insulina de ação rápida.
Utilizados no controle do diabetes, os insumos perderam a validade entre os meses de setembro de 2020 a junho de 2021. Os produtos inutilizados podem chegar ao custo de quase R$ 15 milhões.
Em nota, o Ministério da Saúde, sob a gestão de Nísia Trindade, informou que “o atual cenário de desperdício de medicamentos, vacinas e outros insumos de saúde reflete o descaso do governo anterior, que negou à equipe de transição informações sobre estoques e validade desses produtos”.
A CNN entrou em contato com o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga e aguarda retorno.
Segundo o Ministério, a atual gestão trabalha na adequação dos estoques e no aprimoramento do planejamento e estratégia de distribuição com o objetivo de evitar novos desperdícios (veja a íntegra da nota abaixo).
Íntegra da nota do Ministério da Saúde
O atual cenário de desperdício de medicamentos, vacinas e outros insumos de saúde reflete o descaso do governo anterior, que negou à equipe de transição informações sobre estoques e validade desses produtos.
Assim, desde que assumiu, a atual gestão do Ministério da Saúde trabalha na adequação dos estoques e no aprimoramento do planejamento e estratégia de distribuição. Há ainda a busca de uma solução pactuada com os conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde com o objetivo de evitar novos desperdícios.
O esforço para utilização e distribuição dos insumos de saúde, representa um ato de respeito e responsabilidade com o povo brasileiro.
Com informações da CNN

