O rito de posse teve início com a execução do Hino Nacional. Em seguida, o senador reeleito Otto Alencar (PSD) foi designado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para fazer o juramento.
- Alan Rick (União Brasil-AC)
- Renan Filho (MDB-AL)
- Omar Aziz (PSD-AM)
- Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
- Otto Alencar (PSD-BA)
- Camilo Santana (PT-CE)
- Damares Alves (Republicanos-DF)
- Magno Malta (PL-ES)
- Wilder Morais (PL-GO)
- Flávio Dino (PSB-MA)
- Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG)
- Tereza Cristina (PP-MS)
- Wellington Fagundes (PL-MT)
- Beto Faro (PT-PA)
- Efraim Filho (União Brasil-PB)
- Teresa Leitão (PT-PE)
- Wellington Dias (PT-PI)
- Sergio Moro (União Brasil-PR)
- Romário (PL-RJ)
- Rogério Marinho (PL-RN)
- Jaime Bagattoli (PL-RO)
- Hiran Gonçalves (PP-RR)
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
- Jorge Seif (PL-SC)
- Laércio (PP-SE)
- Marcos Pontes (PL-SP)
- Professora Dorinha (União Brasil-TO)
O rito de posse foi marcado por um plenário cheio. Entre os presentes, estavam a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, aliados do ex-governo, como por exemplo, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e o ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Guimarães foi afastado do cargo após a investigação de suspeita de assédio contra funcionárias do órgão.
Além do ato simbólico, para mostrar o apoio que o ex-presidente Jair Bolsonaro possui na Casa Alta, os simpatizantes pretendem dar maior peso a candidatura de Rogério Marinho à Presidência do Senado.
Com informações do Metrópoles

