O senador quer garantir que o Amapá também seja contemplado com doses da vacina.
Na segunda-feira (7), Dória anunciou que o programa estadual de vacinação contra a covid-19 terá início em 25 de janeiro. O estado usará a Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, mas que ainda não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O registro é pré-requisito para a aplicação de qualquer imunizante no Brasil.
Segundo o plano de vacinação para o estado de São Paulo, caso seja autorizada, a Coronavac será aplicada de forma gratuita inicialmente em profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos, indígenas e quilombolas, totalizando mais de 9 milhões de pessoas, que deverão receber duas doses cada.
De acordo com a assessoria da comissão mista da covid-19, a viagem não é uma atividade oficial do colegiado. Os congressistas foram convidados individualmente pelo governo do estado de São Paulo, sem que o convite fosse oficializado por meio da comissão.
Reino Unido
Nesta terça-feira (8), o Reino Unido iniciou a imunização da população contra o vírus com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Já o plano do governo brasileiro prevê a aplicação dos imunizantes já garantidos pelo Ministério da Saúde e Fiocruz/AstraZeneca, por meio da parceria Covax Facility. A previsão é vacinar, a partir de março, 13 milhões de brasileiros na primeira etapa.
Para Randolfe Rodrigues, o governo federal precisa garantir um plano que permita a imediata e ampla vacinação da população brasileira, inclusive viabilizando outros acordos que forneçam mais tipos de imunizantes.

