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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rogerio Reis Devisate > Triângulo amoroso e Guarda Cívica, nos motivos da proclamação
ColunistaRogerio Reis Devisate

Triângulo amoroso e Guarda Cívica, nos motivos da proclamação

Rogerio Reis Devisate
Ultima atualização: 7 de janeiro de 2023 às 23:11
Por Rogerio Reis Devisate 3 anos atrás
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Temos, mesmo, a imensa capacidade de encontrar novos modos de fazer a mesma coisa.
Singelo exemplo está na nossa capacidade de fazer as mesmas promessas de Ano Novo e de encontrar novas formas de boicotá-las.
Há semanas se fala sobre a pretensão de criação de Guarda Nacional, distinta do Exército e, teoricamente, deste concorrente. 
Não é novidade. Já tivemos algo parecido. Era outro tempo.
Dom Pedro II e a Monarquia caíram, em parte, pela manutenção da Guarda Cívica, que concorria com o Exército. 
Ocorre que, com a vitoriosa campanha na Guerra do Paraguai, o Exército não era mais o mesmo e se fortalecia e institucionalizava, naquele período.
Havia muitas contradições no período e novos movimentos estavam em busca de reconhecimento e poder. Interesses pessoais por vezes transpassam os institucionais.
A Proclamação da República é um dos episódios que contém um pouco de tudo, possuindo elementos extremamente curiosos.
De todos, destacaremos dois, um pela curiosidade extrema que até hoje desperta e outro pelos altaneiros valores que carrega, quando se pretende esvaziar instituição como o Exército.
Em primeiro lugar: a República foi proclamada por quem não era republicano!
O Marechal Deodoro da Fonseca era forte monarquista e amigo de Dom Pedro II. O fato é que, de início, os que estavam à frente do movimento instaurado não pretendiam chegar à derrubada do Imperador e da Monarquia e nem mesmo fundar a República.
Buscavam apenas a derrubada do Gabinete, chefiado pelo Visconde de Ouro Preto. 
Um dos motivos era a Questão Militar e a transferência de nomes para comandos distantes, o outro era a Guarda Cívica, queridinha daquele Gabinete, que diminuía o valor do Exército e fortalecia “a polícia da corte” (nas palavras do escritor Graciliano Ramos).
Ocorre que, na manhã de 15 de novembro de 1889, o Brasil vivia situação inexplicável: Deodoro já havia derrubado o Ministério, mas ainda não se proclamara a República. 
Naquelas horas, não tínhamos nada.
Não éramos Monarquia ou República (como explica Laurentino Gomes).
Dom Pedro II estava distante e Deodoro não estava mais ativo, pois estava em casa, adoecido e acamado – e talvez não chegasse vivo ao dia seguinte! Coisas do Brasil.
A cereja do bolo para que Deodoro vestisse a bandeira da Proclamação da República surgiu da inabilidade política do momento, quando se cogitou indicar o Senador Gaspar Silveira Martins para a formação do novo governo imperial. 
Será que ninguém se lembrou de que este era antigo desafeto e adversário pessoal do Marechal Deodoro?
No passado, ambos haviam se apaixonado pela mesma mulher: a Baronesa do Triunfo, de Rio Pardo, Rio Grande do Sul. 
As intenções e aventuras amorosas de Silveira Martins e Deodoro, em torno da mesma mulher, ganharam outra dimensão, na medida em que os destinos dos dois adversários se cruzaram ali, na Capital Imperial, no meio do movimento que culminou com a Proclamação.
Fato é que a notícia chegou ao velho Marechal Deodoro que, mesmo moribundo (nas palavras de Hélio Silva), teve forças e ânimo para sair do leito, montar a cavalo e seguir para o Palácio.
O enciumado Marechal Deodoro levantou-se do leito onde o seu corpo estava adoecido e achou forças para seguir da sua residência para rasgar os véus daquele momento, de tudo valendo para puxar o tapete de Silveira Martins, nem que, para isso, tivesse de romper com o regime e proclamar a República.
Foi o que ocorreu, como narra o historiador Hélio Silva, ao dizer que, ao chegar ao Palácio, “Deodoro tira o boné e, agitando-o, grita: “Viva a República!”
Logo depois a família Imperial foi levada ao navio, no qual embarcaria para a Europa.
Tudo rápido, simples, direto, sem firulas e sem participação popular – bem como tem ocorrido em certos episódios da nossa História.
Não houve morte, luta ou guerra civil. O único que quase chegou a perder a vida foi o Ministro da Marinha, Barão de Ladário, que foi ferido, mas teve a vida poupada, por ordem do Marechal Deodoro.
De tudo o que já se disse, pesquisou e escreveu a respeito, é inegável o poder do amor e do ciúme para motivar as pessoas. Poucos dão valor ao amor para mudar a História, mas esse sentimento, combinado com paixão, ciúme e traição, levaram também à Guerra de Tróia. Outro exemplo tivemos com a outrora católica Inglaterra, que se tornou protestante porque o então Rei Henrique VIII teve de romper com a Igreja e anular um casamento, para poder se casar com outra mulher, Ana Bolena, fundando, então, a Igreja Anglicana. 
Afastada a questão do triângulo amoroso daquela época, é crível que a ideia de se criar uma Guarda Nacional, paralela ao Exército e, quiçá, disputando espaço, verbas e soldos com este, possa interferir no processo de manutenção e defesa da Nação, junto com as demais Armas, nos moldes previstos na Constituição Federal de 1988, não sendo, decerto, distintas as figuras dessa cogitada contemporânea Guarda Nacional com a Guarda Cívica dos tempos do Brasil Império e que serviu também de motivação para que, à época, o Exército se apercebesse de que teria de resistir e romper com aquele movimento Imperial, para manter-se vivo e sólido.
Os detalhes fazem a diferença e desprezá-los pode significar não enxergar que pequena pedra possa originar avassaladora avalanche. Guarda do Imperador não é guarda da Nação e, hoje, é crível, nada republicana. Isso foi um dos motivos pelo qual militares se insurgiram contra a soberba imperial e proclamaram a República

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