Duas usinas de energia solar irão produzir cerca de 40% de todo o consumo da universidade.
O sistema vai fornecer energia para todo o Campus Marco Zero da instituição, reduzindo os gastos com a conta de energia.
“Esse sistema tem a configuração de sistema conectado a rede. Então é um sistema que não tem banco de bateria. Toda energia que está sendo produzida é ingestada diretamente na rede elétrica da concessionária. Então, pra que funcione é preciso que tenha energia da rede elétrica da concessionária. Se não tiver energia, o sistema deixa de injetar essa energia por questão de própria proteção e segurança do sistema”, detalhou o coordenador do projeto, Alan Ubaiara Brito.
A primeira usina deverá ficar pronta em março de 2021, e a segunda entre julho e agosto.
As duas usinas seriam suficientes para abastecer 500 unidades consumidores de 300 quilowatts-hora ao mês.
O investimento foi de cerca de R$ 5,4 milhões. Desses, 50% financiado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação e a outra metade por meio de emenda do Senador Lucas Barreto (PSD).
“Essas ações fazem parte do nosso programa de eficiência energética, de uso racional dessa energia e contribuir com essa discussão que é uma discussão que faz presente hoje no nosso meio e a universidade não pode ficar de fora. Então, essa é uma iniciativa voltada pra essas discussões de sustentabilidade”, finalizou o coordenador do projeto.
As duas usinas juntas totalizarão, 1.394 quilo-watt pico de potência instalada, diminuindo os custos no consumo da rede geral que hoje custam cerca de R$ 170 mil por mês com a conta de luz no Campus Marco Zero, o maior e principal da instituição.

