Em nota a unidade de saúde diz que atuou de maneira “correta e adequada” ao receber três pacientes com Covid-19 de Manaus.
“Tal decisão obedeceu ao clamor dos hospitais credenciados, que estavam com seus leitos lotados e sem capacidade de atender nenhum novo paciente em seus Pronto Atendimentos, aliado à falta de oxigênio amplamente noticiada pela mídia nacional e internacional, bem como a solicitação do Ministério Público e decisão judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas”, diz trecho da nota.
Ainda segundo a nota, as transferências são feitas através de transporte aéreo-médico (UTI Aérea), em aviões autorizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e “obedecendo a todos os protocolos médico-sanitários e de segurança”.
“Esses pacientes já estavam internados e em tratamento hospitalar, com as devidas Notificações Compulsórias para Covid-19, imediatamente realizadas pelos estabelecimentos que suspeitavam ou confirmaram o diagnóstico, no caso os hospitais de origem, onde se encontravam até o momento da transferência. […] Destacamos que todas as transferências ocorreram para hospitais devidamente credenciados à Operadora, não tendo sido ocupado nenhum leito da rede pública, e tendo como prioridade imediata salvar vidas”, afirmou a Unimed Fama.
A Unimed afirma ainda que as notificações evitam duplicidade de informações.

