Segundo a juíza Joenilda Lobato, a unidade registrou poucos novos requerimentos de guarda compartilhada pelas famílias, evidenciando o bom senso e entendimento dos pais durante a pandemia. “A Justiça do Amapá sempre incentivou a conciliação entre as partes, e ficamos contentes por observar que durante este contexto delicado, os pais conseguiram chegar a um consenso entre si, visando a proteção das crianças, uma vez que as informações davam conta que o vírus tinha como um de seus principais vetores o público infantil”, afirmou.
Ainda de acordo com a magistrada, apesar da baixa procura, a unidade deu andamento aos casos que já estavam em trâmite. Para isso, a 3ª Vara de Família, Órfãos e Sucessões da Comarca de Macapá tem realizado audiências por videoconferência com os familiares. “Os trabalhos na unidade mantiveram seu fluxo normal, apesar da baixa procura nesses casos, e conseguimos dar vazão às demandas utilizando a internet e tecnologia como aliadas, fazendo audiências e atendimentos por canais digitais, como WhatsApp e videoconferência”, concluiu.

