A ideia é que a parceria faça uso do serviço de inteligência das duas instituições para combater a criminalidade e desarticular facções criminosas existentes no Estado. As ações ilícitas em Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, e Laranjal do Jari, na divisa com o Estado do Pará, foram pontuadas pelos promotores Rodrigo Viana e Socorro Pelaes, com base nas experiências adquiridas no desempenho de suas funções nas citadas comarcas.
Andréa Guedes, coordenadora do Gaeco, informou que seu trabalho na área criminal e de inteligência do MP-AP sempre foi baseado em parcerias com as forças de segurança. “A integração é muito importante para fortalecer nossa atuação. Esses encontros são imprescindíveis para estabelecermos uma relação de confiança”, destacou.
O comandante do CFAP/34°BIS elogiou a iniciativa e falou da sua satisfação em poder conhecer melhor o Ministério Público do Amapá e se colocou à disposição para realizar operações conjuntas, defendendo uma atuação de forma cinérgica.
A PGJ também falou da importância da integração de forças para combater o crime organizado e ressaltou que a vinda do tenente-coronel Linhares para o Comando de Fronteira no Amapá, seu contemporâneo na Escola Superior de Guerra (ESG) e especialista em inteligência, vai facilitar esse diálogo. “Com sua vinda tenho certeza que faremos um trabalho conjunto pela defesa do Amapá”, manifestou Ivana Cei.

