Houve invasão por terra, ar e mar, com homens cometendo barbarias contra civis inocentes, fossem crianças, mulheres ou idosos. Mulheres foram estupradas, assassinadas, crianças decapitadas, pessoas almejadas que estavam nas ruas das cidades e um número de inocentes, que não se sabe precisar, feitas de reféns.
Em resposta, diante do ocorrido, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, estarrecido com a selvageria e atrocidade contra seu povo, declarou: “Estamos em Guerra e vamos ganhar” “O nosso inimigo pagará um preço que nunca conheceu”.
Revidando e em defesa ao ataque surpresa do Hamas, houve uma serie de ataques, por misseis, realizados por Israel.
Segundo noticiado na imprensa nacional e estrangeira, Israel convocou um número, em escala nunca feita, de reservistas intencionando uma invasão do territorio palestino. Afirmou o Governo Israelense que está solicitando as pessoas inocentes que abandone a região, suas casas, para que não corram risco de morte neste período de guerra.
Estes fatos estão sendo acompanhados por toda a humanidade pela imprensa escrita, televisionada e pelas mídias sociais.
No Brasil, a maioria das pessoas, indignadas não somente com a guerra, mas com as atrocidades, repita-se não faz mal, praticadas pelo Hamas contra o povo judeu, prestaram sua solidariedade e oraram pelas vítimas e seus parentes.
O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, manifestou sua solidariedade as vítimas da guerra, condenando “de maneira veemente estes atos de violência e barbárie”.
A Câmara dos Deputados, no mesmo diapasão, aprovou moções de repúdio aos ataques terrorista do Hamas contra Israel.
Por outro lado, valendo-se da liberdade de expressão, que sempre defendi e defendo, com as limitações constitucionais, por evidente, tivemos, pasmem, reações contrárias ao revide de Israel e pro Hamas.
A Presidente Nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), apesar de ter dito que ´estimulamos o governo brasileiro a atuar com firmeza por um cessar-fogo imediato e pela construção da única saída pacífica possível´, manifestou contra a resposta de Israel, afirmando “anuncia-se com brutalidade ainda mais abrangente contra a população civil da faixa de Gaza”, e que “A ofensiva militar anunciada pelo governo de extrema-direita de Netanyahu só vai resultar em mais ódio e destruição.”
Outros partidos (PCO, PSOL, PCB e PSTU) e movimentos de esquerda fizeram manifestações públicas em apoio à facção que promovera os ataques terroristas contra pessoas inocentes em Israel, manifestando, publicamente, seu apoio ao Hamas.
O diretor nacional do PCO, Francisco Muniz, em São Paulo, disse, textualmente, “Estou aqui em nome do Partido da Causa Operária para prestar o nosso apoio irrestrito ao povo palestino e ao Hamas. O sábado (7) foi o dia que mudou toda a história da luta anti-imperialista no mundo”
(https://www.gazetadopovo.com.br/republica/hamas-partidos-esquerda-manifestacao-brasilia-sao-paulo-rio/).
A liberdade de expressão faz-se necessária, por mais absurda que seja o ponto de vista defendido, no caso o ataque, a guerra, o terrorismo liderado pelo Hamas que decapitou crianças, estuprou mulheres, fizeram reféns, fuzilaram homens na rua, atingiram com misseis dezenas de imóveis onde estavam seres humanos civis e inocentes, para que tenhamos a consciência da forma que estas pessoas pensam.
Somente assim, saberemos, realmente, quem e quais são as pessoas, os partidos políticos, que carregam em sua essência o verdadeiro discurso de ódio.
Por fim, minha solidariedade aos meus amigos judeus e a população de Israel.
Tenho Dito!!!