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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Paula Pavarina > Uma questão de valor
ColunistaPaula Pavarina

Uma questão de valor

Paula Pavarina
Ultima atualização: 8 de outubro de 2023 às 00:44
Por Paula Pavarina 2 anos atrás
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“Muito raro o elogio verdadeiro, hoje em dia”- ouvi alguém dizer. Quando penso nisso, lembro do famoso condicionamento operante e dos estímulos de dor ou prazer. São as abordagens que usamos para educar ou repreender.

O que seria mais adequado para condicionar alguém a algo: recompensar ou repreender? Penso que nenhuma satisfaz o “animal”, porque ele logo aprende o truque. Elogiar dá a ele uma sensação breve de satisfação e punir o faz definhar.

O elogio, por mais elaborado que pareça, comunica um julgamento implícito de quem o faz para quem o recebe. A hierarquia se instala naquele exato momento. Receber, pois, um ou outro estímulo imprime, inconscientemente, no receptor uma manipulação colateral.

Outrossim, a única diferença entre um e outro é a ferramenta, porrete ou comida. A finalidade dos métodos é a mesma: manipulação. Independente do efeito, reconhecimento ou sanção, a estratégia social é a de manter relações hierárquicas por todo lado.

Talvez, sem a intenção consciente, o membro da família despeje elogios ou depreciações sobre o outro membro para o “bem de todos”. É isso que o povo aprende, da igreja à escola. 

E, quase que invariavelmente, o método porrete ou cenoura é uma intervenção milenar, para manter o controle, nos núcleos familiares e nas comunidades. Tem funcionado na esmagadora maioria das sociedades ocidentais.

Um intervém na tarefa do outro e lhe diz o que e como fazer. Isso até recebe o nome de cuidado, zelo, amor com o próximo. 

Se soprar um pouco dessa fumaça, é possível perceber que o ato de se intrometer nas tarefas dos outros surge da hierarquia ou verticalidade dos relacionamentos.

E, esquece, se o indivíduo aprendeu com um, vai reproduzir com os outros. Acabou, assim, o respeito aos demais. 

Todavia, a desculpa segue na “melhor das intenções”. O pai escolhendo a faculdade do filho, a mãe indicando o namorado da filha, o chefe decidindo o perfil do colaborador e por aí vai.

Eles podem buscar o melhor a cada “protegido”, mas, no fundo, estão se intrometendo e controlando para a direção que desejam.

Geralmente, a confusão está na dosagem do auxílio. Ao receber ajuda, pode vir sem controle algum. No entanto, bastava dar espaço e se disponibilizar, ao invés de submeter o outro aos seus valores pessoais.

Não tem um lado que sofra menos do que o outro, numa relação hierárquica. Por exemplo, forçar um filho a estudar ou fazer tarefas, quando ele sabe da própria obrigação. Encorajá-lo seria a única maneira de fazê-lo perceber suas habilidades e confiar em si.

Mas isso maceta o brio de uma família inteira. É preciso ter culpa nisso e naquilo. Um grupo consanguíneo sem acusadores e acusados não é um grupo digno de nota.

Quando se instalam aqueles relacionamentos de recompensas e punições, esses resultados se tornam o objetivo de uma vida alinhada ao sistema de valores dos outros.

Primeiro, o sujeito precisa entender o que é seu e o que é tarefa ou responsabilidade do outro, depois aceitar essas diferenças e, por último e mais difícil, tratar o outro como igual.

Disso, o que resta entre seres humanos iguais é o encorajamento, que nada tem a ver com elogio. A gratidão e a manifestação de sentir contentamento é o que o auxílio deveria produzir. 

O auxílio provoca no outro gratidão, respeito e alegria e costuma trazer a quem produziu a ação uma liberdade própria da sua real existência útil: uma questão de valor.

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