Será que esse artigo vem falar de teoria da conspiração ou de controle global dos globalistas ou dos donos do capital transformando o Planeta ao domínio total daqueles que ficaram conhecidos como “os Illuminati”?
Não, não acredito que isso possa vir a acontecer, apesar de que um caos maior num mundo plugado e congestionado pelo poder e a ganância vai ainda mostrar muito choro e ranger de dentes. E essa análise mundial não é minha opinião simplesmente, mas de diversos estudiosos do assunto, entre eles o Professor Alexandre Costa que, em seus livros e lives explica e comenta sobre esse mundo globalizado.
E numa fala desse Professor Alexandre Costa se percebe claro que a unidade no mal não é possível, haja vista que se “juntar cinco globalistas numa sala, ninguém vai concordar que o outro cara vai ter mais poder que ele”, ou seja, nenhum deles irá querer se curvar ao outro”. Do Oriente com a ideia do califado universal ao Ocidente capitalista em sua mentalidade de império financeiro a dominação por riqueza e poder continuará.
Venho falar sobre dominação, doenças, guerras e mortes desde há muitos séculos sendo ensinado como saída para o controle populacional e os desastres programados pelos desmandos dos gestores da política vai sendo colocado na conta de Deus, da Natureza, da fatalidade e outras explicações que têm o objetivo de tirar a responsabilidade daqueles que estão comprometidos com as estruturas das cidades, dos estados e dos países.
E é por isso que minha fé num Deus soberanamente bom e justo é minha fonte de crença e de equilíbrio emocional em meio ao caos que nós, seres humanos causamos uns aos outros. Depois, saímos pela tangente e colocamos a culpa no mundo espiritual. Ao meu ver e em meus estudos, há um Pai Maior que nos ampara e recebe em meio aos nossos descaminhos sobre a Terra. Onde padecem justos e injustos, crianças e idosos. Idosos que representam nossa tradição ao olhar para o velho e nosso futuro ao olharmos para a criança.
Vamos retornar e buscar na História da humanidade moderna as origens de nossas calamidades atuais. Em meio ao Iluminismo Europeu, no final do século XVIII, um economista inglês chamado Thomas Robert Malthus propõe sua teoria de controle da vida social para que a Terra seja rica e próspera. Essa Teoria ficou conhecida na história como Teoria Malthusiana e sua abordagem era sobre controle populacional.
Malthus aborda a relação entre o crescimento populacional e a produção de alimentos usando uma explicação matemática de que as pessoas ou a população crescem ou aumentam numa progresso geométrica ( 1,2,4,8,16,32…) e a produção de alimentos cresce ou se dá numa progressão aritmética (1,2,3,4,5,…).
Essa teoria plantou a ideia naquela época de que não era possível alimentar a todos, visto que a Terra não teria capacidade de recursos e, se nada fosse feito no controle na natalidade haveria no Planeta escassez de comida e aumento da pobreza. E a saída para esse controle seriam as pragas e as guerras, onde Malthus via como medidas para controlar o crescimento populacional.
Além disso, esse teórico defendia ainda a abolição da ajuda aos pobres para estimular a mudança de vida das pessoas. Resumindo, a Lei de Malthus fazia um alerta sobre os perigos do crescimento populacional desordenado e a necessidade de encontrar soluções para equilibrar a oferta de alimentos com o número de habitantes.
Ual! Estamos no século XXI, imagens de satélites em órbitas ao redor de nosso Sistema solar já comprovaram que essa teoria é furada, egoísta e diabólica e que a Terra pode alimentar quatro ou cinco vezes mais sua atual população ao redor do Planeta, mas as ideias malthusianas ainda fazem eco em muitos países e o controle da natalidade hoje já é visto como um perigo para a continuidade de muitos povos e culturas.
Em síntese, controle populacional é uma prática artificial de alteração de uma população humana e um exemplo dessa artificialidade é a política de um filho único implantada na China, no Japão e que está trazendo danos culturais e geopolíticos e sociais, onde a população corre inclusive o risco de desaparecer.
A História, senhora do tempo e dos registros do homem sobre a Terra na qual deveria crescer, multiplicar e dominá-la na atualidade vem discutindo sobre a emissão de carbono, efeito estufa que é um fenômeno natural necessário para a manutenção da vida na Terra. Esse efeito ocorre quando gases atmosféricos como dióxido de carbono, gás metano e óxido nitroso absorvem a radiação solar e impedem que todo o calor retorne ao espaço, o desequilíbrio causado pela ação humana pode acarretar no derretimento das calotas polares, aumento do nível do mar, prejudicando a produção de alimentos e provocando longos períodos de seca.
Mas e nós? Não somos carbono também? Somos! Nós, seres humanos, espécie que domina esse Planeta somos formados principalmente de carbono, juntamente com outros elementos deste Orbe como hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. O carbono está presente em nossos aminoácidos, proteínas, açúcares e ácidos nucleicos (DNA). E sabe, a nossa respiração celular e o nosso metabolismo dependem do carbono.
Então, sim, somos todos um pouquinho de carbono, nos testes de carbono catorze inclusive a arqueologia consegue datar nossos ancestrais sobre a Terra. Então, fica a reflexão ou questionamento: há um anteprojeto de vida querendo reduzir populações inteiras na fase da Terra, hoje estão ocorrendo pelo mundo doze desastres com enchentes matando populações de cidades inteiras e, se somos nós, seres humanos que estamos agredindo nossa casa Gaia, de quem será a culpa desses infortúnios coletivos? Afinal de contas, somos carbono também.
O CARBONO E O CONTROLE POPULACIONAL

Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga
clínica e institucional, especialista em gestão pública.