Decididamente não vivemos mais no século passado, não vivemos mais como há vinte anos atrás do atual século XXI. E também não tínhamos as demandas sociais que temos hoje; mesmo parecendo saudosismo ingênuo do passado, a verdade é que a cada época suas necessidades emocionais e as de hoje são de deixar nossos antepassados boquiabertos. Vamos refletir sobre comportamento pessoal e social. Vamos pensar sobre Inteligência Emocional: A Chave para o Equilíbrio e o Sucesso pessoal e das massas sociais.
Vivemos em uma era de avanços tecnológicos e mudanças rápidas, onde a capacidade de lidar com as emoções se tornou um diferencial tanto na vida pessoal quanto profissional. A inteligência emocional, conceito popularizado por Daniel Goleman, é uma habilidade de consideração, compreender e gerenciar as próprias emoções, além de saber lidar com as emoções dos outros.
Muitas vezes, somos ensinados a valorizar apenas o intelecto e a lógica, negligenciando a importância das emoções na tomada de decisões e nos relacionamentos. No entanto, pessoas com alta inteligência emocional tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e eficazes na resolução de conflitos. Em um ambiente de trabalho, por exemplo, um líder emocionalmente inteligente inspira sua equipe, mantém o equilíbrio diante de desafios e cria um ambiente mais produtivo e saudável.
No campo pessoal, a inteligência emocional nos ajuda a evitar reações impulsivas, a desenvolver a empatia e a construir relações mais profundas e apreciadas. Afinal, compreender nossas emoções nos permite agir com consciência, em vez de sermos reféns de sentimentos passageiros.
Mas, o que é isso: consciência? A Consciência é a nossa capacidade de interpretar e observar o mundo à nossa volta. Ela pode ser interpretada de muitos matizes como: filosofia, psicologia, neurociência, religiosa etc.
A consciência também pode ser dividida em níveis, como a consciência plena ,consciência alterada , como durante o sono, a consciência passa por diferentes estados, variando conforme as fases do ciclo do sono, como já expliquei em outro artigo, cujo título foi “Nos braços de Morfeu”.
No contexto da inteligência emocional, a consciência de si mesmo é um dos pilares fundamentais, pois permite refletir emoções, padrões de comportamento e a forma como impactamos o mundo ao nosso redor.
Aprender a gerenciar emoções não significa suprimi-las, mas sim compreendê-las e utilizá-las de forma estratégica. Autoconhecimento, controle emocional, motivação, empatia e habilidades sociais são os pilares dessa inteligência que podem ser desenvolvidos com prática e reflexão.
Diante dos desafios do mundo moderno, onde o estresse e a pressão são constantes, a inteligência emocional se torna um verdadeiro superpoder. Mais do que um conceito, ela é uma ferramenta essencial para quem busca uma vida equilibrada, relações saudáveis e um desempenho excepcional em qualquer área. Afinal, inteligência não é apenas saber mas agir com domínio próprio; segurar a onda, como diz a gíria popular, buscar o caminho do meio como ensina as teorias orientais e religiosas.
A porta estreita da qual Jesus falava em (Mateus, 7: 13, 14) quando entre os seus de seu tempo, no século I da Era Cristã, é justamente a consciência humana, que para os religiosos é a própria Voz de Deus dentro da criatura humana, ditando ponderações, explicando o estreito caminho do auto controle, da ponderação, da paciência, da linguagem não verbal onde o corpo fala pra dentro do ser, dando orientações especiais para evitar os comportamentos automáticos das reações pelo calor da emoção, do agir sem pensar antes nas consequências que serão inevitáveis.
A porta larga é o descontrole de uma mente sem rédeas, sem limites pessoais e sociais e infelizmente, apesar de tantas escolas religiosas, que são as igrejas das mais variadas vertentes e todas falando de amor e de coisas boas, todavia, a prática revela nossa humanidade escolhendo a porta larga dos prazeres imediatos sem pensar nas consequências dos próprios atos.
Inteligência Emocional

Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga
clínica e institucional, especialista em gestão pública.