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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Giovana Devisate > Limites?
Giovana Devisate

Limites?

Giovana Devisate
Ultima atualização: 13 de julho de 2025 às 04:49
Por Giovana Devisate 2 meses atrás
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É preciso que exista um limite. As almas inconformadas buscarão ultrapassá-lo e isso fará diferença para a humanidade.
“Há uma tempestade perfeita por trás de cada livro, de cada escultura, de cada quadro e de cada música”, diz Rosa Montero em seu livro ‘O perigo de estar lúcida’. Talvez a frase não tenha relação direta com o que andei pensando, mas a minha mente foi longe e comecei a divagar sobre pessoas que ultrapassaram limites vigentes e que, depois, foram reconhecidas como grandes personalidades. Suas obras entraram para a história e são sempre lembradas.
Quando a dimensão do real parece ser pouco, a gente inventa algo que vai além, que rompe o padrão, que quebra um estereótipo. Um exemplo disso pode ser uma aula de desenho de observação: se destaca, em uma turma, aquele aluno que fez minuciosamente todos os detalhes e deixou o desenho fidedigno ao real, mas também destaca-se aquele aluno que inovou, que inventou, que desviou o olhar e incorporou o que via com a sua essência.
Uma vez, uma professora, que virou amiga, disse que não se lembra dos alunos simplórios que teve ao longo de toda a vida como docente. Ela lembra dos que eram excepcionais em suas notas e trabalhos e daqueles que fugiam de todas as regras e davam certa dor de cabeça.
Os limites, muitas vezes, nos moldam ou pasteurizam. Porém, eles também podem nos impulsionar a fazer diferente, a criar dentro das possibilidades até nos tornarmos grandes demais para eles. Acho que fica no ar a ideia de que a mediocridade se dilui no passar do tempo, enquanto a ousadia permite que nomes entrem para a história.
Por falar em ousadia, as caras pintadas, os figurinos e as performances de Ney Matogrosso romperam com a normalidade da sua época e inauguraram um novo tempo para o cenário musical, não só ultrapassando os limites estéticos do período, mas enfrentando a censura dos tempos da ditadura.
Os que marcam os tempos são os que ultrapassam os limites e não se contentam em se encaixar ou caber neles. É quem ousa errar e se descolar das expectativas próprias e do outro que chega em algum novo lugar, porque criar é uma maneira de reivindicar outras existências e vislumbrar mundos que ainda não existem.
Limites legais são diferentes de limites podadores da liberdade. A história guardou os nomes dos que ultrapassaram os limites, seja na literatura, nas artes, no cinema, na moda, na política…
Duchamp, por exemplo, criou um novo jeito de fazer e de pensar arte. Manet pensou em burlar o sistema da arte a partir da sua nova visão sobre composições clássicas e alegorias, subvertendo o academicismo francês com um tom provocador em representações de temas cotidianos. Monet, por sua vez, focou em representar de novas maneiras a luz do sol, os barcos, as plantas, enquanto Renoir direcionou a sua atenção para o aspecto social, focando nas pessoas e em como se comportavam.
Na Bauhaus, queriam parar com a hierarquia que colocava a pintura e a escultura no topo, deixando o artesanato e outros feitos manuais como inferiores na hierarquia das artes. Com isso, a escola de arte alemã rompe com o pensar artístico tradicional daquele período e valoriza o trabalho manual e o design funcional tanto quanto a expressão artística, buscando adaptar as produções para incorporar a produção industrial.
Gaudí, por exemplo, precisou ir contra a maré, desafiando as convenções formais, técnicas e simbólicas da época, liberando a arquitetura das formas previsíveis. Ele não acreditava na reprodução dos estilos históricos e, por isso, criou uma linguagem própria de interpretação da natureza e do passado. Ele projetava tudo, das fachadas às maçanetas, integrando todas as partes das suas obras.
Da Vinci, por sua vez, desafiou a divisão entre ciência, técnica e expressão artística que predominava em sua época. Como nos diz Vasari, “por tudo o que fez de tão divino, ainda que trabalhasse mais com palavras do que com feitos, seu nome e sua fama não se extinguirão nunca.”
Alexander McQueen, designer de moda britânico que me rendeu uma longa pesquisa de TCC, foi disruptivo em diversos pontos, mas especialmente ao transformar a moda em uma expressão artística provocadora. Suas coleções desafiavam as normas estéticas e dialogavam com o grotesco, a sexualidade, o poder e com questões de gênero… Seus desfiles performáticos, ao romper os padrões da monotonia da moda e levar a arte da performance para as passarelas, eternizaram o seu nome na história.
Rosa Montero tem uma frase, nesse mesmo livro supracitado, que questiona um pouco isso: “Quem nunca desejou fugir do confinamento da própria vida? E não porque não gostemos dessa vida, mas porque uma existência única, por maior e melhor que seja, sempre será uma espécie de prisão, uma mutilação de outras realidades possíveis…”. Me pergunto se ela entende a dimensão do que escreve, porque isso ressoa mesmo com a vida de quem cria.
Caberiam muitos outros nomes, como Oscar Niemeyer, Tarsila do Amaral, Machado de Assis, Shakespeare, Chanel, mas o texto ficaria muito longo para o espaço do artigo. Todos os exemplos que trouxe são poucos diante dos inconformados e revolucionários do mundo, não só nas artes e na moda, que fazem tanto parte do meu universo, mas também na ciência, na medicina, na engenharia, nas olimpíadas… Afinal, teriam sido inconformistas os que inventaram a roda e fizeram as revoluções culturais e criações, que conduziram a humanidade das cavernas aos tempos modernos.

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