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Ivonete Teixeira

Planejamento: a arte ancestral de agir antes do caos

Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga clínica e institucional, especialista em gestão pública.

Ivonete Teixeira
Ultima atualização: 22 de novembro de 2025 às 22:49
Por Ivonete Teixeira 2 meses atrás
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Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga clínica e institucional, especialista em gestão pública.
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Hum… papo de professora, planejamento é muito chato!
Em tempos acelerados, onde tudo parece urgente e as demandas se multiplicam como ondas insistentes que jamais cessam, refletir sobre planejamento pode soar quase antiquado. Porém, quanto mais líquido se torna o mundo — nos afetos, nas decisões e até nas prioridades — mais necessário se torna cultivar uma atitude sólida: planejar para não remediar.
A origem da palavra: o “plano” que antecede a ação
A palavra planejamento deriva de plano, do latim planus, que significa chão nivelado, superfície lisa, algo sem obstáculos. Etimologicamente, planejar é tornar plano, alisar o caminho antes de caminhar. É preparar o terreno para evitar tropeços; é visualizar o percurso antes de iniciar a jornada.
Assim, planejamento não é só um ato burocrático ou técnico, mas um gesto profundamente humano: organizar o futuro para evitar que ele nos surpreenda de forma desordenada.
A filosofia estoica e o poder da antecipação
Os estóicos — Sêneca, Epicteto, Marco Aurélio — compreendiam o planejamento não apenas como previsão, mas como postura mental diante da vida. Para eles, planejar era um exercício de sabedoria, porque significa:
• Agir antes do problema
• Desenvolver clareza interior para lidar com imprevistos
• Evitar a escravidão das reações impulsivas
Uma das práticas estóicas centrais é a premeditatio malorum, a “premeditação dos males”. Isso não é pessimismo; é preparação. É mentalmente mapear o que pode dar errado para que, se acontecer, o impacto emocional e prático seja menor.
Planejar, para o estoicismo, significa não chegar despreparado ao território desconhecido. É justamente o contrário de viver tenso: é cultivar serenidade por meio da prudência.
Sêneca dizia:
“A vida é longa o suficiente para quem sabe usá-la bem.”
E usar bem a vida implica decidir, organizar, antecipar — não simplesmente apagar incêndios.
Planejar é um antídoto contra a cultura do improviso
Nossa sociedade, especialmente na modernidade líquida descrita por Zygmunt Bauman, acostumou-se a viver em modo de urgência: tudo para ontem, tudo no susto. O celular toca, a notificação pula, o algoritmo chama. E assim, a vida vira um conjunto de remendos.
Quando não planejamos:
• nossas relações enfraquecem,
• nossas metas ficam frouxas,
• nossos dias viram corridas sem direção,
• nossas emoções se tornam reféns do inesperado.
Planejar é, portanto, um ato de autoproteção emocional e organizacional.
Planejamento não é rigidez: é autonomia
Ao contrário do que muitos pensam, planejamento não aprisiona — liberta. Quem planeja:
• sabe para onde está indo;
• economiza energia mental;
• sofre menos com imprevistos;
• age com consciência estratégica.
O estoicismo ensina que não controlamos os acontecimentos, mas controlamos nossas atitudes. Assim, o planejamento é uma forma de dizer ao futuro:
“O que depender de mim, já está cuidado.”
Planejar para viver melhor
Poderíamos afirmar, com justiça, que planejar é um gesto de amor-próprio. Na educação, na empresa, na gestão pública, na vida pessoal — planejar é escolher o caminho mais plano possível, sabendo que buracos sempre existirão, mas que não precisarão nos engolir.
O planejamento não nos protege de todos os males, mas nos prepara para enfrentá-los com firmeza, lucidez e serenidade.
Como diria Marco Aurélio:
“A ação correta é aquela que nasce da previsão.”
E a vida, afinal de contas, é sempre mais leve para quem sabe caminhar com intenção.

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Ivonete Teixeira 22 de novembro de 2025 22 de novembro de 2025
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Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga clínica e institucional, especialista em gestão pública.
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