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A Gazeta do Amapá > Blog > Bem Estar > Infectologista explica a importância de higienizar a garrafinha d’água
Bem Estar

Infectologista explica a importância de higienizar a garrafinha d’água

Redação
Ultima atualização: 5 de dezembro de 2025 às 08:27
Por Redação 3 meses atrás
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Eleganza / Getty Images
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A garrafinha d’água que acompanha o dia a dia — na academia, no escritório ou na escola — pode virar um foco de contaminação se não for higienizada todos os dias. Por ser um recipiente úmido e fechado, ela tem o ambiente ideal para a proliferação de microrganismos que chegam pela boca, pelas mãos ou pelo ambiente.

Conteúdos
Por que a garrafinha suja representa risco?Como os microrganismos chegam ali?O material da garrafa importa?Recomendações práticas

O infectologista Igor Thiago Queiroz, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), alerta: “Quando a gente usa a mesma garrafinha o dia inteiro, sem higienizar, permite a contaminação por agentes infecciosos, especialmente no local onde colocamos a boca.”

Por que a garrafinha suja representa risco?

Com o uso contínuo, saliva, partículas de comida e sujeira trazida pelas mãos começam a se acumular no bico, na tampa e nas paredes internas da garrafa. A microbiologista Fabíola Castro, professora do Centro Universitário de Brasília (Ceub), explica que essa combinação favorece a formação de biofilmes — estruturas que protegem os microrganismos e tornam a limpeza mais difícil.

“A multiplicação é rápida: algumas bactérias se reproduzem a cada 20 minutos, e o biofilme começa a se formar em poucas horas”, alerta.

Essas condições permitem que bactérias como Staphylococcus, Streptococcus, Pseudomonas e Escherichia coli se instalem, além de fungos como Aspergillus, Penicillium, Cladosporium e leveduras como Candida.

Em pessoas saudáveis, eles podem causar desconfortos gastrointestinais. Em crianças, idosos e imunossuprimidos, os quadros podem durar mais tempo e evoluir com sinais de desidratação e queda de pressão.

O infectologista Queiroz destaca que os primeiros sintomas costumam ser dor abdominal, náusea, vômitos e diarreia, pois a via digestiva é a principal porta de entrada.

Como os microrganismos chegam ali?

As fontes de contaminação são combinadas. O contato direto da boca com o bico da garrafa transfere saliva e bactérias da cavidade oral. Mãos sujas levam microrganismos de superfícies para dentro do frasco.

E o ambiente — especialmente academias, transportes públicos, banheiros e chão — adiciona poeira, esporos de fungos e bactérias ambientais. A microbiologista reforça que, quando há contato oral direto, a carga microbiana é ainda maior.

O material da garrafa importa?

A resposta é sim! Segundo os especialistas, estudos laboratoriais que mostram que o plástico, principalmente o PET, tende a acumular mais microrganismos e formar biofilmes com facilidade.

Vidro e aço inox apresentam menor porosidade e costumam ser mais resistentes à aderência microbiana, facilitando a limpeza. No entanto, tampas, anéis de vedação e canudos — quase sempre de plástico ou borracha — continuam sendo os pontos mais críticos, independente do material do corpo da garrafa.

Recomendações práticas

  • Lavar diariamente com detergente e escova, desmontando tampas e canudos para alcançar todas as partes.
  • Usar água quente regularmente ou a lava-louças quando o material permitir. Em caso de sujeira visível, deixar de molho em água fervente ou água sanitária.
  • Preferir vidro ou inox se a rotina dificultar a higienização adequada. Substituir peças danificadas ou com manchas persistentes.

Com limpeza diária e atenção às partes desmontáveis, a garrafinha volta a ser aliada da hidratação — sem transformar o hábito de beber água em risco para a saúde.

Fonte: Metrópoles

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Redação 5 de dezembro de 2025 5 de dezembro de 2025
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