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A Gazeta do Amapá > Blog > Polícia > Garimpo ilegal de ouro tentou ocultar patrimônio após operação da PF
Polícia

Garimpo ilegal de ouro tentou ocultar patrimônio após operação da PF

Redação
Ultima atualização: 2 de agosto de 2022 às 00:00
Por Redação 3 anos atrás
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Conteúdos
Movimentação sem controleCriptoativo para lavar dinheiro

Garimpeiros alvo da Polícia Federal (PF) tentaram ocultar patrimônio ilícito por meio de movimentações em criptomoedas, logo após a Operação Gold Rush, deflagrada em setembro do ano passado para investigar a extração e o comércio ilegais de ouro. O grupo teria alocado moedas digitais em contas de laranjas ou em carteiras frias, diz relatório da PF obtido pelo Metrópoles.
 

Cinco empresários foram presos 10 meses depois, em julho deste ano, em nova fase da operação da PF, a Ganância.

Os garimpeiros, no entanto, já estão soltos por determinação de juízes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), os magistrados não viram riscos à operação ao libertá-los. A organização criminosa teria movimentado mais de R$ 16 bilhões entre 2019 e 2021.

A Operação Gold Rush cumpriu mandados de busca e apreensão no garimpo Água Branca, em Itaituba (PA). No local, funciona a Gana Gold, do empresário Márcio Macedo Sobrinho (foto em destaque).

Após a deflagração da ação, o grupo passou a tentar ocultar patrimônio ilícito.

Alysson Alves da Silva, de 45 anos, é apontado como o coordenador das operações financeiras do grupo criminoso, geralmente ligadas a criptomoedas. Ele sozinho movimentou cerca de US$ 3 milhões (R$ 16 milhões na cotação atual) em moedas digitais, entre 12 de junho de 2019 e 1º de novembro de 2021.

“Alysson pode estar alocando suas moedas digitais em contas de terceiros, ou ainda, nas chamadas hard wallet, que são carteiras utilizadas, normalmente, para guardar altos valores em criptoativos. Elas são chamadas de carteiras frias e ficam desconectadas da rede. Possuem SEED, via de regra, de 24 palavras, que impossibilitam qualquer tipo de quebra de criptografia”, detalha o documento da PF.

As operações eram feitas por meio da Binance, maior corretora de criptomoedas do Brasil e do mundo.

A corretora tem sido usada por traficantes de drogas, hackers e fraudadores para lavar dinheiro. Reportagem da agência Reuters publicada em junho apontou que a Binance serviu como lavagem para um total de ao menos US$ 2,3 bilhões (o equivalente a R$ 12,6 bilhões na cotação atual) entre 2017 e 2021.

 

Movimentação sem controle

No Brasil, o Banco Central (BC) notificou o banco Acesso, responsável pelas transações da corretora, a respeito do alto risco de lavagem de dinheiro nas operações e exigiu o envio de informações detalhadas sobre os clientes, como revelou o jornal Folha de S. Paulo.

O BC apurou que a Binance teria movimentado R$ 40 bilhões em 2021 sem que se tivesse qualquer controle sobre quem foram os clientes e se a origem dos recursos era lícita.

A corretora também foi uma das empresas usadas no esquema de pirâmide financeira atribuído ao ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins.

“Com relação às criptomoedas, Alysson realizou 114 transferências de endereços da Binance para seus endereços pessoais (hospedados em suas cripto wallets) no período”, explica a corporação.

As operações realizadas na exchange pelo grupo criminoso não eram declaradas ao Fisco.

 

Criptoativo para lavar dinheiro

A Polícia Federal também identificou a criação de um criptoativo pelo grupo criminoso para lavar dinheiro. A moeda, instituída pela Instruaud, uma das empresas do grupo, foi denominada IAUD, tendo como valor de mercado R$ 109,21. O token foi criado em 3 de agosto de 2021, pouco antes da deflagração da Operação Gold Rush.

A Instruaud apresentou projeto de expansão, cuja meta é abrir novas filiais em todas as capitais do país, e prometeu lucros de até 6% ao ano aos investidores.

Dessa maneira, diz a PF, os recursos ilícitos vindos do garimpo ilegal poderiam ser injetados na empresa pelos próprios donos com a roupagem de recursos oriundos de investidores anônimos que adquiriram o criptoativo, interessados nas vantagens prometidas.

As análises demonstraram, porém, que quase a totalidade dos ativos negociados foi comprada por endereço ligado a Marcelo Alves Macedo, irmão de Márcio Macedo Sobrinho e CEO da Instruaud.

“Comprova-se que não houve quantidade significativa de dinheiro oriundo de terceiros no projeto de tokenização promovido pela Instruaud, até o momento, sendo uma clara tentativa de movimentar e ocultar valores ilícitos por parte dos investigados”, detalha o inquérito.

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Redação 2 de agosto de 2022 2 de agosto de 2022
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