A ampla divulgação do caso de Amber Heard e Johnny Depp trouxe ao centro do palco a má versão do amor – relações abusivas. Espetáculo mais comum do que se pode querer acreditar no dia a dia dos relacionamentos ou nas “sofrências” em seus mais diversos graus de insalubridade.
Ou melhor seria dizer, o clima ou condições insalubres dos mais diversos ambientes nas atmosferas dos relacionamentos presentes. Talvez também do passado… por que não? Somos a sequência ou sequenciamento de um andar claudicante no que se refere a princípios e a sentimentos.
Neste ocaso da humanidade, costumam dizer que o “Amor e o Ódio andam juntos” ou que “um e outro são da fonte do mesmo sentimento”, “faces da mesma moeda”, ou ainda que “o amor pode se transformar em ódio” …
Nunca me pareceu sensato isso, quanto muito uma justificativa para a ausência de amor ou a má versão do amor. Estranha concepção que me faz lembrar de alguém preso em um pântano de areia movediça, situação na qual quanto mais a pessoa se debate mais é presa e sugada até a morte.
É necessário que não se confunda paixão, apego, posse e outros sentimentos similares, inclusive interesses pecuniários e sociais, com o amor. Aqueles provavelmente se transformem em ódio, já o amor é o amor. Você não transforma ouro em latão, nem latão em ouro. Não se deixe enganar. Desconfie…
Como disse alguém que falava de Amor, amor de fato, “Eu amei, amei tanto que o amor foi em ondas, fez um “zás” de multicoloridas nuances, atravessou o tempo e os espaços; e continuei e amo e amo de tal forma que, se alguém desmerecer o amor emanado, este alguém derrete, e o amor continua em alta frequência na expansão constante do movimento”.
Ou melhor seria dizer, o clima ou condições insalubres dos mais diversos ambientes nas atmosferas dos relacionamentos presentes. Talvez também do passado… por que não? Somos a sequência ou sequenciamento de um andar claudicante no que se refere a princípios e a sentimentos.
Neste ocaso da humanidade, costumam dizer que o “Amor e o Ódio andam juntos” ou que “um e outro são da fonte do mesmo sentimento”, “faces da mesma moeda”, ou ainda que “o amor pode se transformar em ódio” …
Nunca me pareceu sensato isso, quanto muito uma justificativa para a ausência de amor ou a má versão do amor. Estranha concepção que me faz lembrar de alguém preso em um pântano de areia movediça, situação na qual quanto mais a pessoa se debate mais é presa e sugada até a morte.
É necessário que não se confunda paixão, apego, posse e outros sentimentos similares, inclusive interesses pecuniários e sociais, com o amor. Aqueles provavelmente se transformem em ódio, já o amor é o amor. Você não transforma ouro em latão, nem latão em ouro. Não se deixe enganar. Desconfie…
Como disse alguém que falava de Amor, amor de fato, “Eu amei, amei tanto que o amor foi em ondas, fez um “zás” de multicoloridas nuances, atravessou o tempo e os espaços; e continuei e amo e amo de tal forma que, se alguém desmerecer o amor emanado, este alguém derrete, e o amor continua em alta frequência na expansão constante do movimento”.