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A Gazeta do Amapá > Blog > Bem Estar > Canetas emagrecedoras: 65% de pacientes param de usar por falta de dinheiro
Bem Estar

Canetas emagrecedoras: 65% de pacientes param de usar por falta de dinheiro

Redação
Ultima atualização: 12 de junho de 2026 às 14:19
Por Redação 4 horas atrás
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Divulgação
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Os medicamentos da classe GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”, consolidaram-se como uma das maiores transformações recentes na área da saúde, impactando o tratamento do diabetes tipo 2, da obesidade e doenças cardiometabólicas.

Conteúdos
Uso irregular preocupa médicos e reforça papel do farmacêuticoBiossimilares e similares podem transformar o mercadoBenefícios vão além da perda de peso

Porém, apesar dos benefícios clínicos reconhecidos pelos médicos, o alto custo ainda limita o acesso e a continuidade do tratamento para grande parte dos pacientes brasileiros.

É o que revela uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Ifepec, a pedido da Febrafar, com 1.067 médicos de diferentes especialidades e regiões do país. O levantamento, conduzido em maio de 2026, é considerado um dos maiores já realizados no Brasil sobre a percepção médica em relação aos medicamentos agonistas do receptor de GLP-1.

Os dados mostram que o preço atual torna o tratamento viável para apenas 28% dos pacientes considerados aptos ao uso dessas terapias. Além disso, 65% dos pacientes acabam abandonando o tratamento ou não conseguem manter a orientação indicada por limitações financeiras.

Por outro lado, os médicos acreditam que uma redução de aproximadamente 35% nos preços poderia elevar a viabilidade do tratamento para cerca de 45% dos pacientes, ampliando significativamente o acesso.

Segundo Edison Tamascia, presidente da Febrafar, os resultados demonstram que o principal desafio para a expansão dessa classe terapêutica não está na aceitação médica, mas sim na capacidade financeira da população.

“Os médicos reconhecem os benefícios dos medicamentos GLP-1 e observam resultados importantes na saúde dos pacientes. O grande obstáculo hoje é o custo do tratamento. Quando analisamos que 65% dos pacientes abandonam a terapia por questões financeiras, fica evidente a necessidade de ampliar o acesso por meio de maior concorrência e da chegada de novas opções ao mercado”, afirma.

A Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) reúne 74 redes associativistas e representa mais de 19 mil lojas em todo o Brasil.

Uso irregular preocupa médicos e reforça papel do farmacêutico

A pesquisa também identificou um fenômeno que vem preocupando os profissionais de saúde. Em média, 7% dos pacientes relatam já ter utilizado medicamentos GLP-1 sem prescrição médica antes da primeira consulta.

O dado acende um alerta para a comercialização irregular desses produtos e reforça a importância de combater canais clandestinos de venda, que colocam em risco a saúde dos pacientes ao oferecer medicamentos sem a devida orientação profissional e sem o cumprimento das exigências sanitárias.

Para Tamascia, as farmácias legalmente estabelecidas cumprem rigorosamente a legislação e têm papel fundamental na promoção do uso racional dos medicamentos. “O combate à comercialização irregular desses medicamentos é fundamental para proteger a saúde da população. O lugar desses tratamentos é dentro do canal farmacêutico regular, com dispensação responsável e acompanhamento profissional”, afirma.

Segundo o executivo, além de garantir o cumprimento das normas sanitárias, o farmacêutico exerce uma função estratégica na orientação dos pacientes sobre armazenamento, aplicação, uso correto e importância do acompanhamento médico durante todo o tratamento.

Biossimilares e similares podem transformar o mercado

Outro destaque da pesquisa é o elevado grau de expectativa dos médicos em relação à chegada de biossimilares, genéricos e similares de GLP-1, impulsionada pelo vencimento de patentes e pela perspectiva de ampliação da concorrência no setor.

Os resultados indicam que a maioria dos profissionais pretende incorporar essas novas alternativas à prática clínica, desde que apresentem comprovação de qualidade, segurança e eficácia.

Edison Tamascia afirma que a ampliação da oferta tende a representar um marco para o mercado farmacêutico brasileiro. “A expectativa é que a entrada de novos concorrentes contribua para ampliar a concorrência e reduzir gradualmente os preços praticados atualmente. Embora os medicamentos genéricos ainda não devam chegar ao mercado no curto prazo, o aumento da oferta tende a favorecer o acesso e melhorar os índices de adesão ao tratamento”.

Benefícios vão além da perda de peso

Os médicos entrevistados destacaram que os benefícios dos medicamentos GLP-1 vão muito além do emagrecimento. Entre os principais ganhos observados estão o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2, a redução da compulsão alimentar, a perda de peso significativa, além da proteção cardiovascular, renal e hepática.

Também foram relatadas melhorias em comorbidades associadas à obesidade, como apneia do sono, dores articulares, hipertensão e alterações metabólicas.

Entre os efeitos adversos mais frequentemente relatados pelos médicos estão náuseas, constipação, vômitos, diarreia, azia, dores de cabeça, fadiga, tontura e, em alguns casos, perda de massa muscular e alterações estéticas decorrentes da rápida perda de peso.

Para a Febrafar, os resultados indicam que o mercado brasileiro de GLP-1 ainda possui amplo potencial de crescimento, mas que sua expansão sustentável dependerá da combinação entre acesso econômico, orientação profissional e uso responsável.

“A pesquisa mostra que existe um ambiente muito favorável para o crescimento dessa categoria no Brasil. No entanto, esse avanço precisa ocorrer com responsabilidade, acompanhamento médico, atuação ativa dos farmacêuticos e foco na segurança do paciente. O desafio agora é transformar uma terapia altamente eficaz em uma solução acessível para um número cada vez maior de brasileiros”, conclui Tamascia.

Fonte: CNN Brasil

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