O Missão oficializou o empresário e coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) Renan Santos como candidato à Presidência da República em convenção partidária nesta segunda-feira (20).
Inicialmente, o evento estava previsto para o próximo dia 1º. No entanto, o partido decidiu antecipar a convenção sob a justificativa de que haveria uma escalada de ameaças contra Renan. Com a oficialização, o candidato pode solicitar uma equipe da PF (Polícia Federal) para fazer sua segurança.
“Estar com a Polícia Federal não é mais uma questão de conveniência ou até de redução de gastos. É uma questão de sobrevivência”, afirmou o candidato.
Embora a convenção partidária tenha sido antecipada, o Missão manteve para o dia 1º o evento de lançamento da campanha eleitoral.
Segurança de presidenciáveis
Para usufruírem da equipe disponibilizada pela PF, os candidatos homologados em convenção partidária devem fazer a solicitação do serviço.
Questionados, os pré-candidatos Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) afirmaram que irão solicitar o serviço de segurança.
No caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve concorrer à reeleição, a proteção durante o período eleitoral será feita em conjunto pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e pela PF.
A assessoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou que, por preferência pessoal e pela prerrogativa de exercer o cargo de senador, optou por manter a mesma equipe da Polícia Legislativa do Senado que já o acompanha. Dessa forma, os serviços da PF serão dispensados.
Fonte: CNN Brasil

