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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > José Altino > A Ascensão da Indignidade
José Altino

A Ascensão da Indignidade

José Altino
Ultima atualização: 16 de maio de 2026 às 19:07
Por José Altino 4 horas atrás
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Realmente em tudo que se vê e assiste hoje, temos muito a lamentar pelos expostos desdouros promovidos por nossos condutores, de alguma forma eleitos que foram, outros nem tanto, à gerenciarem a vida nacional. Inclusive daqueles cujas funções, são de “fiscais das leis”.
Nem muito tempo se passou em que escrevi sobre o “cãonicídio”, com licença poética, de um morador de rua, um cachorro legal a que todos seus coabitantes humanos adoravam. O ilustrador da matéria fez questão de colocá-lo sendo recebido nos braços de Cristo, lá pelo céu onde animais tem acesso.
Excluídos aí, bois, porcos e galinhas que adoramos em almoço e jantar. Talvez por isso sem lamentos. Mas, o “Oreia” não esse não era nem do apetite nem do desejo de famélicos e sim das atenções carinhos e cuidados. Também talvez por isso, nós latinos sentimentalóides nos permitimos a uma lamuria de alcance nacional.
Não muito alongando e deixando espaço a filho e amigo de longa data, apenas digo que o abuso das imposturas legais fora de total absurdo. Segundo o “promota” no caso dos filhos de pais ricos com animalescas covardias, nada houve. Desmentiu de letra dura no papel, que o profissional veterinário errou tudo, demonstrando que ele não entendia de “porra” nenhuma de cachorro. E mandou, segundo publicaram, exumar o Orelha hospedado no descanso eterno. E afirmou mesmo que o esqueleto mostrava morte natural de males outros e não pela maldade humana, como seria a denúncia. Decidiu-se..arquive-se o caso.
Não deveria nem mais falar sobre tantas coisas essas… “num dianta” como dizem os mineiros. Esse tal de Vorcaro, fu.eu todo o sistema. E está ficando até barata a “coisa”. Agora tem valido até quadriciclo.
Pelo amor de Deus gente, clamai por vergonha, monitora maior da dignidade humana.
Assim, bem contaminado pela frustação, busquei outras opiniões.
Vindo de meu filho, Marco Tulio, estudante de direito:
“É desanimador estudar Direito em um país onde a sensação que fica é a de que a verdade depende do sobrenome, do dinheiro e das influências daqueles envolvidos.
O caso do cão Orelha deixa um sentimento profundo de revolta e impotência, principalmente pela impressão de que tudo o que aconteceu acabou sendo tratado com descaso. Quando surgem informações conflitantes, dados técnicos diferentes e decisões que parecem ignorar aquilo que a população inteira acompanhou… é revoltante.
No fim, além da tristeza pelo Orelha, fica também a decepção já normatizada para com uma justiça que deveria transmitir confiança, mas cada vez mais afasta confiabilidades e pessoas dela.
Me lembro de quando fui à PF uma vez e o delegado nos contou sobre o caso Cariani, dizendo que de fato foram achadas várias provas para prender ele, porém, palavras do delegado: “Ele não está preso porque ele é rico”.
Mais e mais me decepciono com a realidade desta nação. De seu filho MTulio”
Tendo enviado a um amigo médico catarinense, Dr.Paulo, em resposta recebi:
“Faço alguns reparos ao pensamento do seu filho; ao particular, e não ao geral. O povo não é tudo isso que ele pensa, é apenas uma massa amorfa descerebrada que acredita no que é gritado mais alto e mais vezes.
Você sabe muito bem que nossos congressistas não representam “o povo”; são escolhidos aqueles que fazem o jogo do poder internacional, e oferecidos ao escrutínio popular, sem uma real escolha entre os mais adequados. E ainda colocam o voto de legenda para reforçar o defeito do método.
É como se nos pedissem para escolher feijão de terceira, cheio de galhos e pedras, enquanto escondem o de boa qualidade: por mais criteriosa que seja nossa escolha, nunca encontraremos o melhor.
O MP daqui é totalmente ideologizado. Tenho uma lista anedótica de besteiras e malfeitos deles, já debati com eles e tiveram de concordar que fazem bobagens.
Exemplo: o piso tátil para cegos. Há um documento assinado pelo chefe deles, Daniel Paladino, proibindo piso tátil na cor preta, porque “o cego não consegue vê-lo”.
Conheço as famílias daqueles rapazes. São gente de boa formação moral. Foi uma surpresa ouvir que teriam feito aquilo. Minha tendência é acreditar no laudo da perícia.
Por outro lado, sei de decisões estapafúrdias em casos mais graves, como assassinato, em que jovens de famílias influentes foram inocentados e a culpa jogada em apenas um, sem influência política. Isso acontece.
O que mais me estranhou foi arquivarem as denúncias de ameaças, porque ameaça é ameaça, e não se prende ao crime original. Pareceu falta de vontade de trabalhar.
O Brasil hoje se tornou o país do fracasso, do desastre, do caos e da morte; essas coisas fazem parte da vida do brasileiro há muito tempo. A culpa não é apenas dos políticos, mas também do povo, afinal, os políticos representam a população… e o povo brasileiro está muito bem representado. O brasileiro, por natureza, consegue ser malandro, cruel e sádico, mas ao mesmo tempo também pode ser bondoso e simpático. A dificuldade é que as pessoas perderam a sensibilidade diante dos absurdos e aprenderam a banalizar tudo. Não falo contra o humor, até porque o humor muitas vezes é uma crítica à realidade e ao quão ridícula ela pode ser.
O problema começa quando ele deixa de ter propósito e se torna apenas algo gratuito. Quando estupro, morte, assassinatos e outras tragédias passam a fazer parte do cotidiano de forma banalizada, e você perde a sensibilidade diante disso, então já se afundou na escuridão. O Brasil está exatamente do jeito que deveria estar, e talvez seja exatamente o país que merece ser. Do amigo Paulo V.”
Este, o velho ponderado doutor Paulo. Lamento muito não o ter tido como contemporâneo no educandário da Fundação Getúlio Vargas. Acredito, que embora não muito distantes, nossos tempos foram dessemelhantes e os homens, políticos e principalmente das sagradas magistraturas das leis, eram bem outros.
Bem diferente das escaladas e ascensões em homens destas eras, aos de então, respeito, postura e dignidade nunca faltavam.

BH/Gv/Macapá-17/05/2026

Jose Altino Machado

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