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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > João de Barros > Dia Nacional da Diálise
João de Barros

Dia Nacional da Diálise

João de barros
Ultima atualização: 31 de agosto de 2025 às 09:53
Por João de barros 7 horas atrás
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O Dia Nacional da Diálise ocorre na última quinta-feira de agosto através da Lei 14.650/2023 com a ideia de mobilizar o país em torno da prevenção da doença renal crônica (DRC), do acesso justo ao tratamento e do incentivo ao transplante renal.
O censo de diálise de 2023 apontou 157.357 pessoas em diálise no país, com 51.153 novos pacientes ao ano iniciando tratamento com uma taxa de mortalidade anual aproximada de 16,2%. As estimativas para 2025, com base em dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) apontam cerca de 190 mil pessoas em diálise até o fim deste ano.
São cerca de 886 centros ativos no Brasil com o Norte e Nordeste sendo as regiões com menor disponibilidade de tratamento, em contraste com Sul e Sudeste, possuindo mais centros de diálise.
A doença renal costuma avançar em silêncio, sem sintomas marcantes nas fases iniciais e é alimentada por fatores muito comuns no país como a hipertensão e diabetes. No Brasil a hipertensão foi a principal causa de doença renal terminal (37%), seguida de diabetes (31%).
A hemodiálise é a forma mais frequente de tratamento e a diálise peritoneal responde pela minoria dos casos (3,8%). O financiamento das terapias é feito majoritariamente via SUS (75,6%) e planos privados respondem por menos de 25% das fontes pagadoras.
A hemodiálise costuma ser feita três vezes por semana, por cerca de 4 horas por sessão, em clínicas especializadas. A diálise peritoneal permite tratamento em casa, geralmente à noite, dando mais autonomia a quem se adapta a esse método. Ambas salvam vidas, mas exigem reorganizar trabalho, família, alimentação e deslocamento.
O transplante de rim é a melhor opção e costuma oferecer melhor qualidade e expectativa de vida que a diálise a longo prazo. Em 2023, o Brasil realizou mais de 6 mil transplantes renais para uma fila de espera que somava mais de 32 mil adultos e 335 crianças. Em 2024, a fila chegou a cerca de 42.838 à espera de um rim. Esses números mostram demanda reprimida e a importância de ampliar a doação de órgãos.
O SUS reajustou a remuneração da diálise em 2023, mas Estados e municípios vêm complementando valores para reduzir o “sucateamento” e manter os serviços abertos e o próprio Ministério da Saúde destacou a necessidade do reforço financeiro no anúncio do reajuste.
Como cuidar-se? Peça ao seu médico o exame de creatinina (para estimar a função dos rins) e o exame de urina. Quem tem pressão alta, diabetes, obesidade, histórico familiar de problemas renais ou tem mais de 60 anos deve redobrar a vigilância.
É necessário o controle de pressão preferencialmente para < 130/80 na maioria dos casos e controle a glicemia. Coma com menos sal e evite ultraprocessados, beba água de forma regular, não use anti-inflamatórios e outros remédios por conta própria. Parar de fumar além de melhor os pulmões, também protege os rins e o coração.
É necessário defender a diálise pois esta é vital ao doente renal e aos sistemas de saúde. Financiamento adequado, logística de transporte, equipe completa e oferta de todas as modalidades salvam anos de vida.
Os dados nacionais mostram que a rede cresce, mas ainda há desigualdade regional e alta mortalidade, necessitando políticas consistentes de prevenção e cuidados continuados desde as unidades básicas até a alta complexidade nos hospitais.
Para quem tem doença renal avançada, as saídas são manter a diálise ou transplantar quando houver indicação e órgão disponível. Podem ser candidatos a doadores os parentes próximos e, em casos selecionados, doadores não aparentados, após rigorosa avaliação médica e legal. O Brasil tem leis claras e uma rede de equipes transplantadoras experientes.
É possível trabalhar e estudar em diálise em grande parte dos casos organizando a rotina para três turnos semanais de hemodiálise ou optar pela peritoneal domiciliar, que dá mais flexibilidade para muitas pessoas.
O Dia Nacional da Diálise é um chamado à ação. Cuidar da pressão, do açúcar, do sal e fazer exames simples evita que milhares de brasileiros precisem de diálise. Já para quem depende dela, investimento estável, rede forte e transplante são a diferença entre sobreviver e viver com qualidade.

Fontes:

  • Censo Brasileiro de Diálise 2023 – SBN / JBN
  • Lei 14.650/2023 – institui a data oficial do Dia Nacional da Diálise.
  • ABTO/Registro Brasileiro de Transplantes
  • Ministério da Saúde / Portaria GM/MS 815 (2023)

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Por João de barros
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Especialista em Nefrologia e Clínica Médica; Membro titular da Sociedade Brasileira de Nefrologia Professor da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP); Mestre em Ciências da Saúde Preceptor de Clínica Médica. CRM 892 RQE 386
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