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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “É BOM ESTARMOS AQUI, POIS JESUS CRISTO,O FILHO DE DEUS, ESTÁ SEMPRE CONOSCO”
Rev. André Buchweitz Plamer

“É BOM ESTARMOS AQUI, POIS JESUS CRISTO,O FILHO DE DEUS, ESTÁ SEMPRE CONOSCO”

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 15 de fevereiro de 2026 às 00:59
Por Rev. André Buchweitz Plamer 2 meses atrás
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Amados irmãos e irmãs em Cristo, “(19) Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês. (20) Acima de tudo, porém, lembrem disto: ninguém pode explicar, por si mesmo, uma profecia das Escrituras Sagradas. (21) Pois nenhuma mensagem profética veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando anunciavam a mensagem que vinha de Deus. (2 Pe 1.19b-21).”
Todavia, há momentos na vida em que desejamos que o tempo pare. Desejamos que o tempo fosse como uma fotografia em nossas mãos para contemplarmos as misericórdias de Deus. Desejamos que estes momentos únicos não terminem, mas se eternizem. Este momento de alegria profunda, de paz, de certeza. Um reencontro esperado, uma resposta de oração, um culto em que o coração arde ao ouvir o Evangelho, pois queremos de imediato sentir a alegria de estarmos na presença de Deus. Nessas ocasiões, quase que espontaneamente dizemos: “É bom estarmos aqui!” Ainda mais se estivéssemos no lugar dos discípulos de Jesus. Creio que nós também disséssemos: “É bom estarmos aqui!”
Essas palavras ecoam diretamente do Evangelho de hoje. No monte da transfiguração, ao ver Jesus resplandecendo em glória, Pedro exclamou: “— Como é bom estarmos aqui, Senhor! Se o senhor quiser, eu armarei três barracas neste lugar: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias.” (Mt 17.4 – NTLH). Ele queria permanecer naquele momento. Queria construir tendas, fixar residência na glória. Mas ainda não era o momento, ainda tinha muito o que fazer. Assim também nós, conhecemos a graça e reconhecemos as promessas de Deus, mas ainda há trabalho para ser feito. Pessoas precisam ouvir a respeito do poder e da graça de Deus que quer em Cristo receber todos. Mas é bom estamos aqui. Isso podemos dizer sem medo, pois aqui tempos o Cristo Jesus o filho de Deus. O Senhor e Redentor.
O tema que nos guia hoje é: “É bom estarmos aqui, pois Jesus Cristo, o Filho de Deus, está sempre conosco.” Mas, precisamos compreender algo fundamental: é bom estarmos aqui não apenas quando vemos glória, mas também quando enfrentamos cruz; não apenas no monte, mas também no vale; não apenas quando sentimos a presença de Cristo, mas porque Ele prometeu estar conosco todos os dias. O salmista Davi diz: “Ainda que eu ande por um vale escuro como a morte, não terei medo de nada. Pois tu, ó Senhor Deus, estás comigo; tu me proteges e me diriges.” Hoje, as pessoas querem e buscam a Jesus na maioria das vezes apenas para pedir bençãos, poucos o buscam com o objetivo de reconhecer sua obra Salvadora e sua presença nas dores e sofrimentos.
Neste sentido hoje, vamos nos guiar na perspectiva de que as leituras bíblicas nos apontam por meio dos textos de: O Filho entronizado e digno de honra (Salmo 2), conforme o lembrete do Salmo. Também veremos um Deus que chama, recebe os pescadores, no seu Monte Santo, e lá revela sua aliança em glória para fazer habitação com o seu povo. Conforme o (Êxodo 24). Por sua vez quando podemos ler o texto de 2 Pedro 1.16-21, lá encontramos um testemunho seguro da Palavra, e Pedro lembra que ele próprio é testemunha da glória de Cristo, o Filho de Deus que dá muita alegria. E por fim todas as coisas se completam na plena alegria dos discípulos que enxergam ao seu, nosso Senhor glorificado, se mostrando a todos para que também nós tenhamos em Cristo a certeza da vida, e vida plena, sem contar que a cena da transfiguração é a expressão a não estamos sozinhos. Também revela que Cristo é Deus de vivos e não de mortos, fato pelo registro da conversa de Jesus com Moisés e Elias. Mas para que isso tudo seja verdadeiro foi preciso que o mesmo Cristo transfigurado completasse sua obra na cruz, e por isso ele sai da glória e assume o nosso sofrimento, morte, a morte de cruz. Tudo isso para, ao final, compreenderemos por que realmente é bom estarmos aqui.
Vejamos agora por partes para entendermos tudo o que já falamos e começamos nossa reflexão com o Salmo 2. O Salmo 2 é um salmo messiânico. Ele começa mostrando a rebelião das nações contra o Senhor e contra o seu Ungido. Mas Deus responde com soberania: “Ele diz: “Já coloquei o meu rei no trono lá em Sião, o meu monte santo.” (Sl 2.6 – NTLH)”.
E o Senhor declara ao Rei: “‘Você é meu filho; hoje eu me tornei seu pai.” (Sl 2.7 – NTLH). Aqui está a identidade de Jesus. Ele não é apenas um mestre, não é apenas um profeta — Ele é o Filho de Deus, o Rei estabelecido pelo próprio Senhor.
O salmo termina com um chamado: “Adorem o Senhor com temor. Tremam e se ajoelhem diante dele… Felizes são aqueles que buscam a proteção de Deus!” (Sl 2.12 – NTLH). Vejam: o Filho é Rei, mas também é refúgio. Ele é soberano, mas também é Salvador. Ele governa as nações, mas acolhe o pecador arrependido. E nenhum outro faz isso somente Jesus nos conhece e se compadece.
É bom estarmos aqui porque não estamos diante de um líder qualquer. Estamos diante do Filho eterno, o Rei entronizado, aquele em que encontramos a proteção. Por sua vez, a cena da presença de Deus no Antigo Testamento é mostrada e de certo modo antecede a transfiguração de Cristo. Pois o nossos Deus é Deus vivo. Diz o livro de Êxodo, Moisés sobe ao monte Sinai. Ali, Deus sela sua aliança com o povo. O texto diz: “Moisés pegou o sangue das bacias, borrifou o povo com ele e disse: — Este é o sangue que sela a aliança que o Senhor fez com vocês quando deu todos esses mandamentos.” (Êx 24.8 – NTLH).
Depois disso, Moisés sobe ao monte, e lemos: “A glória do Senhor desceu sobre o monte, e para os israelitas a luz parecia um fogo que queimava lá no alto. A nuvem cobriu o monte durante seis dias, e no sétimo dia o Senhor, lá da nuvem, chamou Moisés.” (Êx 24.16-17 – NTLH).
O monte, a nuvem, a glória, a voz — todos esses elementos reaparecem na transfiguração. No Sinai, Deus revela sua santidade. O povo treme. Há distância. Há temor. Há mediação. Mas, em Mateus 17, algo extraordinário acontece: a glória não está apenas sobre o monte — ela está em Jesus. Ele é o próprio cumprimento da aliança. O sangue da antiga aliança apontava para o sangue do Cordeiro de Deus. No Sinai, o povo não podia se aproximar. Na transfiguração, os discípulos estão ao lado da própria glória encarnada. É bom estarmos aqui porque a glória que antes estava envolta em nuvem agora tem rosto, tem voz, tem nome: Jesus Cristo.
Lá estava Pedro, ele não esqueceu aquele dia no monte. Anos depois, ele escreve: “Nós não estávamos contando coisas inventadas quando anunciamos a vocês a vinda poderosa do nosso Senhor Jesus Cristo, pois com os nossos próprios olhos nós vimos a sua grandeza.” (2Pe 1.16 – NTLH). E continua: “Nós estávamos lá quando Deus, o Pai, lhe deu honra e glória. Ele ouviu a voz da Suprema Glória dizer: “Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria!”’” (2Pe 1.17 – NTLH). Pedro lembra que ouviu a voz do Pai. Ele viu o Cristo glorificado. Mas o que é surpreendente é que Pedro afirma algo ainda mais forte: “Assim temos mais confiança ainda na mensagem anunciada pelos profetas. Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês.” (2Pe 1.19 – NTLH). A experiência foi grandiosa. Mas a Palavra é segura. Nós não estivemos no monte da transfiguração. Não vimos a face de Cristo resplandecer. Mas temos algo firme: a Palavra profética, o testemunho apostólico, as Escrituras inspiradas.
É bom estarmos aqui porque Cristo está presente na sua Palavra. Onde o Evangelho é pregado, ali o Filho de Deus fala. Onde a absolvição é anunciada, ali o Rei concede perdão. Onde a Ceia é celebrada, ali o próprio Cristo está presente. Nossa fé não está baseada em fábulas, mas no testemunho confiável da revelação divina. É por isso podemos confiar no evangelista Mateus relata em Mateus 17: “Ali, eles viram a aparência de Jesus mudar: o seu rosto ficou brilhante como o sol, e as suas roupas ficaram brancas como a luz.” (Mt 17.2 – NTLH).
Moisés e Elias aparecem. A Lei e os Profetas testificam de Cristo. Pedro, maravilhado, diz: “Senhor, como é bom estarmos aqui!” (Mt 17.4 – NTLH). Mas, então a nuvem os envolve e uma voz declara: “Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria. Escutem o que ele diz!” (Mt 17.5 – NTLH). A ordem é clara: escutem-no. A transfiguração não é fuga da cruz. Logo após esse evento, Jesus desce do monte e caminha rumo a Jerusalém. Rumo à cruz. A glória não elimina o sofrimento — ela o antecede.
Os discípulos queriam permanecer no monte. Jesus os conduz ao vale. Porque a missão ainda não estava cumprida. E aqui está o ponto central do nosso tema: é bom estarmos aqui, mas Cristo não nos mantém isolados da realidade. Ele desce conosco. Ele caminha conosco. Ele está conosco.
Permitam-me uma ilustração: Certa vez, um pai levou seu filho pequeno para o topo de uma montanha ao amanhecer. Depois de uma longa caminhada, chegaram ao alto. O sol começou a surgir no horizonte, tingindo o céu de laranja e dourado. O menino, encantado, disse: “Pai, vamos morar aqui! É perfeito!” O pai sorriu e respondeu: “É lindo mesmo, meu filho. Mas não podemos ficar. Temos que descer.” O menino ficou triste. Mas ao iniciarem a descida, o pai segurou firmemente sua mão. No meio do caminho, o terreno era íngreme. O menino escorregou, tropeçou, sentiu medo. Então olhou para o pai e perguntou: “Você ainda está comigo?” O pai respondeu: “Eu estava com você lá em cima, e estou com você aqui embaixo também.” Meus irmãos, a transfiguração é o topo da montanha. A cruz é o vale. A nossa vida alterna entre momentos de luz e momentos de sombra. Mas a promessa é esta: o Pai entregou o Filho por nós. O Filho caminha conosco. No monte e no vale. É bom estarmos aqui — não porque a vida é sempre luminosa — mas porque Cristo está conosco em todo caminho.
Hoje também estamos aqui como pecadores que muitas vezes caem. Temos medo. Temos dúvidas. Enfrentamos enfermidades, crises familiares, desafios ministeriais, angústias interiores. Mas o Cristo glorificado continua dizendo: “Levantem-se e não tenham medo!” E mais ainda: Ele prometeu estar conosco até o fim dos tempos. É bom estarmos aqui — na igreja, na comunhão dos santos, na escuta da Palavra — porque aqui Cristo nos serve. Ele está presente: Na Palavra pregada. No Batismo que nos fez filhos. Na Santa Ceia, onde seu corpo e sangue nos são dados para perdão dos pecados. Não estamos sozinhos.
Queridos amigos: Pedro disse: “Senhor, como é bom estarmos aqui!” Sim, Pedro, é bom. Mas não porque a experiência foi emocionante. Não porque a vista era bonita. Não porque a sensação era agradável. É bom porque Jesus estava ali. Hoje também podemos dizer: é bom estarmos aqui. É bom estarmos aqui: Porque o Filho de Deus reina. Porque a aliança foi selada com sangue. Porque a Palavra é segura. Porque Cristo nos toca e nos levanta. Porque Ele não nos abandona no vale. Porque Ele caminha conosco até a eternidade. E chegará o dia em que não diremos mais “é bom estarmos aqui” apenas por um momento passageiro. Chegará o dia em que não desceremos mais do monte. Chegará o dia em que veremos o Filho em toda sua majestade — não mais pela fé, mas face a face. Até lá, seguimos. Descemos do monte. Enfrentamos a cruz. Mas jamais sozinhos. Porque Jesus Cristo, o Filho de Deus, está sempre conosco. E por isso, sim — com fé, com esperança, com confiança — podemos dizer: É bom estarmos aqui. Em nome de Jesus. Amém!

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Rev. André Buchweitz Plamer 15 de fevereiro de 2026 15 de fevereiro de 2026
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