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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > João de Barros > Estresse Crônico
João de Barros

Estresse Crônico

João de barros
Ultima atualização: 30 de novembro de 2025 às 01:34
Por João de barros 3 horas atrás
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O estresse sempre esteve presente na vida humana, porém nunca foi tão constante e tão intenso quanto agora. A rotina acelerada, o acúmulo de responsabilidades, as demandas do ambiente de trabalho e a insegurança econômica transformaram a sensação de alerta em algo permanente para milhões de pessoas. Quando esse estado deixa de ser passageiro e se prolonga no tempo, surge o estresse crônico. Ele não apenas rouba energia e alegria, mas também compromete a saúde física e emocional de forma profunda e silenciosa.
Pesquisas recentes chamam a atenção para a dimensão do problema. Um levantamento global publicado em 2025 revelou que cerca de 35 por cento dos adultos afirmam sentir estresse com frequência, com índices levemente maiores entre mulheres do que entre homens. Esse dado, embora elevado, não surpreende quando observamos que o ritmo de vida moderno tem se tornado cada vez mais exigente. No Brasil, a situação é igualmente alarmante. Uma pesquisa internacional divulgada em 2024 mostrou que aproximadamente 42 por cento dos brasileiros vivem em estado de tensão constante, colocando o país entre os mais estressados do mundo. Esses números ajudam a entender por que o estresse crônico vem sendo tratado como um problema de saúde pública.
O corpo humano foi criado para enfrentar situações pontuais de perigo, não para viver em alerta ininterrupto. Quando o estresse se torna constante, o organismo libera hormônios que, em excesso, começam a causar danos. Estudos publicados pela American Heart Association mostram que pessoas expostas a altos níveis de estresse por longos períodos apresentam maior risco de desenvolver doenças do coração, mesmo quando não possuem fatores de risco tradicionais. Pesquisas científicas analisadas por universidades dos Estados Unidos e da Europa também demonstram que o estresse prolongado aumenta a inflamação no corpo e prejudica a imunidade, além de agravar dores crônicas, alterar o apetite, prejudicar o sono e dificultar a concentração.
A pandemia de covid-19 ampliou significativamente esse cenário. Segundo a Organização Pan Americana da Saúde, a crise sanitária provocou um aumento substancial dos casos de ansiedade, depressão e estresse prolongado, consequência do isolamento, do luto e da instabilidade social. Muitos profissionais de saúde relatam que, mesmo após o fim das medidas restritivas, a sensação de sobrecarga permaneceu entre grande parte da população.
O estresse crônico não surge de forma repentina. Ele se instala aos poucos enquanto a pessoa tenta se adaptar às pressões diárias. Surgem sinais como cansaço persistente, irritabilidade, dificuldade para dormir, falta de concentração, palpitações, mudanças de apetite e perda de interesse por atividades comuns. Com o tempo, esses sintomas passam a interferir no trabalho, nas relações pessoais e na capacidade de viver com tranquilidade. Apesar disso, muitas pessoas continuam ignorando esses sinais por acreditarem que estresse é apenas um efeito colateral da vida moderna.
No entanto, reconhecer esses sintomas é fundamental. Buscar ajuda médica ou psicológica pode evitar complicações e permitir a retomada do equilíbrio. Assim como acontece com outras condições de saúde, quanto mais cedo o estresse crônico é identificado, maior a chance de recuperação. O tratamento pode envolver psicoterapia, reorganização da rotina, atividades físicas regulares, ajustes no sono e estratégias de manejo emocional. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos, sempre sob orientação profissional.
Contudo, a responsabilidade sobre o estresse crônico não deve recair apenas sobre cada indivíduo. A sociedade contemporânea, marcada por jornadas longas, pressão por resultados e pouco espaço para descanso, cria terreno fértil para o esgotamento. Por isso, especialistas apontam que combater o estresse crônico requer também mudanças coletivas. Ambientes de trabalho mais saudáveis, políticas que incentivem equilíbrio entre vida pessoal e profissional e maior acesso a serviços de saúde mental são medidas essenciais para transformar este cenário.
Ainda assim, pequenas atitudes pessoais podem fazer grande diferença. Dormir bem, praticar exercícios, manter laços sociais, reservar tempo para lazer e estabelecer limites claros na agenda ajudam a reduzir o impacto do estresse sobre o corpo e a mente. Além disso, conversar abertamente sobre o assunto com familiares e amigos diminui o isolamento e fortalece redes de apoio.
Falar sobre estresse crônico é falar sobre qualidade de vida. Em um mundo acelerado, reconhecer a importância do descanso e do cuidado emocional é uma forma de preservar saúde, relações e propósito. A vida não precisa ser corrida o tempo todo. E quanto mais entendermos os efeitos do estresse crônico, mais estaremos preparados para construir rotinas mais humanas e equilibradas.

Referências
• World Mental Health Day, 2024
• American Heart Association, 2022.
• Organização Pan Americana da Saúde (OPAS), 2022.

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Especialista em Nefrologia e Clínica Médica; Membro titular da Sociedade Brasileira de Nefrologia Professor da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP); Mestre em Ciências da Saúde Preceptor de Clínica Médica. CRM 892 RQE 386
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