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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “TUDO O QUE JESUS FEZ E DEIXOU REGISTRADO É PARA QUE CREIAMOS E TENHAMOS A VIDA POR MEIO DELE.”
Rev. André Buchweitz Plamer

“TUDO O QUE JESUS FEZ E DEIXOU REGISTRADO É PARA QUE CREIAMOS E TENHAMOS A VIDA POR MEIO DELE.”

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 12 de abril de 2026 às 07:12
Por Rev. André Buchweitz Plamer 4 horas atrás
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Amados irmãos e irmãs em Cristo, “Naquele mesmo domingo, à tarde, os discípulos de Jesus estavam reunidos de portas trancadas, com medo dos líderes judeus. Então Jesus chegou, ficou no meio deles e disse: — Que a paz esteja com vocês!” (João 20.19 – NTLH).


Essa cena é profundamente humana. Os discípulos estão escondidos, trancados, com medo, confusos, inseguros. Eles haviam caminhado com Jesus, tinham ouvido suas palavras, presenciado seus milagres, mas agora tudo parecia desmoronado. A cruz ainda estava muito viva em suas memórias. A esperança parecia ter sido sepultada. E é exatamente nesse cenário que Jesus aparece. Assim também acontece em nossas vidas.

Quando tudo parece perder a ordem e o sentido, então, quando baixamos a guarda: da hipocrisia, do egoísmo, da nossa prepotência, aí percebemos que na verdade Deus sempre esteve ao nosso lado e no comando das situações.


Estamos no 2º Domingo de Páscoa, e ainda ressoa entre nós a poderosa mensagem: Cristo ressuscitou! Ele vive! A morte foi vencida! Mas precisamos reconhecer algo importante: essa verdade não foi imediatamente compreendida nem vivida com plenitude pelos primeiros discípulos. Era muita informação para seguidores que haviam presenciado os horrores da crucificação. Num contexto que A cada vez que havia a interferência dos Romanos, em desordem social, como pode ser considerado o alvoroço do julgamento injusto de Jesus, era de se notar que o pau quebrara. Do mesmo, modo, hoje em dia quando, muitas vezes nós também vivemos entre a fé e o medo, entre a esperança e a dúvida, com os discípulos não foi diferente. Somos pessoas diferentes em contexto diferentes, mas com as mesmas dificuldades em nossos contextos causados pelo medo e sofrimento que o pecado trás.


Isso nos leva a um fato de que enquanto o mundo segue seu ritmo — já pensando no próximo evento, na próxima programação, no próximo compromisso — nós, como Igreja, permanecemos centrados na cruz e a ressurreição. Porque ali está o coração da nossa fé. Ali está o fundamento da nossa esperança.


Para o cristão, a Páscoa não é um dia apenas. É uma realidade permanente. É um fato contínuo que não perde a sua validade. A ressurreição de Cristo não é uma lembrança distante, mas uma verdade viva que transforma o presente e garante o futuro.


Nosso Deus não é um Deus de improvisos. Ele é um Deus de ordem, de propósito, de salvação planejada desde a eternidade. Tudo o que aconteceu — a encarnação, a cruz, o túmulo vazio — foi cuidadosamente conduzido para que a salvação chegasse até nós. E por meio de nós, do nosso testemunho chegará até as outras pessoas.


E aqui está algo essencial: não existe verdadeira paz fora da Palavra de Deus. O ser humano pode buscar em muitos lugares, mas somente em Cristo encontramos paz verdadeira.


E isso nos leva ao coração do Evangelho de hoje. O apóstolo João escreve: “Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenham vida por meio dele.” (João 20.31 – NTLH). Tudo o que está registrado nas Escrituras tem esse propósito: gerar fé. Confiança plena, inabalável de que somente a fé n obra Redentora de Cristo Jesus é o caminho para a vida eterna. O único caminho. E, por meio dessa fé, conceder vida na realidade presente e no futuro.


Hoje veremos, à luz dos textos bíblicos, como a ressurreição de Cristo: gera fé em meio ao medo, também fortalece o testemunho, sustenta nas provações e conduz toda a criação ao louvor. A criação sente-se consolada pela morte de Jesus na Cruz, pois ela visualiza que Deus é um Deus de Palavra e cumpre a restauração e por isso o louva ao seu Criador.

  1. Sendo assim, com a ressurreição de Cristo gera fé em meio ao medo (João 20.19-31), pois aponta para a vida em plenitude. O Evangelho nos leva para dentro de uma casa fechada. As portas estão trancadas. O medo domina o ambiente. Os discípulos não estão celebrando — estão escondidos. Talvez assim como muitos hoje que vivem agoniados em seus pecados, pois ainda não conhecem e sabem que Jesus pode e quer perdoar todo o pecado que tanto tem nos incomodado.
    Vejamos: Isso é muito importante, pois mesmo, após ouvirem sobre a ressurreição, eles ainda não compreendiam plenamente. A fé deles era frágil. A sombra dos acontecimentos pairava sobre eles. Assim como nós quando viemos ou presenciamos uma situação difícil, não é fácil de esquecer, nem de ir para adiante, ficamos trancado/travados em nossas ações. Ficamos presos aos fatos.
    É exatamente nestes contextos que Jesus também age hoje, a exemplo de como agiu, logo após a Ressurreição. Jesus, sem que portas sejam abertas, Jesus aparece. Ele age, leva a sua paz, paz essa que o mundo não pode dar. Somente Cristo, a própria paz.
    Jesus não entra com repreensão. Ele não chega com julgamento. Ele vem com uma palavra: “Que a paz esteja com vocês!”
    Essa paz não é apenas um cumprimento. É um presente. É a paz conquistada na cruz. É a reconciliação entre Deus e os homens. É desta paz que mais tarde Paulo irá falar a respeito, ao escrever aos Filipenses, quando lhes diz: “E a paz de Deus, que ninguém consegue entender, guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com Cristo Jesus. (Fp 4.7 – NTLH)”
    Jesus mostra suas mãos e o seu lado. Ele não esconde suas feridas. Porque são justamente essas marcas que confirmam a salvação. Mas há alguém que não está ali: Tomé.
    Quando os outros discípulos contam o que viram, Tomé reage com incredulidade. Ele quer provas. Ele quer ver. Ele quer tocar. E, de certa forma, ele expressa algo muito comum ao ser humano: a dificuldade de crer apenas pela Palavra. Oito dias depois, Jesus aparece novamente. E desta vez, Ele fala diretamente com Tomé. Jesus conhece sua dúvida. E vai ao seu encontro. Isso é profundamente consolador: Cristo não abandona aquele que duvida. Ele vem ao encontro dele. A respeito deste amor de Jesus já nos fora anunciado em Isaías: “Não esmagará um galho que está quebrado, nem apagará a luz que já está fraca. Com toda a dedicação, ele anunciará a minha vontade. (Is 42.3 – NLTH)”
    E então no caso de Tomé, nós ouvimos a confissão: “Meu Senhor e meu Deus!” Essa é uma das declarações mais completas de fé em toda a Escritura. E Jesus responde: “Felizes os que não viram, mas assim mesmo creram!” Aqui estamos nós. Nós não vimos com os olhos. Mas cremos pela Palavra. A fé verdadeira não nasce da visão, mas da revelação de Cristo por meio da sua Palavra.
  2. Com a fé vem o ato de testemunhar, mesmo em meio à oposição (Atos 5.29-42). Com isso me parece impossível alguém que se confessa cristão, não falar de Jesus. Se no Evangelho vemos discípulos com medo, em Atos vemos homens transformados. O que mudou? Eles encontraram o Cristo ressuscitado. Agora, diante das autoridades, eles afirmam com coragem: “É mais importante obedecer a Deus do que aos seres humanos!”
    Eles são perseguidos, açoitados, humilhados. Mas algo impressionante acontece: eles saem alegres. Sim, alegres. “Os apóstolos saíram do Conselho muito alegres porque Deus havia achado que eles eram dignos de serem insultados por serem seguidores de Jesus.” (Atos 5.41 – NTLH)
    Isso não é natural. Isso é fruto da fé. Eles tinham certeza de algo: Cristo vive. E nada pode separar o cristão dessa verdade. Por isso continuam pregando diariamente. A fé verdadeira não se cala. Ela testemunha. Mesmo quando isso custa caro. Isso nos faz compreender por que preferível morrer do que negar a fé, pois a vida verdadeira começa em Cristo e permanece Nele.
    E aqui há um chamado para nós: em um mundo que muitas vezes rejeita o Evangelho, somos chamados a permanecer firmes. Não com arrogância. Mas com fidelidade.
  3. Com isso entendemos que a fé nos sustenta nas provações (1 Pedro 1.3-9). Pedro escreve para cristãos que estão sofrendo. E ele começa com louvor:
    “Louvemos o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo! Por causa da sua grande misericórdia ele nos deu uma nova vida por meio da ressurreição de Jesus Cristo.” Veja que importante: a ressurreição não é apenas um fato histórico. Ela é a base da nossa nova vida. Pedro fala de uma esperança viva. Uma herança que não pode ser destruída. Mas ele não ignora a realidade do sofrimento.
    “Mesmo que agora seja necessário que vocês fiquem tristes por algum tempo por causa de muitas provações. Aqui é importante que NUNCA esqueçamos: A fé não elimina a dor. Mas transforma a maneira como enfrentamos a dor. As provações não são sinais de abandono de Deus. São momentos em que a fé é refinada. É polida como o metal para que se extraia o seu verdadeiro brilho.
    Assim como o ouro é purificado pelo fogo, a fé é fortalecida nas dificuldades. E então Pedro diz algo maravilhoso: “Vocês o amam, embora nunca o tenham visto.” Isso nos inclui diretamente. Nós não vimos Jesus fisicamente. Mas o amamos. Porque Ele se revelou a nós pela Palavra.
  4. Além da palavra é importante observar que também toda a criação louva a Deus (Salmo 148). O Salmo 148 é um grande convite ao louvor. Tudo é convocado: céus, anjos, sol, lua, estrelas, montanhas, animais, reis, povos. Toda a criação reconhece a grandeza de Deus. Nós também devemos reconhecer e louvar, exaltar ao Senhor e Criador.
    E agora, à luz da ressurreição, entendemos ainda mais profundamente esse louvor. O maior motivo de adoração é a salvação realizada em Cristo. A criação louva ao Criador. E nós, redimidos por Cristo, nos unimos a esse coral. Cantamos glórias ao bondoso Deus. Nossa fé não é silenciosa. Ela se expressa em louvor.
    Neste sentido, lhe convido a imaginar: Uma pessoa que recebe uma carta de alguém muito querido. Nessa carta está escrito que essa pessoa venceu uma grande batalha, está viva e voltará em breve. Mas quem recebe a carta duvida. Guarda a carta. Não lê. Continua vivendo como se tudo estivesse perdido. Um dia, alguém pega a carta e lê em voz alta. Explica cada palavra. Mostra que é verdadeira. E então tudo muda. A tristeza dá lugar à alegria. O medo se transforma em esperança. A vida ganha novo sentido. Assim é o Evangelho. A Bíblia é essa carta viva. Tudo o que foi escrito sobre Jesus — sua vida, sua morte, sua ressurreição — tem um propósito: gerar fé. E quando essa mensagem é ouvida e crida, tudo muda.
    O que isso significa para nós hoje? Quando o medo bater à sua porta, lembre-se: Jesus entra mesmo com as portas fechadas e diz: “Paz esteja com você.” Quando surgirem dúvidas, não se afaste da Palavra. Foi nela que Tomé encontrou Cristo.
    Quando enfrentar oposição, lembre-se dos apóstolos: vale mais obedecer a Deus. Quando passar por sofrimentos, confie: sua fé está sendo fortalecida. Quando sentir que sua fé é fraca, lembre-se: ela não depende da sua força, mas da fidelidade de Cristo. Permaneça na Palavra. É ali que Cristo se revela. É ali que a fé é alimentada.
    Queridos irmãos, TUDO o que Jesus fez e deixou registrado tem um propósito claro: Que você creia. E que, crendo, tenha vida por meio dele. A fé não nasce dos sentimentos. Ela nasce da Palavra. Cristo morreu. Cristo ressuscitou. Cristo vive. E hoje Ele vem até você — por meio desta Palavra — e diz: “Não duvide, mas creia.” (João 20.27 – NTLH). E então, junto com Tomé, nós confessamos: “Meu Senhor e meu Deus!” E assim temos vida. Vida verdadeira. Vida eterna. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 12 de abril de 2026 12 de abril de 2026
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