Questões como automação da planta, remetem a viabilização produtiva, isto é: dificilmente uma produção industrial se viabiliza sem automação mínima.
Facilitar o controle dos aparelhos eletrônicos de um ambiente é o básico quando se pensa na automação de uma edificação. Por trás deste fator está um sistema capaz de garantir maior eficiência energética e a capacidade de economizar recursos. Isto faz com que a cada dia mais espaços, não só residências, mas também comerciais e industriais, sejam controlados por uma única fonte que supervisiona o rendimento e o estado de cada eletrônico.
É possível ter pleno controle sobre o funcionamento de todas as unidades e controlar o nível de temperatura, vazão e outros pontos fundamentais para o funcionamento do sistema. E o melhor: analisar o desempenho de cada um em tempo real, diminuindo a manutenção e eventuais problemas. Profissionais do setor de HVAC afirmam que o investimento do sistema se paga ao longo do tempo e ainda valoriza o local onde foi aplicado.
Em razão destas vantagens muitos edifícios já contam com a automação desde sua concepção. Tal conceito já vem sendo usado em todos os tipos de construções: prédios comerciais, hospitais, hotéis, shopping centers, indústrias entre outros. Desta forma, vamos mostrar como a aplicação desta tecnologia pode contribuir com o desempenho dos climatizadores em edificações de grande e pequeno porte.
A necessidade de se controlar sistemas e processos industriais existe e tem sido crescente ao longo do tempo. O controle manual, primeira forma de controle utilizada pelo homem, ainda está presente em muitos processos e apresenta a necessidade de um operador humano com conhecimento do processo assim como do sistema. Esse operador precisa possuir larga experiência e habilidade a fim de evitar acidentes e conseguir obter o máximo rendimento energético dos equipamentos e, por conseguinte, do processo como um todo. O operador, mesmo bem treinado e qualificado, está sujeito a cometer erros que podem resultar em falhas no controle do processo. Assim, hoje em dia, para garantia de uma operação com maior confiança e padronização, têm-se aplicado sistemas automáticos de controle na indústria. Contudo, com o avanço da tecnologia, os sistemas de controle automático de processos estão ainda mais complexos, tornando-se muitas vezes ineficazes em termos de redução do consumo de energia, pois contrastam com outras diretivas de controle oriundas de metas de produção que levam o sistema a operar fora do ponto de maior eficiência energética. Estes controles exigem uma solução de compromisso entre a eficiência energética e metas do processo produtivo. Isso tem desencadeado uma busca por novos métodos e estratégias de controle tais como: controle multivariável, controle adaptativo, controle preditivo e sistemas de controle baseado em inteligência artificial, cuja finalidade é incluir ações visando à eficiência energética no sistema de controle.
A técnica de Eficiência Energética, com um olhar de associar a Digitalização e Indústria 4.0. Neste tipo de otimização nas linhas de produção não temos a intenção de detalhar as técnicas de Eficiência Energética, até porque há diversos materiais publicados de boa qualidade, mas pensamos que, podemos agregar alto valor no quesito digitalização, criando um roteiro claro de como evoluir esta técnica, visando a Fábrica Digital, naturalmente, com produção otimizada no uso de energia.
Com a digitalização das áreas da sociedade, onde na indústria temos o conceito de Indústria 4.0, no qual vamos descrever um pouco mais em detalhes, remetendo todo este novo contexto na área de energia, temos a Energia 4.0.
Podemos apontar quais seus principais elementos dentro deste conjunto: Eficiência Energética: fazer mais com menos; Energias Renováveis: sustentabilidade ambiental; Autoprodução: geração no local e compartilhamento; Digitalização: gestão em tempo real e inteligente. [email protected]