Oito meses depois do polêmico acidente em que Gato Preto e Bia Miranda estiveram envolvidos em São Paulo, o Ministério Público de São Paulo enfim decidiu tomar medidas contra os influenciadores, considerados responsáveis pelo episódio.
Em uma denúncia divulgada nesta segunda-feira (13/4), o órgão argumentou que Samuel Sant’Anna, o Gato Preto, seria responsável pela tentativa de homicídio contra as vítimas que estava no carro atingido pelo automóvel de luxo do influenciador em 20 de agosto de 2025.
Além disso, a Bia Miranda, então companheira do possível réu e que estava no banco do carona do veículo, também recebeu a proposta de pagamento de uma indenização de R$ 150 mil pelas “infrações de menor potencial ofensivo”.
O segurança do influenciador, que acompanhava o carro do ex-casal, também é citado na denúncia. Além da denúncia por omissão de socorro às vítimas, o funcionário é acusado de tentar alterar a cena do acidente e pode escapar da responsabilização criminal após o pagamento de uma indenização no valor de R$ 10 mil.
Relembre o acidente causado por Gato Preto e Bia Miranda
A bordo de um carro de luxo, avaliado em mais de R$ 200 mil, Gato Preto avançou um sinal vermelho em alta velocidade no dia 20 de agosto, colidindo contra a lateral de outro veículo que atravessava uma avenida em São Paulo (SP).
Após a colisão, além de não prestar assistência, ele ameaçou uma das vítimas e teria rido da situação. Com a então namorada, Bia Miranda, que estava no carro durante o acidente, eles deixaram o local do acidente, auxiliados pelo segurança.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostraram que Gato Preto e Bia Miranda estavam em uma festa, fazendo uso de bebida alcoólica, momentos antes do crime.
A conduta, segundo o Ministério Público, foi “marcada pelo risco consciente de produzir o resultado morte, evidenciada pelo estado de alteração causado por álcool e drogas, pela velocidade incompatível com a via e pelo desrespeito à sinalização”.
Até o momento, Gato Preto e Bia Miranda ainda não se pronunciaram sobre o episódio. O espaço segue em aberto.
Fonte: Metrópoles

