Enquanto o preço da gasolina está chegando aos R$ 10,00 e o do gás de cozinha na casa dos R$ 200,00, o presidente da República elegeu como prioridade reunir seus assessores para livrar da condenação penal seu apaniguado político, o Deputado troglodita Daniel Silveira. É inimaginável que um Chefe de Estado eleja como mais urgente livrar um condenado da cadeia do que poupar o povo dos preços insuportáveis dos combustíveis. Trata-se de um retrato fiel do governo que temos. Sua plateia, evidentemente, gostou de sua postura porque o presidente não joga para os pobres e para aqueles que tem o orçamento apertado. Sua preocupação é com os que ligam suas motos e jet skis nos finais de semana para aplaudi-lo.
O presidente da República adora um conflito, mesmo que depois tenha que desdizer em outros recintos tudo que disse para seu distinto público. Ao preferir chamar seus assessores para encontrar uma saída para seu protegido político Daniel Silveira e não os reunir para que encontrem uma solução para conter o aumento dos preços dos combustíveis, porquanto aquela a conduta agradaria seus adeptos, o presidente atesta, em firme postura, que para ele o que mais interessa é tocar nos assuntos de grande repercussão midiática e que inflamem o ambiente político do que, efetivamente, governar para o bem estar do povo brasileiro.
Seria convinhável que o presidente tivesse a consciência de que medidas para conter os preços dos combustíveis e, consequentemente, a inflação são mais úteis do que causar um frenesi nacional para livrar um deputado condenado, que prima por não compreender sua verdadeira função republicana, do cumprimento da pena. O país clama por uma governança séria que nos direcione para o desenvolvimento. O atual período é para arrumar a casa pesadamente afetada pelos efeitos deletérios da pandemia e não para atirar o país num clima de guerra desnecessário. Somente um dirigente irresponsável poderia cogitar de tal despropósito.
O indulto que o país deseja é de se livrar dos escorchantes preços dos combustíveis, da inflação que subtrai a cidadania e dos retrocessos que tiraram o país do caminho do desenvolvimento. Pelo particular caso do Deputado Daniel Silveira deve ele próprio cuidar de sua defesa e das consequências de seus atos irresponsáveis. O estado brasileiro não pode se dar ao despropósito de ter um governante que não se interessa pelas mazelas do povo e que reserva seu tempo para cuidar de seus protegidos que – como ele – estão mais preocupados com a balbúrdia institucional do que valorar o pavilhão que ostenta orgulhosamente a máxima positivista de ordem e progresso.
Enquanto o preço da gasolina está chegando aos R$ 10,00 e o do gás de cozinha na casa dos R$ 200,00, o presidente da República elegeu como prioridade reunir seus assessores para livrar da condenação penal seu apaniguado político, o Deputado troglodita Daniel Silveira. É inimaginável que um Chefe de Estado eleja como mais urgente livrar um condenado da cadeia do que poupar o povo dos preços insuportáveis dos combustíveis. Trata-se de um retrato fiel do governo que temos. Sua plateia, evidentemente, gostou de sua postura porque o presidente não joga para os pobres e para aqueles que tem o orçamento apertado. Sua preocupação é com os que ligam suas motos e jet skis nos finais de semana para aplaudi-lo.
O presidente da República adora um conflito, mesmo que depois tenha que desdizer em outros recintos tudo que disse para seu distinto público. Ao preferir chamar seus assessores para encontrar uma saída para seu protegido político Daniel Silveira e não os reunir para que encontrem uma solução para conter o aumento dos preços dos combustíveis, porquanto aquela a conduta agradaria seus adeptos, o presidente atesta, em firme postura, que para ele o que mais interessa é tocar nos assuntos de grande repercussão midiática e que inflamem o ambiente político do que, efetivamente, governar para o bem estar do povo brasileiro.
Seria convinhável que o presidente tivesse a consciência de que medidas para conter os preços dos combustíveis e, consequentemente, a inflação são mais úteis do que causar um frenesi nacional para livrar um deputado condenado, que prima por não compreender sua verdadeira função republicana, do cumprimento da pena. O país clama por uma governança séria que nos direcione para o desenvolvimento. O atual período é para arrumar a casa pesadamente afetada pelos efeitos deletérios da pandemia e não para atirar o país num clima de guerra desnecessário. Somente um dirigente irresponsável poderia cogitar de tal despropósito.
O indulto que o país deseja é de se livrar dos escorchantes preços dos combustíveis, da inflação que subtrai a cidadania e dos retrocessos que tiraram o país do caminho do desenvolvimento. Pelo particular caso do Deputado Daniel Silveira deve ele próprio cuidar de sua defesa e das consequências de seus atos irresponsáveis. O estado brasileiro não pode se dar ao despropósito de ter um governante que não se interessa pelas mazelas do povo e que reserva seu tempo para cuidar de seus protegidos que – como ele – estão mais preocupados com a balbúrdia institucional do que valorar o pavilhão que ostenta orgulhosamente a máxima positivista de ordem e progresso.