O caso do imigrante congolês morto numa briga de rua adquiriu repercussão nacional e internacional; subempregados, travestidos de trabalhadores, antes honrados pelos petistas, mas injustiçados pelo capitalismo selvagem, agora são chamados de milicianos e racistas. São criminosos.
À conveniência da demagógica esquerda, esse grupo de desordeiros e o Brasil, mais uma vez, foram separados entre bons e maus; são os “desumanos” de um lado e os “humanos” do outro.
Há de tudo nesse caldeirão social: “milicianos”, “bolsonaristas”, “antropólogos”, “sociólogos” e “historiadores” baratos.
Uma coisa é DISCORDAR que o assassinato do imigrante congolês seja racismo e outra coisa é CONDENAR gratuitamente acusando de fascista, racista e como negacionista do racismo quem desse absurdo discorda, inclusive, atribuindo isso à “extrema direita”. É uma aleivosia.
Assim aparece a patética patrulha esquerdista, pretensamente, humanitária e dos direitos humanos, auto intitulada curadora dos pobres e injustiçados, moralista, cuja empatia e compaixão pelo imigrante congolês MOÏSE é algo apenas virtual, mas o alheamento, indiferença e até o desprezo pelas classes inferiores é bem real, pois a adjetivação de “humana” está longe de ser verdadeira; é equivocada, pois essa burguesia socialista não dá nem água para pinto.
Se, de fato, quisesse ajudar, que passasse um PIX para a família enlutada e deixasse da fazer farofa.