No último domingo, 6, a Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que abriu uma investigação para apurar denúncias feitas por parentes do congolês Moïse Kabagambe de intimidação por PMs. Embora até o início do fim de semana a corporação tenha afirmado que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), era responsável pela apuração, neste domingo a PM decidiu abrir a investigação própria.
A PM pediu à delegacia uma cópia das imagens das câmeras de segurança do quiosque Biruta, vizinho ao Tropicália, onde o congolês foi espancado e morto. Além disso, também pediu uma cópia do depoimento do cabo Alauir de Mattos Faria, apontado como dono do quiosque vizinho ao Tropicália após a concessionária Orla Rio, que administra os estabelecimentos, declarar que ele ocupava o lugar irregularmente. Já a defesa do PM alega que a dona do lugar é a irmã de Alauir, Viviane. E que ele costumava ir ao local apenas para ajudá-la.

