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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “ADVENTO: ÉPOCA DA ESPERA DO NASCIMENTO DE JESUS, MAS AGORA ESPERAMOS O REI GLORIOSO PARA NOS LEVAR À ETERNIDADE.”
Rev. André Buchweitz Plamer

“ADVENTO: ÉPOCA DA ESPERA DO NASCIMENTO DE JESUS, MAS AGORA ESPERAMOS O REI GLORIOSO PARA NOS LEVAR À ETERNIDADE.”

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 30 de novembro de 2025 às 01:46
Por Rev. André Buchweitz Plamer 3 horas atrás
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Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Macapá – Congregação Cristo Para Todos; também atua como Missionário em Angola e Moçambique | Foto Arquivo Pessoal
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Queridos irmãos e irmãs em Cristo, “(1) Fiquei alegre quando me disseram: “Vamos à casa de Deus, o Senhor.” (2) E agora aqui estamos, dentro de Jerusalém. (122.1-2).”
Entramos novamente no tempo precioso do Advento, essa época da Igreja marcada pela expectativa, pela preparação e pela esperança. Advento não é apenas lembrar que Jesus nasceu; é reconhecer que Ele virá outra vez, agora não mais como criança na manjedoura, mas como Rei Glorioso que virá nos levar à eternidade. E quando será isto? Temos tempo para ir com Jesus ou vamos estar ocupados demais? Sem dúvidas, muitos pensam que isso não tem cabimento, inclusive alguns cristãos pensam que ainda se Jesus voltar ainda dará tempo de repensar suas vidas. Entendem errado.
Vivemos em um mundo acelerado, impaciente e inquieto. Tudo é para “agora”, “logo”, “imediato”. A dimensão da espera parece incompatível com o ritmo moderno. No entanto, Deus nos chama hoje a recuperar o santo significado da espera — não a espera ansiosa ou incerta, mas a espera confiante, fundamentada nas promessas de Deus. Esperar nas promessas de Deus é deleitar-se na certeza de irá acontecer a vinda do Senhor, mas não precisamos ficar medrosos. Todavia, a expectativa da espera fundamenta-se na certeza de que cedo ou tarde este tempo de Deus se cumprirá.
Por isso o Advento nos faz olhar para três direções ao mesmo tempo- Primeiro aspecto a ser pensado é que o Advento nos faz olhar “Para trás”, para Belém, onde o Salvador nasceu humilde. Cumprimento da promessa e a certeza de que a esperado Salvador visível está concretizada na pessoa de Cristo Jesus. Também, somos levados no Advento a olharmos “Para dentro”, examinando o coração e preparando-o para Cristo. Afinal, o povo de Deus vive num permanente meditar na Palavra de Deus e vê só nesta Palavra, como sendo as Palavras que dão a Vida Eterna em Cristo. É assim um contate preparo. Terceiro aspecto a ser pensado e observado é que um olhar “Para frente”, para a promessa certa e gloriosa de que Ele virá novamente. Como nos diz o texto de Apocalipse 1.7: “Eis que ele vem com as nuvens, e todos o verão, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dele. Assim será! Amém.”
Pensando neste sentido a completude maravilhosa para o qual nos apontam os textos de hoje vamos perceber que os textos de hoje nos ajudam a viver esse movimento espiritual. Vejamos por exemplo: O Salmo 122 nos convida à alegria de ir à casa do Senhor, pois na casa de Deus, Deus revela a grandeza do Reino de Deus em toda a sua glória pela Palavra ouvida a ser vivida diariamente. Por sua vez Isaías 2 nos aponta para os últimos dias e para o reinado de paz do Messias, uma paz que excede todo humano entendimento e aponta para a beleza e maravilha de vivemos na presença e eternamente com Cristo. Mas, entendemos que em Romanos 13, a Palavra nos desperta do sono espiritual e nos chama a viver como filhos da luz. Filhos que devem fugir de todos os pecados. Filhos que vivem com o desejo de estar longe dos pecados e para isso querem e devem se guiar pelos 10 mandamentos. E em Mateus 24 nos recorda que esse mesmo Rei virá novamente sem aviso. Quando será? Será para governar mil anos literais? Ou será o dia do juízo. Claro! Que será para o dia do Juízo, onde os servos de Deus serão recebidos nos céus.
Para nos ajudar na reflexão a respeito da espera e vinda do Senhor, creio que podemos nos usar desta ilustração: “Certa vez, uma família esperava um parente querido que morava há muitos anos em outro país. A data da visita foi marcada, mas o horário exato da chegada não. Eles prepararam a casa, arrumaram o quarto, deixaram tudo pronto. Cada som de carro na rua fazia o coração bater mais forte. Não era ansiedade ruim — era alegria antecipada. Eles sabiam que ele viria. Não sabiam quando, mas estavam prontos. A preparação não era um peso, mas parte da alegria. Assim também é o Advento. Esperamos a vinda de Cristo, não no nascimento de uma criança, mas na forma de Rei Glorioso.
Não sabemos o momento exato da vinda de Cristo — mas sabemos que Ele virá.
Por isso, preparamos coração e vida não com medo, mas com alegria, amor e esperança. Tão logo o Advento é tempo de alegria na presença de Deus – Salmo 122 – E o Salmo 122 começa com palavras que também são nossas hoje, o Salmista diz: “Estou alegre porque me disseram: ‘Vamos à casa do Senhor!’” (Sl 122.1 – NTLH)
O Advento é uma época de alegria espiritual, não de tensão. Não é temporada de pânico religioso, nem de sentimentalismo vazio; é tempo de alegria santa. A alegria do salmista não era pelas festividades, mas pela presença de Deus no templo. A vinda de Deus em Cristo Jesus deve ser motivo de alegria. Se não for, estou compreendendo a fé e a pregação da Palavra de modo errado.
Vejamos, imaginem só: Se o povo antigo já se alegrava ao subir fisicamente a Jerusalém, quanto mais nós, que sabemos que Cristo é o nosso verdadeiro templo, podemos nos alegrar em Sua presença! E por quê? Porque Ele veio ao mundo por nós. Habitou conosco e está em nós pelo Santo Batismo e continua vindo a nós por meio da Santa Ceia. Isto nos mostra que Ele permanece conosco. E porque Ele virá novamente. A alegria do Advento é sustentada por essa tríplice certeza. O salmista também ora: “Peçam a paz para Jerusalém.” (Sl 122.6 – NTLH). Também nós podemos orar e clamar que Deus venha em sua paz estar conosco. A palavra “paz” aqui é shalom — plenitude, bem-estar, integridade. O Advento lembra que Cristo é o Príncipe da Paz, e que Seu Reino é de justiça e reconciliação. Enquanto esperamos o Rei glorioso, oramos pela paz, vivemos pela paz e caminhamos na paz.
Também o Advento aponta para os últimos dias e para o Reino de Paz – Isaías 2.1-5: Aqui o profeta Isaías, séculos antes do nascimento de Jesus, teve uma visão extraordinária, ele registrou o futuro, diz ele: “Nos últimos dias o monte do Templo do Senhor será o mais importante… Todas as nações se reunirão em volta dele.” (Is 2.2 – NTLH). Aqui Isaías vê o reinado final do Messias — não um reinado político, mas espiritual e eterno. O Advento é isso: lembrar que a história está caminhando para Cristo. Deus mediante os profetas anunciou tudo quanto hoje enxergamos. E tudo quanto ainda viveremos já foi anunciado a muito tempo. Também foi anunciado que terá o tempo de o Salvador receber os salvos em Seu Reino e assim será.
O profeta ainda escreve: “Ele será o juiz das nações… Eles transformarão as suas espadas em arados e as suas lanças em foices.” (Is 2.4 – NTLH). Que promessa maravilhosa! O mundo cansado de guerras, violência, injustiça e medo receberá um Rei que trará paz verdadeira. Esse texto ecoa no nosso tempo, quando vemos guerras, divisões, ódio, intolerância e ansiedade. Mas Isaías aponta: o fim da história pertence a Cristo. E ainda o profeta conclui: “Venham, descendentes de Jacó, e vamos viver na luz que o Senhor nos dá!” (Is 2.5 – NTLH).
Enquanto esperamos, vivemos na luz, não nas trevas. O Advento não é fuga do mundo — é compromisso renovado de viver como agentes da luz de Cristo até que Ele volte.
Por isso no Advento somos chamados ao despertar espiritual – Romanos 13.11-14, neste sentido Paulo nos convoca com palavras fortes e urgentes: “Está na hora de vocês acordarem, pois a nossa salvação está agora mais perto do que quando começamos a ter fé.” (Rm 13.11 – NTLH)
Paulo fala como quem acende uma luz num quarto escuro. O advento é um chamado para acordar — acordar da indiferença, da rotina vazia, da fé adormecida, dos vícios escondidos, das obras das trevas. Ele continua: “Vivamos decentemente, como pessoas que vivem na luz do dia.” (Rm 13.13 – NTLH).
Como viver na luz? Ele resume tudo num único mandamento: “Pois os mandamentos… se resumem neste aqui: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo.’” (Rm 13.9 – NTLH). Não existe preparo para a volta de Cristo que não passe pelo amor. O Advento é tempo de praticar o amor: perdão, misericórdia, reconciliação, cuidado, compaixão. E então Paulo diz: “Revistam-se do Senhor Jesus Cristo.” (Rm 13.14 – NTLH). Essa é a essência do Advento: vestir-se de Cristo, viver para Ele, deixar que Sua luz brilhe em nós. Afinal ele vem de modo humilde diariamente até nós e se mostra perdoador, preocupado com a nossa situação pecadora. Jesus quer nos dar o perdão. Mas este tempo da graça irá se fechar. E quando fechar-se o tempo não terá mais tempo.
Visto que o Rei virá sem aviso – Mateus 24.36-44, por isso que Jesus nos adverte com amor: “Mas ninguém sabe quando chegará aquele dia… Nem os anjos do céu, nem o Filho. Somente o Pai é que sabe.” (Mt 24.36 – NTLH). Ainda dá tempo de mudar, mas quanto tempo temos? O dia de mudança é hoje. Não podemos esperar o amanhã. O Amanhã a Deus pertence. É hoje o dia da mudança de pecador impenitente para pecador arrependido e convencido de que sem Jesus não pode e nem terá salvação.
Por isso o Advento não é apenas lembrança — é vigilância. Jesus continua: “Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia o seu Senhor vai chegar.” (Mt 24.42 – NTLH).
Cristo não nos chama a medo, mas a uma vida desperta, consciente, preparada. Ele acrescenta: “Fiquem também vocês preparados, porque o Filho do Homem chegará na hora em que vocês não estiverem esperando.” (Mt 24.44 – NTLH)
É preciso juízo! Cuidado, muito cuidado! Pois, o mundo vive distraído, anestesiado, perdido em suas próprias preocupações. Mas nós vivemos em vigilância, não paranoia; em esperança, não desespero; em santidade, não descuido. Vivemos, para Cristo. Abandonamos os pecados e lutamos contra eles, vivemos ansiosos para em Cristo vivermos sob a proteção dos mandamentos de Deus que são um verdadeiro escudo de amor divino nos protegendo e alertando contra as terríveis consequências do pecado.
Queridos irmãos, o Advento é um tempo precioso para a Igreja e para nossa vida espiritual. É o tempo em que: Nós contemplamos o nascimento humilde do Salvador; Nós examinamos nossa vida à luz da Palavra; Nós olhamos para frente, para a vinda gloriosa do Rei. O tema que nos guia — “Advento: época da espera do nascimento de Jesus, mas agora esperamos o Rei Glorioso para nos levar à eternidade” — nos lembra que: Não somos um povo sem rumo; Não vivemos abandonados no caos do mundo; Não estamos à deriva em meio às trevas. Nós sabemos para onde a história caminha. E sabemos quem está vindo: Jesus Cristo, nosso Salvador e Rei. Cabe recordar que o Salmo 122 nos chamou à alegria. Isaías 2 nos mostrou o futuro de paz. Romanos 13 nos despertou para a vida na luz.
Mateus 24 nos lembrou que Ele virá sem aviso. Então, como vivemos enquanto esperamos? Resposta: Com alegria na presença de Deus. Com esperança no futuro prometido. Com amor ao próximo. Com vida santa. Com o coração preparado. Com os olhos fixos em Cristo. Com confiança plena na promessa da ressurreição e da vida eterna. Assim, vivamos este Advento com profundidade espiritual, lembrando que: Ele veio. Ele vem agora pela Palavra e pelos sacramentos. Ele virá novamente para nos buscar. E naquele dia — o grande Dia — não mais haverá lágrimas, nem guerras, nem feridas, nem cansaço, nem dor. Porque o Rei Glorioso nos levará para Sua eternidade de paz. “Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20)

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Rev. André Buchweitz Plamer 30 de novembro de 2025 30 de novembro de 2025
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