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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Ivonete Teixeira > Buracos de Tatu: das cavernas aos bunkers da modernidade
Ivonete Teixeira

Buracos de Tatu: das cavernas aos bunkers da modernidade

Ivonete Teixeira
Ultima atualização: 28 de março de 2026 às 22:56
Por Ivonete Teixeira 10 horas atrás
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Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga clínica e institucional, especialista em gestão pública.
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Desde os primórdios da humanidade, o homem cava. Cava para se proteger, para se esconder, para sobreviver. Nas eras mais remotas, as cavernas eram abrigo contra o frio, os predadores e o desconhecido. Hoje, em pleno século XXI, os “buracos de tatu” assumem novas formas: são os sofisticados bunkers subterrâneos, adquiridos por milionários que, temerosos de colapsos globais, guerras ou catástrofes, preparam-se para sobreviver isolados.
O que mudou, afinal? A tecnologia avançou, mas a psique humana continua ecoando medos ancestrais. A ciência arquitetônica está cada vez mais desenvolvida, no entanto o risco de destruição em massa é gigantesco!
Sob a ótica da psicologia social, o ser humano é, por natureza, gregário. Vive em grupo, constrói laços, estabelece relações de pertencimento. No entanto, paradoxalmente, também cria divisões. Classifica, hierarquiza, separa. As antigas tribos deram lugar às classes sociais, aos guetos econômicos, às bolhas ideológicas.
O filósofo Thomas Hobbes já alertava, no século XVII, que “o homem é o lobo do homem”. Em sua visão, sem a presença de um poder regulador, a humanidade tenderia ao caos, à guerra de todos contra todos. Essa perspectiva, embora dura, ainda encontra ecos na contemporaneidade.
Na modernidade, o economista Thomas Malthus introduziu uma teoria inquietante: o crescimento populacional superaria a capacidade de produção de alimentos, tornando inevitáveis crises, fome e guerras como mecanismos de controle. Embora amplamente criticada, sua teoria influenciou políticas e pensamentos que, direta ou indiretamente, legitimaram desigualdades e conflitos.
Ao longo da história, percebe-se um padrão recorrente: grupos que disputam poder, recursos e influência. Em muitos momentos, há indícios — ainda que controversos — de alianças estratégicas entre elites, financiando conflitos ou manipulando narrativas para manter hegemonias. Surgem, então, as chamadas “teorias da conspiração”. Algumas carecem de provas concretas; outras encontram respaldo em episódios históricos documentados de guerras financiadas, intervenções políticas e interesses econômicos ocultos.
Karl Marx analisou essas dinâmicas ao afirmar que a história da humanidade é a história da luta de classes. Quanta divisão, tristeza e dor sua teoria da luta de classes produziu no passado e continua manipulando sociedades inteiras, mesmo já sendo desmoralizada sua tese de que só a luta armada e o comunismo podem trazer igualdade entre as sociedades. Já Michel Foucault aprofundou o debate ao mostrar como o poder se infiltra nas estruturas sociais, moldando comportamentos, discursos e até verdades.
Sem fraternidade verdadeira, respeito ao ser humano em sua cultura e condição, os buracos de tatus só crescerão e a ilusão de salvação para uns e sofrimento para outros continua até o caos total!
Entre fatos e interpretações, uma questão permanece: até que ponto o homem constrói seus próprios abismos?
Os “buracos de tatu” contemporâneos — esses bunkers luxuosos — não são apenas estruturas físicas. São símbolos. Representam o medo do outro, a descrença no coletivo, a tentativa de sobreviver sozinho em um mundo que sempre exigiu cooperação.
No Livro de Gênesis, Deus diz a Abraão que sua descendência será incontável como incontáveis são as estrelas do céu e os grãos de areia das praias do mar. Isso significa que somos todos irmãos, iguais na criação divina e que a Palavra divina prevalecerá!
Mas há uma contradição essencial: ninguém se salva sozinho.
A história também nos revela outra face da humanidade. Em meio às guerras, surgem atos de solidariedade. Em tempos de crise, florescem gestos de empatia. Em cenários de dor, o amor insiste em resistir.
Uma mística da Igreja Católica, Chiara Lubich criou um Movimento durante a segunda grande guerra que tinha por Ideal a Unidade, viver o Evangelho em meio aos bombardeios que aconteciam em 1942 na cidade de Trento, norte da Itália, onde ela, jovem estudante de Filosofia foi obrigada a parar seus estudos para iniciar um Chamado, deixando seus pais nas montanhas e nos abrigos anti – aéreos, nos buracos de tatus da época e sentiu em seu jovem coração juntamente com suas primeiras companheiras de ficar e construir um Mundo Unido.
Ilusão de jovens? Não, este Movimento existe até os nossos dias, espalhado nos cinco continentes da Terra, sob o nome Focolari e respeita e convive com religiões, culturas, idades e conceitos teológicos distintos do catolicismo mas reunidas em torno de um aspecto poderoso: Deus – Amor!
Filósofos, espiritualistas e pensadores de diferentes épocas apontam para uma verdade mais profunda: a evolução humana não se dá apenas pela tecnologia ou pelo poder, mas pela consciência. Pela solidariedade, pelo respeito recíproco e pelo amor ágape, o amor crístico. Mundo Unido, nova humanidade desde o século passado até os dias atuais.
Talvez o grande dilema não seja entre viver em cavernas ou bunkers, mas entre viver no medo ou na confiança.
Ao final, não serão os esconderijos que definirão o destino da humanidade, mas as escolhas que fazemos enquanto sociedade. A paz não nascerá do isolamento, mas do encontro. O perdão não surgirá do medo, mas da compreensão. O amor não florescerá nos subterrâneos, mas nos corações que se abrem.
E assim, contrariando os ciclos de destruição, podemos vislumbrar um futuro diferente: não em buracos de tatus, mas em novos céus e nova terra — onde o homem deixa de ser lobo e aprende, finalmente, a ser irmão.
“Conheço outra humanidade…”

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Ivonete Teixeira 28 de março de 2026 28 de março de 2026
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Professora, historiadora, coach practitioner em PNL, neuropsicopedagoga clínica e institucional, especialista em gestão pública.
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