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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rogerio Reis Devisate > CONTEINERIZAÇÃO DA SOCIEDADE
Rogerio Reis Devisate

CONTEINERIZAÇÃO DA SOCIEDADE

Rogerio Reis Devisate
Ultima atualização: 12 de abril de 2026 às 07:31
Por Rogerio Reis Devisate 8 horas atrás
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Rogerio Reis Devisate Advogado. Defensor Público/RJ junto ao STF, STJ e TJ/RJ. Palestrante. Escritor. | Foto:Arquivo Pessoal.
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Antes da invenção dos contêineres, o transporte de mercadorias era caótico. A inspeção era feita fisicamente e a logística era complexa, demorada e cara. Havia caixas e pacotes de todas as formas e tamanhos, espalhados pelos portos, guardados nos armazéns e transportados para dentro e fora dos navios que, por sua vez, eram cada vez maiores e mais numerosos.


Após o surgimento do contêiner, tudo foi sendo padronizado. Não importava o que cada um carregava e sim o peso, para fins de manuseio. O armazenamento nos portos e nos navios foi facilitado. O padrão adotado foi expurgando as variações.

Portos e navios tiveram que mudar.


A humanidade segue o mesmo processo, no mundo atual, que é mais do que mercantilmente globalizado, pois com o advento da internet, otimização das telecomunicações e a chegada da IA, são mais facilmente ultrapassadas as fronteiras culturais e de acesso à informação.


Cada vez mais caminhamos para o desenho padronizado da humanidade, que vai prosperando e levando-nos a modelos de padronização que facilitem a gestão e o controle, tanto do ponto de vista político quando econômico.


É mais fácil produzir e vender 50 tipos diferentes de hambúrguer ou trabalhar apenas com os 5 que mais agradam à maioria? Tudo acaba sendo visto diante das lentes da economia de custos, da gestão de pessoas, da otimização da produção e do transporte e do aumento dos lucros. Isso ocorre no ensino e em praticamente tudo o que pudermos elencar, salvo as áreas onde a exclusividade seja a tônica.


Cabem várias situações, nesse singelo e despretensioso exemplo da produção de hambúrguer. Falando em sociedade, temos que as minorias acabam sofrendo e os que preferem viver de modo diferente acabam encontrando barreiras e sendo tratados à margem do sistema dominante. Isso tudo contribui para a padronização da sociedade, que caminha para a sua conteinerização.


Notemos que a década de 1990 foi momento importante para plantar essas diretrizes, porquanto a Europa foi reunificada em torno de aliança continental e do Euro, não houve grandes guerras no mundo, a globalização conseguiu penetrar até em áreas da União Soviética, a China prosperou, a Alemanha foi reunificada e as inovações digitais se irradiaram e ganharam o mundo.


Em certa medida, tudo caminhou para uma padronização… em tudo! Até os potentes cinemas indiano e coreano, que têm as suas peculiaridades, trabalham segundo um padrão global, por isso conseguindo conquistar mérito e espaço internacional.


As comidas também foram se padronizando. Hoje há pratos da culinária mundial nas c-pitais e nas grandes cidades. As roupas foram ganhando um perfil global. Antes, apenas as grandes cidades eram cosmopolitas. Hoje, há características semelhantes em vários locais do mundo.


O estrangeiro é menos identificado como tal, numa média global, ficando distante no tempo a ideia de estrangeiro etimologicamente significando “estranho”, diferente ou de outro lugar.

Facilmente, pela difusão do aprendizado de línguas, pela facilidade dos aplicativos de celular e de aviões cruzando o mundo, há turistas circulando com tanta desenvoltura que essa questão do estrangeiro diferente não é tão frequente, pois roupas, hábitos, comunicação e alimentação estão convergindo para uma mistura globalizante.


O mesmo ocorre no âmbito da I.A. A inteligência artificial a todos alcança e alcançará, de modo idêntico. Isso não tende a ocorrer no sentido de proporcionar às pessoas todas vantagens e alegorias de futurística vida de fartura e ócio feliz, sem que seja preciso trabalhar ou onde tudo ocorra de forma linear, harmoniosa e sensata.


Diferenças pontuais e globais poderão deixar de existir. A sociedade tende a ser cada vez mais conteinerizada, pois isso facilita o controle político e a comercialização do que dá lucro e ela consumirá, seja por produtos advindos do ocidente ou do oriente, pois ambos competirão pelo mesmo comprador. A questão é que iremos sendo arrebanhados e reduzidos a leitores apenas das manchetes dos noticiários, sem ter sendo crítico para enfrentar textos mais profundos. Se toda a cultura e informações estiver no banco de dados do futuro e a IA for “a ferramenta” de intermediação entre tudo isso e o interesse popular de informação, iremos deixando de pensar, de refletir, de criticar, para “consultar” se e quando necessário. Algo semelhante ocorreu com o advento das calculadoras, pois a galera não faz conta de cabeça.


Vamos alimentar um espaço vazio de informações coletivas. Um grande banco de dados. Enquanto isso, iremos esvaziando a alma, a alegria espontânea, as histórias individuais, as vivências, as experiências, a ousadia e a arte.


As quebras de paradigma irão escassear, até porque ficará mais difícil que minorias consigam demonstrar o acerto de seus saberes, que não se encaixarão nas estruturas homogeneizadoras desse processo de conteinerização. Cada vez mais as pessoas perceberão que vivem num mundo onde “o que não existir nas redes, no google”, não existe!


Com isso, vamos participando do maior espetáculo da terra e sendo objeto de profilaxia e controle, tratados como cobaias no maior experimento global e sem qualquer sorte de regras.


Muitos não percebem o contexto. Nada mais natural, pois a maioria vai mesmo seguindo as ondas do momento, caminhando feliz enquanto segue o Flautista de Hamelin rumo ao seu destino não declarado. Notemos que, mesmo enquanto o Titanic afundava, muitos se recusaram a sair do navio e entrar nos botes salva-vidas, defendendo a ideia de que seria impossível o afundamento do grande navio. Quando a usina nuclear de Chernobyl explodiu, o Partido Comunista da União Soviética negava o fato e afirmava que os reatores não poderiam ter explodido.


Assim somos, agarrados em esperanças, em salvadores da pátria e na ideia de que no fim tudo dará certo, inclusive indagando o motivo pelo qual não se param certos avanços tecnológicos que se diz ser potencialmente catastróficos. A questão é que tudo isso envolve uma corrida tecnológica, vaidade – sim, claro – e muito, muito dinheiro. Nenhuma empresa aeroespacial, bélica ou de Inteligência Artificial seria capaz de frear o progresso. Aliás, convenhamos, se uma pa-rar, as outras tomarão o seu lugar. Não se freia, repentinamente, um trem carregado e que segue em alta velocidade, sob pena de grave acidente no seu descarrilamento.


Sobre a IA, em idos de 2015 se dizia que os riscos para a humanidade, decorrentes de uma força de inteligência artificial e superior aos humanos, só ocorreria em alguns séculos. Atualmente, se diz que isso está prestes a ocorrer… Haverá a substituição do pensamento humano pelo das máquinas e os nossos empregos, tal como conhecidos, deixarão de existir para tanta gente. Só os melhores e mais adaptados tecnologicamente remanesceriam empregados segundo os padrões atuais. A grande massa ficaria de fora, inclusive dos benefícios e vantagens. Infelizmente, é crível que veremos dupla conteinerização da sociedade: uma com todas as vantagens e benefícios, para poucos; outra com um padrão sujeito à tutela de poder e sujeita a qualquer movimento de dominação, informação, credulidade, alimentação, moradia e plasticidade de sentimentos.

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Rogerio Reis Devisate 12 de abril de 2026 12 de abril de 2026
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