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• A morte de pessoas em bairros da Capital do Amapá é o retrato cruel da absoluta falta de oferta de saúde pública no Amapá.
• Má gestão e corrupção impedem a prosperidade e a felicidade de um povo; o governo do Amapá comprova isso há 30 anos.
• Nesta coluna, domingo a domingo, deixei cristalino a crueldade dos governantes que são aliados na exploração de nossa gente.
• A organização é poderosa, pois a cada investigação realizada sobre os crimes há uma resposta dos maus gestores e corruptos no sentido de uma acusação falsa (assassinato de reputação) sobre quem investiga para pará-la, para impedir que o investigador – este que aqui escreve e outros – sigam em frente.
• Através da linha do tempo, no período de 2006 a 2021, relatei como os crimes se interligam e não são apurados, apesar de todas as evidências citadas. Os fatos foram postos nas linhas desta coluna e expostos para o leitor.
• Neste domingo, darei sequência ao ciclo de reportagens que demonstraram para o Brasil o percurso do desvio de dinheiro público que tirou do povo amapaense, além da vida de parentes e amigos, a esperança criada pela Assembleia Nacional Constituinte, que gerou as condições necessárias para que vivêssemos em um estado-modelo para o país.
• O Constituinte Nacional foi sábio e generoso com nossa gente ao criar condições para que nossos governantes desenvolvessem a região e transformassem nosso estado num dos mais pujantes e modernos da federação brasileira.
• Foi destinado constitucionalmente verba pública, que os demais estados não dispõem, qual seja, o pagamento da folha de servidores da União à disposição do Amapá, que iniciou com valor anual – atualizado – de cerca de R$3.000.000.000,00 (3 bilhões de reais), o que equivale a mais de 50% do orçamento estadual.
• Esse recurso era destinado a regularizar as terras do estado, construir portos, aeroportos, malha de distribuição de energia elétrica, permitir incentivos fiscais para atrair investidores na indústria, interligação das áreas de produção ao comércio local e aos portos e aeroportos que permitissem seu escoamento, gerando emprego e renda para o povo do Amapá. Então, por que não temos nada disso e o povo vive na miséria, em condição de permanente necessidade?
• A resposta está nos oito artigos que compõe o mosaico do genocídio cometido contra nossa gente, contra os amapaenses. O enorme volume de recursos destinados pelo Brasil ao Estado do Amapá é mal gerido há cerca de 30 anos e, também, desviado para famílias que enriqueceram com o dinheiro da União, dinheiro cuja finalidade era e é o desenvolvimento do nosso estado, não o de alguns escolhidos.
• As perguntas que se apresentam são: 1) Por que os órgãos encarregados da investigação nunca perceberam ou não agiram para evitar esses crimes? 2) Por que os que tentaram investigar esses crimes foram falsamente acusados por autoridades que deveriam ser conjuntamente responsáveis pelas investigações ou, minimamente, apoiar a investigação?
• Mostrei, ao longo dos capítulos precedentes nesta série sobre “a origem do dinheiro que compra o voto dos amapaenses e rouba seus direitos” que o governador Waldez Goés usou de acordos espúrios (extorsão de credores); realizou desvio de verba do FUNDEB para pagamento de cabos eleitorais (através de acordos em ações, sem contestação de fatos, na Justiça do Trabalho), além de desviar verbas do SUS por meio de compras superfaturadas de medicamentos, sendo que, por ocasião da pandemia da Covid-19, os recursos destinados a esse atendimento, mais de 57 milhões, foram desviados, em parte. Apresentei detalhes que demonstram que os desvios de dinheiro público ocorrem sistematicamente, através do tempo, e que seria impossível sua efetivação sem a participação do gestor do Estado.
• Mas porque os responsáveis ficam impunes? Iniciam-se investigações, mas os verdadeiros responsáveis são protegidos por um aparato das esferas do poder.
• Descrevi que meu trabalho para dar origem ao Hospital Universitário, quando deputado, e para o aproveitamento de uma de suas alas, temporariamente, como centro de enfrentamento à Covid-19, suspenderam, em parte, apenas em parte, os efeitos imediatos da morte decorrente do desvio de verbas do SUS. Mas, que continuam a Má Gestão e a Corrupção. E estas são a causa, são os fatores que provocam a falta de melhor qualidade de vida dos amapaenses e impendem uma vida vivida com a dignidade que o ser humano necessita.
• Esses fatos, somados a compreensão de que a governança está nas mãos de eleitos – que podem ser mudados através do voto a cada 4 ou 8 anos (senadores), está gerando o despertar da população. Essa percepção aliada ao sofrimento decorrente da dor causada pela falta de oportunidades de trabalho, por doenças e pela morte de parentes e amigos, em função da Má Gestão e Corrupção praticada pelos maus eleitos, está gerando revolta e evidenciando que a política atual não é mais suportável. Os Sans-culottes do Amapá irão derrubar o Setentrião e adjacências…através do voto. É questão de tempo! Eu não pagaria para ver