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A Gazeta do Amapá > Blog > Bem Estar > Estudo afirma que encontrar amigas frequentemente ajuda a saúde mental
Bem Estar

Estudo afirma que encontrar amigas frequentemente ajuda a saúde mental

Redação
Ultima atualização: 27 de março de 2026 às 09:43
Por Redação 4 dias atrás
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Getty Images
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Em um cenário cada vez mais marcado por rotina corrida, excesso de demandas e pouco tempo para pausas reais, encontros entre amigas têm deixado de ser vistos apenas como lazer para ganhar um novo significado: o de cuidado emocional. Mais do que sair, jantar ou colocar o papo em dia, esses momentos funcionam, para muitas mulheres, como um espaço de acolhimento, identificação e respiro mental.

Conteúdos
Amizade feminina como espaço de acolhimentoEncontros que “recarregam”Um antídoto para a sobrecargaAutocuidado coletivoRotina corrida Leveza é necessidade emocionalMais presença, menos obrigação

Pesquisas recentes e conteúdos virais reacenderam o debate sobre o papel das amizades femininas no bem-estar psicológico. A ideia de que uma simples “girls’ night” pode ajudar a aliviar o estresse e recarregar as energias talvez pareça banal à primeira vista, mas especialistas afirmam que o efeito desses encontros pode ser mais profundo do que parece.

Segundo a psicóloga Candice Galvão, com especialização em psicologia clínica e neuropsicologia, existe uma razão emocional e até fisiológica para que tantas mulheres relatem sensação de alívio e leveza depois de estarem entre amigas.

Amizade feminina como espaço de acolhimento

Para a especialista, vínculos femininos funcionam como um espaço de validação, pertencimento e reconhecimento mútuo. Em outras palavras, estar entre amigas não é apenas uma distração da rotina — pode ser também uma forma de reorganizar emocionalmente o que está pesado.

“Do ponto de vista sócio-histórico, as mulheres foram ensinadas — geração após geração — a cuidar, sustentar a rotina e colocar as próprias demandas em segundo plano. Estar entre amigas cria uma ruptura nessa lógica: é um momento em que elas podem existir sem exigências, podendo ser acolhidas, nomear suas dores e compartilhar experiências que muitas vezes são comuns”, explica Candice.

Essa troca, segundo ela, ajuda a diminuir a sensação de isolamento e fortalece recursos internos importantes para o bem-estar. Quando mulheres se encontram, o que está difícil, muitas vezes, deixa de ser vivido de forma solitária.

Encontros que “recarregam”

A sensação de sair de um encontro com as amigas mais leve, menos tensa ou emocionalmente “recarregada” também tem explicação. De acordo com a psicóloga, momentos de escuta genuína e conexão emocional podem impactar diretamente a forma como o corpo responde ao estresse.

“Quando uma mulher é escutada sem julgamento e em sintonia emocional, o corpo reduz níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta a ocitocina, associada ao vínculo e à sensação de segurança”, afirma.

Na prática, isso significa que o chamado “recarregar” não está necessariamente ligado a grandes eventos ou programações especiais. Muitas vezes, ele acontece justamente no simples: uma conversa longa, uma risada espontânea, um desabafo sem filtro ou até o conforto de estar com pessoas diante de quem não é preciso performar o tempo todo.

Um antídoto para a sobrecarga

Na vida adulta, boa parte das relações femininas acaba sendo atravessada por papéis: mãe, profissional, cuidadora, filha, empreendedora, parceira. A amizade, por outro lado, costuma ser um dos poucos vínculos escolhidos, e isso faz diferença.

“É um espaço em que elas podem existir fora das funções, retomando partes de si que não cabem no cotidiano”, diz Candice.

Essa possibilidade de existir sem cobrança ajuda a explicar por que o convívio com amigas pode funcionar como um fator de proteção emocional. Conversar sobre dificuldades, rir de situações comuns ou simplesmente estar perto de quem entende a própria realidade pode reduzir a sensação de sobrecarga e aliviar sintomas de estresse e ansiedade.

Segundo a especialista, a amizade feminina opera como um “espaço de respiro”, oferecendo suporte emocional concreto e prevenindo o esgotamento.

Autocuidado coletivo

A ideia de autocuidado ainda costuma ser associada a práticas individuais: descanso, skincare, terapia, alimentação equilibrada ou tempo sozinha. Na avaliação da psicóloga, porém, esse conceito precisa ser ampliado.

“Autocuidado não é apenas práticas individuais; ele também é relacional. Rir, conversar, bagunçar a rotina com um café ou um jantar entre amigas — tudo isso ajuda a aliviar tensões internas. São pequenas pausas que funcionam como respiro psíquico, devolvendo vitalidade e equilíbrio”, pontua.

Isso significa que encontros simples, sem grandes planejamentos, também contam. Não é preciso transformar a amizade em evento, produção ou obrigação social para colher seus efeitos emocionais. Em certos casos, é justamente a informalidade que torna a experiência tão restauradora.

Rotina corrida 

Se as amizades ajudam a sustentar a saúde mental, a sobrecarga do dia a dia costuma ser justamente o que mais dificulta sua manutenção. Entre trabalho, casa, filhos e cansaço acumulado, muitas mulheres passam longos períodos sem convívio leve e prazeroso.

E isso, segundo Candice, tem impacto real.

“A sobrecarga crônica rouba exatamente os espaços que mais protegem a saúde mental. Quando a mulher passa longos períodos sem esses encontros, perde uma fonte importante de regulação emocional, conexão e suporte. Isso aumenta o risco de estresse prolongado, solidão e sensação de estar sempre no automático”, explica.

Leveza é necessidade emocional

Existe ainda uma tendência de subestimar encontros leves, como se apenas conversas profundas tivessem valor emocional. Para a psicóloga, entretanto, a leveza compartilhada é uma necessidade importante.

“Sem momentos de convivência segura e leve, o corpo permanece mais tempo em alerta, a mente fica mais rígida e a sensação de solidão aumenta”, afirma.

Por isso, até experiências simples — como um café, uma caminhada ou uma troca de áudios — podem funcionar como pausas de reorganização emocional.

Mais presença, menos obrigação

Se a ideia é incluir esse tipo de conexão na rotina, a recomendação é não transformar a amizade em mais uma tarefa.

Pesquisas recentes apontam que mulheres sentem necessidade de um encontro com amigas, em média, a cada 22 dias, o que reforça a importância de reservar espaço para esse tipo de vínculo no cotidiano.

Ainda assim, segundo Candice, o mais importante não é seguir uma frequência exata, e sim encontrar formas possíveis de manter essa troca viva.

“A chave é transformar esses encontros em pausas possíveis, não em compromissos rígidos. Mais importante do que a frequência é a intencionalidade”, orienta.

No fim, o valor desses encontros talvez esteja justamente no que eles devolvem: acolhimento, leveza e a chance de existir sem precisar dar conta de tudo.

Fonte: Metrópoles

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Redação 27 de março de 2026 27 de março de 2026
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