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A Gazeta do Amapá > Blog > Internacional > Cientistas dos EUA desenvolvem vacina infantil bivalente, contra caxumba e Covid
Internacional

Cientistas dos EUA desenvolvem vacina infantil bivalente, contra caxumba e Covid

Redação
Ultima atualização: 29 de julho de 2022 às 00:00
Por Redação 4 anos atrás
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Conteúdos
Detalhes do estudoNova possibilidade: proteção em gotasConclusões

Pesquisadores da Ohio State University obtiveram resultados animadores no estudo de uma vacina conjugada contra caxumba e Covid-19 desenvolvida para ser usada em crianças. 

O projeto busca incorporar a proteção contra o coronavíurs à vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), embora os cientistas tenham, neste momento, conseguido eficácia mais significativa contra o Sars-CoV-2 apenas com o vírus da caxumba. 

“Estávamos engajados em fazer uma vacina para bebês e crianças com a ideia de que, se pudéssemos incorporar a vacina contra caxumba e Covid-19 na vacina tríplice viral, você teria proteção contra quatro patógenos — sarampo, caxumba, rubéola e Sars-CoV-2 — em um único programa de imunização”, disse o autor sênior do estudo, Jianrong Li, em comunicado. 

Para tornar o feito possível, os cientistas usaram uma versão do Sars-CoV-2 latente, ou seja, que ainda não infectou nenhuma célula, e com aminoácidos mais flexíveis. 

Experimentos compararam essa versão do Sars-CoV-2 com os antígenos “mais simples” já utilizados comumente nas vacinas e descobriram que a proteína mais flexível produz mais anticorpos neutralizantes. 

“O antígeno flexível é cerca de 8,5 vezes melhor que o simples. Isso é muito importante — é muito mais produção de anticorpos, o que pode se tornar significativo, pois parece que o vírus continuará evoluindo”, disse o coautor do estudo, Mark Peeples, em comunicado. 

 

Detalhes do estudo

A pesquisa também realizou testes com uma cepa de vacina contra caxumba, comumente encontrada na vacina tríplice viral desde a década de 1960.

Quando o gene da proteína spike (parte da superfície que o coronavírus usa para se ligar às células humanas) mais flexível foi inserido no genoma da doença, o vírus recombinante da caxumba — que leva o anticorpo para a célula — se replicou de forma mais lenta, mas estável e em uma linha celular aprovada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para produção de vacinas. 

Além do mais, o teste da vacina da caxumba combinada com a proteína spike flexível em camundongos e hamsters demonstrou uma forte resposta imune. 

Os cientistas compararam a eficácia de duas vacinas contra caxumba: uma integrada com a Sars-CoV-2 flexível e a outra com apenas a versão “simples”, além da dose comumente usada contra a doença.

Os testes foram feitos em camundongos projetados para serem altamente suscetíveis à infecção pela caxumba e em hamsters sírios dourados — modelo-padrão para estudos relacionados à proteína spike. 

Em todas as etapas a vacina combinada com a proteína flexível foi mais eficiente, produziu mais anticorpos e, mesmo diante de uma reinfecção por Sars-CoV-2, conferiu proteção contra danos pulmonares e diminuiu significativamente a replicação dessas partículas nos pulmões e na cavidade nasal. 

“Nós não testamos [contra] a variante Ômicron para este artigo, mas a vacina flexível induziu anticorpos neutralizantes e atividade de células T (que produzem respostas antivirais) contra várias variantes preocupantes e ofereceu proteção completa contra doenças causadas pelo Sars-CoV-2 e a variante Delta”, disse Li.

E acrescentou: “Isso é muito importante e sugere que, se usarmos a proteína flexível para proteção de vacinas no futuro, podemos aumentar a capacidade de proteção humana”.

Ademais, os pesquisadores desenvolveram um sistema de recombinação rápida que admite a inserção de outros antígenos no vírus da caxumba ou sarampo em uma semana, o que dá maior agilidade à adaptação da vacina. 

“Com essa técnica, a vacina tríplice viral pode ser atualizada rapidamente para proteger contra novas variantes do Sars-CoV-2 à medida que surgem”, afirmou Li.

 

Nova possibilidade: proteção em gotas

Os cientistas também imunizaram os animais do estudo com uma solução em gotas aplicada diretamente no nariz, opção menos invasiva e que forneceu ótimos resultados.

O líquido contra o coronavírus proporcionou proteção maior e não apenas induziu anticorpos em todo o sistema, como também ativou aqueles denominados IgA — encontrados nas mucosas que revestem vias respiratórias e trato intestinal, além de saliva e lágrimas.

“Como a maioria das vacinas injetadas, as vacinas atuais de mRNA e Covid-19 baseadas em adenovírus induzem principalmente anticorpos na corrente sanguínea. Infelizmente, os anticorpos na corrente sanguínea não protegem muito bem o local da mucosa das vias aéreas, que é o ponto inicial da infecção pelo Sars-CoV-2″, lamenta o coautor Prosper Boyak.

Porém, de acordo com Boyak, a imunização intranasal (em gotas) “pode ser a próxima geração da vacina de Covid-19 porque pode induzir IgA robusta, que neutraliza diretamente o Sars-CoV-2 nos tecidos do nariz e das vias aéreas”.

 

Conclusões

A pesquisa representou um avanço e uma abertura de possibilidades de imunizações contra a Covid-19.

O detalhamento da vacina combinada em pessoas já vacinadas contra a Covid-19 ou com uma infecção anterior por caxumba mostrou que houve um retardo dos anticorpos da nova vacina, mas não impediu uma resposta forte e protetora. Sendo assim, ela continua sendo vantajosa. 

“Essa descoberta sugere que essa candidata [a vacina] pode ser usada não apenas em bebês, mas também em adultos que têm anticorpos contra caxumba”, disse Li.

Atualmente, no Brasil, a vacina CoronaVac é aprovada para uso em crianças de três a cinco anos, porém o estudo foi iniciado muito antes dessa decisão. A pesquisa não exclui a possibilidade da imunização que já está disponível, mas confere novos dados interessantes. 

Os cientistas ainda trabalham em maneiras de modificar a vacina tríplice viral com antígenos de múltiplas variantes do coronavírus. 

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