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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Giovana Devisate > A taxonomia dos estilos e as roupas para existir
Giovana Devisate

A taxonomia dos estilos e as roupas para existir

Giovana Devisate
Ultima atualização: 17 de maio de 2026 às 10:10
Por Giovana Devisate 4 horas atrás
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Giovana Devisate
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A moda é uma das linguagens através das quais construímos identidade. Com ela, podemos mostrar muito de quem somos. Andei pensando sobre essa necessidade que temos de estar em caixinhas pré definidas, sobre nomear estilos e microtendências, sobre se autointitular alguma coisa enquanto, na verdade, somos tantas ao mesmo tempo.
Estilo pessoal tem a ver com repetição, com tempo, com entender o que gostamos de verdade e, por isso, escolhemos usar sempre. A repetição na moda, como em tudo na vida, é o que leva à “perfeição”.
Sempre que elogiam o que visto, penso no quanto conheço o meu estilo, no quanto domino os meus códigos, no quanto repito, repito e repito. É por isso que funciona: existe constância, domínio dos próprios códigos, repetição e um guarda-roupa com peças que se encaixam na minha vida.
As microtendências transformam-se em estéticas determinadas, de alta rotatividade, que falam muito mais sobre pertencimento dentro de um contexto do que sobre valores, posicionamento, identidade, repertório. Quem as segue de forma compulsória, sem análise, sem incluir elementos da sua própria identidade, não é movido pelo que gosta, pelo que se sente bem ao vestir, mas pelo que se encaixa ao que se usa do lado de fora.
O problema não é gostar de tendências. Se isso fosse errado, a moda estaria morta: ela existe na sua própria reinvenção, em girar no próprio eixo, em se refazer a cada estação, enquanto nós também nos refazemos junto da cultura, da política, dos comportamentos sociais e etc. O problema das tendências hoje está na velocidade com que surgem e na forma compulsória com que são consumidas, produzindo uma espécie de substituição identitária.
Não sei como os jovens vão crescer sem alguma crise de personalidade… Penso nisso porque eles não podem testar, errar, ver o que funciona para eles. Tem que ser o que todo mundo usa, precisa ser do jeito que todo mundo usa, tem que ser do modo que aparece no Tiktok, no Instagram, no Pinterest…
Estilo pessoal, além da repetição, precisa da tentativa e do erro. É necessário tempo, dedicação, teste. É preciso sair de casa vestindo saia X e blusa Y e se perceber: me senti bem? Quais sensações surgiram ao longo do dia? Foi confortável, física e socialmente? Senti que chamei atenção ou não? Entre tantas outras percepções que podemos ter.
Se não se percebe nada disso e vestimos só o que todo mundo veste, porque sim, a moda como código perde um pouco de sentido, porque deixa de ser uma espécie de sinal social, de expressão, de gosto. Quem é você se hoje você é o balletcore, amanhã a cleangirl, depois de amanhã o old money e por aí vai?
Me incomodava pensar sobre os sete estilos universais. Agora, são as microtendências, que despersonificam a gente e dominam a forma de consumir e de vestir. Isso não é sobre gosto, mas sobre taxonomia do estilo.
Taxonomia é um termo, originalmente, da ciência e da biologia, que significa um sistema de organização e categorização. Se aplicada ao estilo, a expressão pode sugerir as aparências como categorias legíveis, possíveis de nomear. Taxonomia do estilo, portanto, é uma expressão muito potente para pensar a cultura visual contemporânea, nesse contexto da moda.
Antes, a gente pensava em estilos universais (o que sempre fui contra), no ramo da consultoria de moda. São eles: tradicional, esportivo/natural, elegante, romântico, criativo, sexy e dramático/moderno. A teoria diz que cada pessoa tem um desses estilos como principal, tendo outros dois como complementares. Não adoto isso como verdade por vários motivos, mas principalmente porque acredito que as pessoas são muito complexas para caberem em um ou três estilos.
Na contramão, como podemos caber em todos os estilos que entram na moda, que viram tendência? Cada um de nós é habitado por uma infinidade de sutilezas que se expressam na forma que nos vestimos, de maneira única.
Algumas pessoas vão ter questões mais profundas para os seus estilos que não cabem em nenhum desses “estilos universais” e em nenhuma dessas tendências. Se alguém se esforça para caber em qualquer uma dessas caixinhas, deixa essas demandas tão íntimas de fora e a roupa passa a ser uma fantasia, não o que comunica, veste e abraça a pele.

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Giovana Devisate 17 de maio de 2026 17 de maio de 2026
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