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Rev. André Buchweitz Plamer

A VOZ DE DEUS SOBRE AS ÁGUAS: EM CRISTO, UMA NOVA VIDA COMEÇA

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 11 de janeiro de 2026 às 07:13
Por Rev. André Buchweitz Plamer 16 horas atrás
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Irmãos e irmãs em Cristo, “vocês foram escolhidos de acordo com o propósito de Deus, o Pai. E pelo Espírito de Deus vocês foram feitos um povo dedicado a ele a fim de obedecerem a Jesus Cristo e ficarem purificados pelo seu sangue. Que vocês tenham, mais e mais, a graça e a paz de Deus! (1 Pedro 1.2)”. Amém!
Desde o início da história bíblica, a água aparece como um lugar decisivo da ação de Deus. Foi sobre as águas do caos que o Espírito de Deus se movia na criação. Assim, diz Gênesis 1.2: “A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água.” Também recordamos que foi através das águas do dilúvio que Deus julgou o pecado, mas também preservou a vida. Foi pelo Mar Vermelho que o povo escravizado passou rumo à liberdade. A água, na Bíblia, nunca é neutra. Ela é cenário da ação poderosa de Deus. Ainda poderíamos recordar Moisés servo fiel que foi colocado num cesto e lançado no rio Nilo e foi achado para ser então preservado em sua vida e mais tarde viver para conduzir o povo de Israel para o deserto e consequentemente os preparar para viverem na terra prometida. A presença de Deus no mundo é um sinal de que ele age por meio das suas criações em favor do ser humano.
Por sua vez recortamos que o Salmo 29, que ouvimos hoje, nos lembra disso ao proclamar: “A voz do Senhor se ouve sobre as águas; o Deus glorioso troveja. e sobre os mares se ouve a sua voz. (salmo 29.3)”. A voz de Deus não é apenas som. Ela é Palavra viva, criadora, transformadora. Onde Deus fala, algo novo acontece.
Nos textos indicados para a leitura na igreja neste final de semana, essa voz volta a ressoar de forma clara e decisiva. Em Isaías, Deus anuncia um Servo escolhido, sobre quem repousa o seu Espírito. No Evangelho, esse Servo entra nas águas do Jordão. O céu se abre, o Espírito desce, e a voz do Pai declara: “Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria. (Mateus 3.17)”. E o apóstolo Paulo, em Romanos, nos lembra que essas águas não ficaram apenas na história de Jesus, mas alcançam também a nossa vida, pois pelo batismo somos unidos à sua morte e à sua ressurreição.
E hoje, somos convidados a ouvir novamente a voz de Deus sobre as águas — e a compreender o que isso significa para a nossa fé e para a nossa vida cristã. O menino da manjedoura, agora o percebemos e o confessamos: Jesus é o Filho de Deus, o Salvador do mundo, aquele em quem Deus se revela de forma clara e definitiva. Por isso o 1º Domingo após a Epifania, sempre nos conduz às águas do Jordão, ao batismo de Jesus. Isto pelo fato que não é um episódio isolado, nem apenas um detalhe da vida de Cristo. Pelo contrário, trata-se de um momento profundamente revelador, isto é: Deus fala, o Espírito age, e o Filho se coloca no lugar dos pecadores. É significativo que, em todos os textos de hoje, a voz de Deus, a ação divina e a vida nova estejam ligadas, direta ou indiretamente, à imagem da água.
Vamos começar conectando os textos, e fazemos isso iniciando pelo Salmo 29, onde a voz poderosa do Senhor sobre as águas. Este salmo é um hino de louvor que exalta o poder e a glória de Deus. Ele descreve a voz do Senhor como algo que ecoa com força, sacode a criação, quebra os cedros do Líbano e faz tremer o deserto. No centro do salmo está esta afirmação: “A voz do Senhor se ouve sobre as águas, é cheia de poder e majestade, sua voz faz bilhar o relampado, tremer o deserto, o deserto de Cades, sua voz faz sacode os carvalhos e arranca as folhas das árvores, e o seu povo canta Glória a Deus enquanto isso, pois Ele reina sobre as profundezas das águas, Ele governa para sempre dando tudo o que é bom para o seu povo.”
É preciso entender que para o povo de Israel, as águas simbolizavam o caos, o perigo, aquilo que o ser humano não controla. O mar era lugar de ameaça, de morte, de medo. Mas o salmista proclama que até sobre esse caos a voz do Senhor reina soberana. Deus não é vencido pelas águas; Ele fala sobre elas. Nada está longe do seu alcance.
Isso nos ensina algo fundamental: quando Deus fala, Ele traz ordem onde há confusão, vida onde há ameaça de morte, esperança onde só se enxerga medo. A Palavra de Deus não descreve apenas a realidade — ela cria uma realidade. Mais tarde Paulo falando a respeito da pessoa transformada pela Palavra é tida como uma nova criatura. Em 2 Coríntios 5.17: “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo.” Com o Senhor, há ordem e decência para todas as pessoas.
Por isso, o salmo termina com uma promessa cheia de consolo: “O Senhor dá força ao seu povo e o abençoa, dando-lhe tudo o que é bom. (Salmo 29.11)”. O mesmo Deus cuja voz faz a criação tremer é o Deus que cuida do seu povo e lhe concede paz. E é o mesmo Deus que em Apocalipse 7.17 diz: “E Deus enxugará todas as lágrimas dos olhos delas.”
Essa compreensão é essencial para entendermos o batismo. A água, por si só, não salva. Mas quando a voz do Senhor se une à água, quando a Palavra de Deus é proclamada ali, então algo novo acontece. Por isso o Servo escolhido, cheio do Espírito (Isaías 42.1–9), não poderia ser qualquer servo, mas o Filho único de Deus, e o próprio Jesus testifica a sobre si mesmo em João 3.16, quando diz: “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.”
A respeito de Cristo Deus já falara em Isaías 42, onde ouvimos uma das mais belas promessas messiânicas do Antigo Testamento. Ali Deus apresenta o seu Servo e diz: “Aqui está o meu Servo, a quem eu fortaleço, o meu escolhido, que dá muita alegria ao meu coração. Pus nele o meu Espírito”.
Importante observar que esse Servo não age com violência, não grita nas ruas, não quebra a cana rachada nem apaga o pavio que ainda fumega. Ele vem para estabelecer justiça com mansidão, fidelidade e perseverança. Ele é luz para as nações, libertador dos prisioneiros, aquele que tira os que vivem na escuridão e os coloca na luz de Cristo, mediante a Palavra.
Isaías deixa claro que a ação desse Servo não é fruto de esforço humano, mas da iniciativa de Deus. É Deus quem o escolhe, é Deus quem coloca sobre Ele o seu Espírito, é Deus quem o envia para realizar algo novo: “As coisas que prometi no passado já se cumpriram, e agora vou lhes anunciar coisas novas, para que vocês as saibam antes mesmo que elas aconteçam. (Isaías 42.9)”.
Essa promessa cria expectativa. Quem é esse Servo? Quando Ele virá? Como reconhecer sua chegada? O Evangelho de (Mateus 3.13–17) nos dá a resposta. Jesus aparece às margens do rio Jordão para ser batizado por João. João estranha. Ele sabe que o seu batismo é de arrependimento, e Jesus não tem pecado algum. Mas Jesus insiste e diz que é necessário cumprir toda a vontade de Deus.
Aqui precisamos compreender algo profundo: Jesus entra nas águas não porque precise de purificação, mas porque decide se colocar no nosso lugar. Ele se identifica com os pecadores, com o povo que precisa de arrependimento, com a humanidade ferida pelo pecado. Quando Jesus sai da água, algo extraordinário acontece. O céu se abre, o Espírito de Deus desce sobre Ele como uma pomba, e a voz do Pai declara: “Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria. (Mateus 3.17)”. Neste momento, vemos claramente aquilo que os textos anteriores anunciavam: – A voz do Senhor sobre as águas, como no Salmo 29.
– O Servo escolhido, sobre quem repousa o Espírito, como em Isaías 42. A revelação plena de quem Jesus é: o Filho amado de Deus. Aqui também vemos, de forma clara, a ação do Deus Trino: o Pai fala, o Filho está nas águas, o Espírito desce. O batismo de Jesus é uma revelação do próprio Deus.
E mais: ao entrar nas águas, Jesus santifica a água para nós. Ele transforma aquele lugar de arrependimento em um lugar de graça. A partir dali, as águas passam a ser também instrumento da salvação de Deus. E mais tarde quando Jesus envia os discípulos para o mundo com a ordem que façam discípulos por meio do Sacramento do Batismo, tudo fica claro, tudo tem forma e clareza. A água que antes era sinal de coisa sinistra, agora com a Palavra de Deus unida a água é graça salvadora, como diz Pedro que “o Batismo agora nos Salva, (1 Pedro 3.21).”
Por isso ao sermos unidos à morte e à ressurreição de Cristo (leia Romanos 6.1–11), deixamos de velha natureza e vivemos o novo. Um novo que é vida. Por isso o apóstolo Paulo responde de forma clara em Romanos 6. Ele pergunta: “Será que devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda mais? É claro que não! Nós já morremos para o pecado… (Romanos 6.1-2).”
Então na sequência, Paulo explica que, pelo batismo, fomos unidos a Cristo. Ele afirma que: “quando fomos batizados para ficarmos unidos com Cristo Jesus, fomos batizados para ficarmos unidos também com a sua morte. (Romanos 6.3)”. Assim como Cristo morreu e ressuscitou, também nós morremos para o pecado e ressuscitamos para uma vida nova.
Na teologia luterana, isso é central: o batismo não é apenas símbolo externo, nem simples testemunho humano. Ele é ação de Deus. É Deus quem age por meio da água e da Palavra, criando o renovo, onde antes havia apenas pecado e morte, agora há vida em abundância.
No batismo, o velho ser humano é afogado diariamente, e um novo ser humano surge para viver diante de Deus em justiça e pureza. Isso não significa perfeição, mas uma nova direção de vida. Agora pertencemos a Cristo.
Por isso, Paulo conclui: “Assim também vocês devem se considerar mortos para o pecado; mas, por estarem unidos com Cristo Jesus, devem se considerar vivos para Deus. (Romanos 6. 11)”.
Tão logo, devemos nos perguntar: O que significa viver como batizados? E a resposta é: Viver como batizado é viver confiando não em nossos méritos, mas na promessa de Deus. É lembrar, nos momentos de culpa, medo e fraqueza, que a voz de Deus já falou sobre nós. Assim como o Pai disse a Jesus: “Este é o meu Filho amado”, no batismo Deus nos chama de filhos e filhas. Ele nos adota em Cristo. Essa identidade não depende do nosso desempenho, mas da graça de Deus. Isto significa que viver como batizado também é viver em arrependimento diário. Voltamos sempre às águas do nosso batismo ao confessarmos os nossos pecados e confiarmos no perdão que Deus nos concede em Cristo.
Por isso viver como batizado é viver em esperança. A mesma água que nos une à morte de Cristo nos une também à sua ressurreição. O pecado não tem a última palavra. A morte não tem a vitória final. Em Cristo, uma nova vida já começou.
Hoje, ouvimos novamente a voz do Senhor sobre as águas. Uma voz que cria, que chama, que salva. Essa voz ecoou no Jordão, revelando Jesus como o Filho amado. Essa mesma voz ecoou sobre nós no dia do nosso batismo. Ali, Deus falou o nosso nome. Ali, Ele nos uniu a Cristo. Ali, Ele nos deu uma nova vida. Que o Espírito Santo nos ajude a viver diariamente nessa fé, lembrando quem somos e a quem pertencemos. Que, fortalecidos por essa promessa, caminhemos em novidade de vida, até o dia em que veremos face a face aquele que entrou nas águas por nós. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 11 de janeiro de 2026 11 de janeiro de 2026
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