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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > EUA usam tecnologia ucraniana contra ataques do Irã
Gil Reis

EUA usam tecnologia ucraniana contra ataques do Irã

Gil Reis
Ultima atualização: 2 de maio de 2026 às 22:18
Por Gil Reis 9 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Guerras desenvolvem conhecimento.

Não é de hoje que, nas guerras, os adversários apendem muito uns com os outros. Desde tempo imemoriais que os derrotados incorporam aos seus armamentos as tecnologias utilizadas pelos vencedores e as aperfeiçoam. A partir daí, no próximo conflito, a grande surpresa. Enquanto os vencedores festejavam o resultado os derrotados recolhiam-se e na surdina, secretamente, estudavam as armas que os derrotou e as aperfeiçoavam, já se preparavam para vingança. Nada mudou.
A matéria publicada pela Reuters, publicada em 22 de abril de 2026, “Exclusivo: Fontes dizem que os EUA recorrem à tecnologia ucraniana de combate a drones após ataques do Irã”, assinada por David Jeans, justifica a minha afirmativa e que transcrevo trechos.
“As Forças Armadas dos EUA introduziram tecnologia ucraniana antidrone nas últimas semanas em uma importante base aérea americana na Arábia Saudita, segundo cinco pessoas com conhecimento do assunto, em uma tentativa de conter ataques que destruíram aeronaves e edifícios e mataram pelo menos um militar. A implantação de uma plataforma ucraniana de comando e controle chamada Sky Map na Base Aérea Príncipe Sultan, que não havia sido relatada anteriormente, é um sinal de como as forças armadas da Ucrânia avançaram em tecnologias de drones e contradrones, aprimoradas em combate durante os quatro anos de guerra com a Rússia.
Oficiais militares ucranianos chegaram à base nas últimas semanas para treinar combatentes americanos no uso do Sky Map, sistema amplamente utilizado pelas forças armadas ucranianas para detectar ameaças de drones – incluindo os drones Shahed, desenvolvidos pelo Irã – e lançar contra-ataques com drones interceptores. Com drones baratos e produzidos em massa desempenhando um papel importante na guerra da Rússia na Ucrânia, o Pentágono intensificou os investimentos em tecnologia antidrone. Mas o uso de tecnologia ucraniana na Base Aérea Príncipe Sultan, localizada a cerca de 640 quilômetros do Irã e que sofreu ataques de drones e mísseis desde o início da guerra, destaca as vulnerabilidades da defesa aérea e antimíssil dos EUA, afirmam analistas.
‘Há muito tempo existem lacunas na cobertura da defesa antimíssil aérea dos EUA em todo o mundo’, disse Timothy Walton, pesquisador sênior do think tank Hudson Institute, com sede em Washington. “Isso é bem conhecido. No entanto, não foi resolvido.’
‘NÃO PRECISO DA AJUDA DELES’
A notícia surge um mês depois de o presidente Donald Trump ter rejeitado publicamente uma oferta do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy para ajudar no combate aos ataques de drones iranianos. ‘Não precisamos da ajuda deles na defesa contra drones’, disse Trump à Fox News em 6 de março. A Casa Branca e o Pentágono encaminharam as perguntas ao Comando Central dos EUA, que supervisiona o Príncipe Sultan. O Comando Central se recusou a comentar. A Sky Fortress, empresa ucraniana proprietária do Sky Map, recusou-se a comentar. O gabinete de Zelensky não respondeu ao pedido de comentário.
No mês passado, a unidade antidrone do Pentágono anunciou governo havia comprometido US$ 350 milhões para reforçar as defesas contra drones em apoio à Operação Epic Fury. Adam Scher, porta-voz da unidade, conhecida como Força-Tarefa Interagências Conjunta 401, afirmou que a unidade estava fornecendo uma série de novas tecnologias, incluindo sensores, câmeras e interceptores. ‘Não existe uma solução milagrosa que impeça todas as ameaças de drones’, disse Scher.
MAPA CELESTE USADO PELAS FORÇAS ARMADAS DA UCRÂNIA
Segundo três pessoas com conhecimento do assunto, o Sky Map emergiu como uma plataforma de comando e controle primária utilizada pelas forças armadas ucranianas. Esse tipo de plataforma, geralmente um painel com mapas e transmissões de vídeo, sintetiza dados de radares e sensores para detectar ameaças iminentes.
A Sky Fortress, fabricante do Sky Map, foi lançada em 2022 por engenheiros ucranianos ligados às forças armadas, que implantaram mais de 10.000 sensores acústicos em toda a Ucrânia para detectar ataques de drones russos, de acordo com uma pessoa familiarizada com a empresa.
A empresa, que recebeu financiamento da unidade de inovação das forças armadas ucranianas, Brave1, desenvolveu o Sky Map como uma plataforma de software para coordenar ataques antidrone, disse a fonte. O Sky Map é uma das novas tecnologias antidrone que foram implantadas na base Príncipe Sultan durante a guerra. Os interceptores Merops – um drone desenvolvido pela Project Eagle, uma empresa americana apoiada pelo ex-CEO do Google, Eric Schmidt – foram usados na base, de acordo com três pessoas com conhecimento do assunto. As autoridades enfrentaram alguns desafios iniciais nos testes dos novos sistemas antidrone, disseram as fontes. No início deste mês, durante um teste na Base Aérea Príncipe Sultan, um interceptor antidrone Merops perdeu o controle e caiu em um bloco sanitário da base, disseram duas das fontes. Um porta-voz de Schmidt recusou-se a comentar.
BASE AÉREA ATINGIDA POR ONDAS DE ATAQUES
Nas semanas que se seguiram ao início da guerra, o Príncipe Sultan enfrentou ondas de ataques de drones e mísseis Shahed. Um dos aviões radar E-3 AWACS da Força Aérea foi destruído durante um ataque em 27 de março. Vários aviões-tanque de reabastecimento KC-135 foram danificados em outro ataque. Em um dos casos, uma tenda que se acredita abrigar um sistema de radar usado para dar suporte ao sistema antimíssil THAAD da base foi destruída, segundo a CNN.
As tecnologias que a base utilizou para se defender contra ataques de mísseis e drones incluem um sistema da Northrop Grumman (NOC.N). Segundo três fontes, trata-se de uma plataforma de comando e controle chamada Forward Area Air Defense (FAAD). A plataforma, que foi implantada pela primeira vez, está em operação. Desenvolvido pelo Exército dos EUA na década de 1990, fornece dados de rastreamento para ajudar os combatentes a combater ameaças iminentes, desde ataques com morteiros e foguetes até drones.
Para combater ataques de drones de curto alcance, a base utilizou principalmente equipamentos fabricados pela RTX (RTX.N). Interceptores Coyote, disseram duas das fontes. Os drones alados, pelos quais a empresa assinou um contrato de US$ 5 bilhões. Em setembro, em parceria com o Exército dos EUA, esses drones podem ser usados como drones de ataque unidirecional, equipados com ogivas ou com capacidade de micro-ondas para danificar os componentes eletrônicos de drones inimigos. Um porta-voz da Northrop Grumman afirmou que o sistema FAAD ‘é consistentemente confiável no teatro de operações atual e estamos confiantes na vantagem competitiva que o FAAD proporciona ao combatente.
Chris Johnson, porta-voz da RTX, afirmou que o interceptor Coyote ‘provou ser altamente eficaz, derrotando centenas de ameaças aéreas durante operações de combate”.
Os EUA nas muitas guerras que participou sempre absorveu e aperfeiçoou as tecnologias do adversários.
A lição é a seguinte: nunca desista, nunca, nunca, nunca. Em nada. Grande ou pequeno, importante ou não. Nunca desista. (…) Nunca se renda à força, nunca se renda ao poder aparentemente esmagador do inimigo. Anônimo.

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