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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Paulo Figueira > O BRASIL ALÉM DO MITO: DADOS CIENTÍFICOS DA EMBRAPA TERRITORIAL DESCONSTROEM A NARRATIVA INTERNACIONAL SOBRE DESTRUIÇÃO AMBIENTAL
Paulo Figueira

O BRASIL ALÉM DO MITO: DADOS CIENTÍFICOS DA EMBRAPA TERRITORIAL DESCONSTROEM A NARRATIVA INTERNACIONAL SOBRE DESTRUIÇÃO AMBIENTAL

Paulo Figueira
Ultima atualização: 15 de novembro de 2025 às 18:29
Por Paulo Figueira 2 meses atrás
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Este artigo confronta a narrativa hegemônica disseminada por setores da mídia nacional, internacional, países europeus e Organizações Não Governamentais, que retratam o Brasil como um país negligente com seu patrimônio ambiental e fundiário. Com base no estudo mais recente da Embrapa Territorial em 11 de novembro de 2025, “Atribuição, uso e ocupação do solo no Brasil”, demonstra-se que o país não apenas cumpre com louvor sua função de preservação, como também é um exemplo global de integração entre produção agropecuária e conservação ambiental. Os dados desmontam a acusação de fragilidade legal e revelam que o produtor rural brasileiro é o maior guardião de vegetação nativa do país, apesar de sofrer ataques até de quem deveriam protegê-los, como o próprio Estado.
Nas arenas internacionais e nos meios de comunicação globais, consolidou-se uma imagem do Brasil como um pária ambiental. Esta narrativa, frequentemente carregada de viés colonialista e interesses geopolíticos, acusa o país de promover a destruição de seus biomas, notadamente a Amazônia e o Cerrado, sob a alegação de leis frágeis e um suposto descumprimento de acordos climáticos. No entanto, essa visão catastrofista colide frontalmente com a realidade dos dados científicos e do rigoroso arcabouço legal brasileiro. O estudo divulgado pela Embrapa Territorial durante a COP 30, dia 11 de novembro de 2025, serve como um antídoto factual a essas distorções, apresentando um retrato fiel e detalhado do uso da terra que redefine o debate e a teratologia imposta.
Sob esse aspecto e a realidade dos números o Brasil é um Gigante da Conservação e da Preservação Mundial. O cerne da narrativa crítica desaba ante a constatação central do estudo da Embrapa Territorial: 65,6% do território nacional mantém sua cobertura de vegetação nativa preservada. Este número, por si só, desmonta a ideia de um país em processo de desertificação ou devastação generalizada intensificada na mídia local, internacional, países europeus e suas organizações não governamentais. Mais significativo ainda é desvendar a quem se deve essa conservação e preservação.
Ao contrário do que se propaga, o Estado não é o único ou sequer o principal responsável por esta conservação e preservação. O estudo revela que os produtores rurais brasileiros são os guardiões de 29% de toda a vegetação nativa do país, uma área equivalente a quase um terço do território nacional. Este é um dado revolucionário que inverte a lógica do discurso anti-Brasil. A agricultura e a pecuária, frequentemente vilipendiadas até por órgãos internos de meio ambiente, de terras, e de controle social, coexistem com a conservação e a preservação de forma estrutural: para cada hectare utilizado na produção, existem 0,9 hectares protegidos dentro das próprias propriedades rurais e 2,1 hectares de vegetação nativa em todo o país.
Destarte especial deve ser dada para a Amazônia e o Cerrado, Biomas sob a Guarda do Produtor Rural e que sofre constantes ataques nas mídias nacionais e internacionais. Desta maneira focando nos biomas mais visados pela crítica nacional e internacional, os dados são ainda mais elucidativos. Na Amazônia, a imagem de uma floresta sendo dizimada pela agropecuária é uma falácia grotesca, visto que 83,7% do bioma amazônico permanece com cobertura vegetal nativa. Desse total, impressionantes 27,4% são preservados dentro dos imóveis rurais, um percentual que supera a área efetivamente usada para produção (14,1%), sendo que 12,1% são de pastagens e 2% são de lavouras.
A proporção é incontestável: para cada hectare de produção, o produtor preserva quase dois hectares dentro de sua propriedade e contribui para a manutenção de seis hectares de vegetação nativa em todo o bioma. Isto não é descontrole; é um modelo de uso racional e conservacionista dos produtores rurais.
No que concerne ao Cerrado, no “berço das águas” do Brasil, cenário de expansão agrícola, 52,2% do bioma é coberto por vegetação nativa. Os produtores rurais, longe de serem os agentes da destruição, destinam 34,7% da área de suas propriedades exclusivamente à conservação e preservação, um compromisso que supera em muito as exigências legais. A atividade agropecuária ocupa 45,9% do Cerrado, com destaque para pastagens (30%), lavouras (14,2%) e silvicultura (1,7%), mas a relação produção-preservação permanece positiva: para cada hectare produtivo, há 0,8 hectares protegidos dentro das fazendas.
Vale destacar a ferramenta de gestão ambiental do Brasil, através do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), como a Ferramenta da Governança Robustecida, criada pela Lei n.º 12.651, de 25 de maio de 2012 e pelo Decreto n.º 7.830, de 17 de outubro de 2012. Desta forma, a alegação de “fragilidade nas leis ambientais e de terra” ignora a existência de um dos mais avançados sistemas de controle do mundo: o SiCAR. É graças a este instrumento legal, que obriga e monitora a conservação e a preservação dentro de cada propriedade, que foi possível ao estudo da Embrapa quantificar com precisão o papel do produtor rural.
O SiCAR é a materialização de uma legislação ambiental rígida, que impõe ao proprietário rural a manutenção de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente, tornando-o um agente ativo da conservação e da preservação. A afirmação de leis frágeis não se sustenta ante a realidade de um sistema de governança fundiária e ambiental que é referência para nações tropicais.
Da Narrativa à Realidade da Potência Agroambiental que o Brasil representa para o mundo, é confirmada com os dados da Embrapa Territorial, visto que não deixam margem para dúvidas. A narrativa internacional que pinta o Brasil como um país que não cuida de seus biomas e descumpre acordos e tratados internacionais são, no mínimo, anacrônica e, na pior das hipóteses, uma ferramenta de guerra comercial e diplomática. O Brasil não é o problema; é a solução para o planeta.
O país demonstra na prática que é possível conciliar a produção de alimentos, fibras e energia que abastecem o mundo com a conservação e a preservação em larga escala de seus ecossistemas. O produtor rural brasileiro, vilipendiado no exterior com colaboração da própria mídia nacional e de órgãos de terra, de meio ambiente e de controle social, é na verdade o maior parceiro na conservação e da proteção da biodiversidade nacional. O que se vê não é um cenário de destruição, mas um modelo de uso sustentável do solo que é único no planeta.
Portanto, conclui-se que as acusações de que o Brasil é um grande provocador de queimadas, desmatamento descontrolado e grilagem de terra, propagadas por setores da mídia e de ONGs internacionais, não são apenas exageradas: são cientificamente infundadas. Elas falham em reconhecer a complexidade e o sucesso do modelo brasileiro. Cabe ao Brasil, com estudos como este da Embrapa, não se colocar na defensiva, mas assumir com orgulho sua posição de líder global e potência agroambiental, exigindo que o debate seja pautado por fatos, e não por ficções convenientes revestidas de uma estratégia de guerra comercial e diplomática.

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Paulo Figueira 15 de novembro de 2025 15 de novembro de 2025
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