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Rev. André Buchweitz Plamer

QUANDO O PECADOR TEM SEDE, DEUS OFERECE VIDA

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 8 de março de 2026 às 01:41
Por Rev. André Buchweitz Plamer 4 horas atrás
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Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Macapá – Congregação Cristo Para Todos; também atua como Missionário em Angola e Moçambique | Foto Arquivo Pessoal
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Graça, misericórdia e paz da parte de Deus nosso Pai e de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém.
Queridos irmãos e irmãs em Cristo, “(1) Vinde, cantemos ao Senhor, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação… (6) Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou. (7) Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto e ovelhas de sua mão. Hoje, se ouvirdes a sua voz, (8) não endureçais o coração, como em Meribá, como no dia de Massá, no deserto, (9) quando vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, não obstante terem visto as minhas obras. (Sl 95.1,6-9 – NTLH).”
Uma coisa é certa e havemos de concordar que a sede é uma das experiências mais fortes que o ser humano pode sentir. Por privação de alimentos ainda o corpo suporta alguns dias e sobrevive, mas pela falta de água facilmente se desidrata e a vida também evapora. Por exemplo, quem já caminhou muito tempo sob o sol, quem já trabalhou pesado em um dia quente, sabe como o corpo inteiro pede água. A boca seca, a garganta aperta e tudo o que a pessoa deseja naquele momento é um copo de água fresca.
Há uma história conhecida de viajantes que cruzavam uma região desértica. Depois de horas caminhando sob o sol forte, um deles começou a sentir os efeitos da desidratação. Ele dizia repetidamente: “Se eu encontrar água, eu continuo. Se não encontrar, não consigo seguir.” Finalmente, quando já estavam quase desistindo, encontraram um pequeno poço com água. Aquela água simples salvou suas vidas e lhes deu força para continuar a jornada.
A Bíblia usa exatamente essa imagem para falar da condição espiritual do ser humano. O ser humano não apenas sente sede física. Ele também tem sede espiritual. E a sede espiritual, é sem dúvida muito séria e precisa ser saciada na fonte certa, do contrário irá não só iludir a pessoa, mas também a colocará em linha reta e desenfreada ao inferno. Por isso que Jesus, sabendo disso nos diz em João 7.37-38: “(37) … Se alguém tem sede, venha a mim e beba. (38) Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.”
E os textos bíblicos deste terceiro domingo da Quaresma nos mostram uma verdade profunda: quando o pecador sente sede, e vem o desespero, Deus é o único que pode oferecer vida.
Lhe convido ao observamos os textos de referência para hoje na seguinte conotação. Isto é em primeiro vamos ler e observar que o povo tão acostumado a ser escravo não consegue tomar decisões e confiar no Deus que fez grandes coisas por eles. Eles ainda pensavam como escravos, não como povo e nação livre. Assim também, nós recebemos o perdão e a liberdade na graça de Deus e por algum motivo que aparentemente desconhecido, sempre voltamos ao prato do pecado par anos alimentar do que não presta. Hoje, vamos refletir sobre três verdades que aparecem claramente na Palavra de Deus: O pecador vive com sede espiritual. Deus responde à sede humana com graça. Quem recebe a água viva se torna testemunha de Cristo.
O pecador vive com sede espiritual: Todos os seres humanos são extremamente ansiosos por ter um Deus, mas muito por buscar em fontes erradas não encontram ao Deus, mas a deuses e muitos destes criados por suas loucuras. Hoje ao observarmos a primeira leitura bíblica, de Êxodo 17.1-7, aqui vemos o povo de Israel no deserto. Eles haviam sido libertos da escravidão no Egito. Deus havia realizado grandes milagres: as pragas, a abertura do Mar Vermelho, a destruição do exército do faraó. Tudo fora extraordinário. Mesmo assim, quando chegaram a um lugar onde não havia água, começaram a reclamar. A reclamação do povo é por água. O texto diz:
*Mas o povo estava com muita sede e continuava reclamando e gritando contra Moisés. Eles diziam: — Por que você nos tirou do Egito? Será que foi para nos matar de sede, a nós, aos nossos filhos e às nossas ovelhas e cabras?” (Êxodo 17.3, NTLH). A sede física levou o povo a questionar a presença de Deus. Tanto que o texto conclui dizendo: “pois os israelitas reclamaram contra Moisés e puseram o Senhor à prova, perguntando: — O Senhor está com a gente ou não?’” (Êxodo 17.7, NTLH).
Esse episódio revela algo profundo sobre o coração humano. Tanto que mais tarde Paulo nos leva a reflexão de que a Salvação não se mostra apenas em milagres, mas pela Palavra que é preciso ser crida, ele diz em 1 Coríntios 1.21-23- (NTLH): “(21) Deus, na sua sabedoria, não deixou que os seres humanos o conhecessem por meio da sabedoria deles. Pelo contrário, resolveu salvar aqueles que creem e fez isso por meio da mensagem que anunciamos, a qual é chamada de “louca”. (22) Os judeus pedem milagres como prova, e os não judeus procuram a sabedoria. (23) Mas nós anunciamos o Cristo crucificado — uma mensagem que para os judeus é ofensa e para os não judeus é loucura.”
Quando enfrentamos dificuldades, muitas vezes esquecemos tudo o que Deus já fez por nós. O coração humano se torna inquieto, desconfiado e até endurecido. Queremos sempre mais, e algo novo. Esquecemos da obra e morte de Jesus na Cruz em nosso lugar.
É exatamente por isso que o Salmo 95 faz um alerta: “Se hoje vocês ouvirem a voz de Deus, não sejam teimosos como os seus antepassados foram no deserto, quando me desafiaram e puseram à prova.” (Salmo 95.7-8, NTLH). O salmista lembra que o maior problema do povo não era apenas a sede física. Era o coração endurecido. Pergunto: como está o nosso coração? Estamos ouvindo e crendo na Palavra, ou, estamos presos, ao nosso egoísmo? É preciso muito cuidado.
E isso continua acontecendo hoje. O ser humano tenta saciar sua sede interior de muitas maneiras. Algumas pessoas tentam preencher o vazio com dinheiro. Outras procuram satisfação em prazeres, sucesso, poder ou reconhecimento. Outros ainda querem que a igreja se ajuste ao seu modo de pensar. Mas nada disso resolve o problema da alma. Santo Agostinho em as Confissões Livro I, capítulo 1, parágrafo 1, ele, um dos grandes pensadores cristãos, disse certa vez: “O coração humano está inquieto até descansar em Deus.”
Essa frase expressa exatamente o que a Bíblia ensina: o ser humano tem sede de Deus. Mas muitas vezes ele não reconhece isso. E se joga para aceitar qualquer coisa que diz lhe matar a sede.
Se por um lado o ser humano não consegue decifrar as diferenças entre água vital para a vida e água que leva a morte, Deus responde à sede humana com graça, compaixão, dando-nos o que há de melhor. Se dependesse da justiça imediata de Deus, aquele povo no deserto poderia ter sido castigado pela incredulidade. Eles reclamaram, duvidaram e testaram a Deus. Mas o que Deus fez? Ele respondeu com graça. Deus disse a Moisés que ferisse a rocha que prefigurava Cristo, e da rocha saiu água para todo o povo. O texto diz: “Moisés fez como o Senhor havia mandado e bateu na rocha. A água saiu dela, e o povo bebeu.” (Êxodo 17.6, NTLH). Esse milagre aponta para algo ainda maior. Já no Novo Testamento quando o lado de Jesus foi ferido pelos soldados, enquanto conferiam se ele estava realmente morto na Cruz, diz o texto de João 19.34 – (NTLH): “Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água.”
Se aquela água matou a sede do povo, agora de Cristo, somos salmos para a Eternidade. Água e Sangue vertidos de Cristo apontam para quem tem disso salvador do povo. Ela foi uma demonstração da misericórdia de Deus.
Mesmo diante da incredulidade humana, Deus continuou cuidando do seu povo. No Novo Testamento, o apóstolo Paulo explica que a maior prova do amor de Deus aconteceu na cruz. Ele escreve: “Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado.” (Romanos 5.8, NTLH). Isto é a essência do evangelho. Deus não esperou que nos tornássemos perfeitos. Deus não esperou que merecêssemos sua ajuda. Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores. Isso mostra que a salvação é totalmente obra da graça de Deus. Quando o pecador tem sede, Deus não oferece condenação imediata. Ele oferece vida. E essa vida se encontra em Jesus.
Por isto que Jesus é a água viva – No Evangelho de João, encontramos uma das histórias mais bonitas do ministério de Jesus. Ele encontra uma mulher samaritana junto a um poço. Essa mulher também tinha sede. Não apenas sede física, mas sede espiritual. Sua vida era marcada por fracassos e relacionamentos quebrados. Ela carregava culpa, vergonha e solidão. Até parece a nossa vida. Jesus então diz algo extraordinário: “Quem beber desta água terá sede de novo, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede.” (João 4.13-14, NTLH).
Jesus estava falando da vida nova que ele veio trazer. Ele estava falando do perdão dos pecados. Ele estava falando da reconciliação com Deus. Essa é a água viva que Cristo oferece ao mundo.
Me parece que podemos usar-nos de uma simples ilustração para melhor entender isso: Imagine uma pessoa perdida no mar, cercada por água por todos os lados. Ela tem água em abundância, mas não pode beber, porque é água salgada. Se beber aquela água, sua sede vai piorar. Algo parecido acontece com o ser humano. O mundo oferece muitas coisas que parecem satisfazer a alma: riqueza, poder, prazer, fama. Mas muitas dessas coisas funcionam como água salgada. Quanto mais a pessoa beber, mais sede ela sente. Somente a água viva de Cristo pode saciar verdadeiramente o coração humano.
O Evangelho é incrível em seu registro, pois mostra que quem encontra Cristo se torna testemunha. Diz o texto de João 4.27-30, 39-42 que depois de conversar com Jesus, aquela mulher samaritana teve sua vida transformada. O texto diz que ela deixou o seu cântaro (equivalente a um balde) e correu para a cidade. Ela disse às pessoas: “Venham ver um homem que disse tudo o que eu tenho feito.” (João 4.29, NTLH). Mas quem faz isso? Só pode ser alguém que agora encontrou a paz do corpo e alma. O relato é maravilhoso e muito propício, pois ela não fez um discurso teológico complicado. Ela simplesmente contou o que Jesus havia feito em sua vida. E o resultado foi impressionante. E é isso que eu e vocês também devemos fazer hoje após o culto. Após o encontro com Jesus. Falar sobre ele e que já fez por nós.
O evangelho diz: “Muitos samaritanos daquela cidade creram em Jesus por causa do que a mulher tinha dito.” (João 4.39, NTLH).
Depois de ouvirem o próprio Jesus, eles disseram: “Agora não é mais por causa do que você disse que nós cremos, mas porque nós mesmos o ouvimos e sabemos que ele é de fato o Salvador do mundo.” (João 4.42, NTLH)
Esse é o efeito da água viva. Quem encontra Cristo não consegue guardar isso apenas para si. Ele fala. Ele testemunha. Ele convida outros a conhecerem o Salvador.
Eis alguns fatos: Primeiro – o ser humano vive com sede espiritual. Muitas vezes essa sede se manifesta em inquietação, medo, vazio ou incredulidade. Segundo – Deus responde a essa sede com graça. Assim como fez sair água da rocha no deserto, Deus oferece vida ao pecador. Terceiro – essa vida está em Jesus Cristo. Como diz a Palavra de Deus: “Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado.” (Romanos 5.8, NTLH). E todo aquele que crê em Cristo recebe a água viva. Recebe perdão. Recebe paz com Deus. Recebe vida eterna. Por isso, o convite da Palavra de Deus continua válido hoje: “Se hoje vocês ouvirem a voz de Deus, não sejam teimosos.” (Salmo 95.7-8, NTLH). Não endureçam o coração. Venham a Cristo. Bebam da água viva. E encontrem nele a vida que nunca termina. Quando o pecador tem sede, Deus oferece vida. Em nome de Jesus. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 8 de março de 2026 8 de março de 2026
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Por Rev. André Buchweitz Plamer
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