- Você está com desgaste de acetábulo, Mariana!
- O que?
O médico explica melhor: - Desgaste no quadril.
“Caramba não tinha um nome mais fácil?”
Ele continua explicando: - O desgaste do quadril ou a famosa artrose no quadril é um problema bem frequente e limitante.
- E eu não sei, Doutor?
Rio.
“De nervoso!”
Ele sorri e eu me calo, para não ser mal educada.
Então, ele continua: - Isso nada mais é do que o envelhecimento da cartilagem, responsável pela movimentação livre e sem dor. Quando ela desgasta, a articulação não funciona mais com liberdade e nem suporta peso, causando dor e restrição de movimento.
- E o que eu faço? Eu só tenho trinta anos.
Ele balança o pescoço para os lados: - Pois é. O normal é acometer pessoas acima dos quarenta e cinco, mas como você é atleta, usou mais da sua cartilagem, entende?
Resmungo: - Então isso é comum para quem faz esportes?
- Sim, Mariana! E você tem todos os sintomas de quem sofre esse tipo de artrose: dor na virilha, rigidez do quadril, perda de mobilidade, dor para levantar do vaso sanitário, para se agachar e colocar o calçado.
Sussurro: - Sim, é verdade.
Ele segue: - Por mais que seja uma atividade simples, colocar um tênis já fica difícil para quem tem esse tipo de artrose. Além disso, algo que você ainda não relatou, mas deve acontecer: dor para subir e descer escadas e para entrar e sair do carro.
- Nem me fale.
“Sinto vontade de chorar ao ouvir todos esses sintomas que já estão fazendo parte da minha vida. Ai, meu Deus!”
O médico continua: - Tem mais: sensação de travamento, estalos, diminuição da capacidade de caminhar, diminuição da atividade sexual e desânimo para realização das atividades diárias.
Eu o interrompo com certa rudeza, sem pensar: - E quantos destes sintomas eu preciso ter para indicação de cirurgia?
Ele pigarreia, põe a mão na boca e fica me olhando alguns segundos, antes de responder: - Mas você quer fazer cirurgia?
Estalo os olhos: - Claro que não, mas se for o último caso, já considero fazer, não aguento mais!
Ele faz sinal de calma com as mãos: - Espera. Não existe um número específico de sintomas que defina o momento exato de fazer uma cirurgia de prótese de quadril. Não dá para saber ainda, se já é o seu caso.
Me sinto nervosa: - Mas como é que eu vou saber, então, Doutor?
Ele se movimenta na cadeira: - Vamos tentar o tratamento conservador primeiro, com mudança dos hábitos que causam a dor, orientação postural…
Pergunto, bem desanimada: - Não caminhar e fazer RPG?
- Sim. E ou pilates!
- Hum.
Não faço cara de contente e ele prossegue: - Uso de analgésicos, anti-inflamatórios e acupuntura.
Suspiro: - Acupuntura… Então existe uma chance?
- Sim, se não funcionar, só depois disso seguimos para a cirurgia.
Meu coração parece que vai parar.
“Eu não quero por prótese, meu Deus! Não quero! Me ajuda!”
Naquele dia, eu fui embora do consultório muito triste, mas tentando ter esperança com o tratamento.
Só que meses depois, a situação não tinha mudado quase nada. Nem quis voltar naquele médico, procurei opções alternativas e acabei lendo um artigo sobre células-tronco numa revista e quase dei um pulo da cadeira, no dia que isso aconteceu: - Meu Deus! É isso! As células-tronco renovam a cartilagem do quadril!
Eu praticamente chorei quando descobri que tinha uma luz no fim do túnel.
Não demorou muito e eu me consultei com o Doutor Tércio Rocha, indicado por um amigo que jurou ter a vida totalmente transformada pelas células-tronco.
“Será?”
Eu estava mais do que esperançosa: - Quero as células-tronco já, Doutor!
Ele ri: - Calma, Mariana, as células tronco vem de avião, precisamos comprar e agendar!
- Eu quero o mais breve possível!
E assim foi!
Uma semana depois, eu estava fazendo minha primeira aplicação de células-tronco via endovenosa e local, no que o Tércio chama de técnica sanduiche. Além de chamar as células de Partículas Divinas!
“Eu vou sarar, meu Deus. Eu vou sarar!”
Em poucas semanas, percebi a minha vida mudar totalmente. Isso porque a dor passou logo após a aplicação local, não totalmente, mas começou a desparecer ali. - Não é possível, meu Deus!
Era tão bom, que eu mesma custava a acreditar!
O sono melhorou e até a pele e o cabelo!
Em um mês eu voltei a fazer caminhadas, sem dor! Minha alegria pela vida voltou! E com o passar dos meses, fui voltando a fazer outros esportes, gradativamente, controlando a dor e meus limites nesse processo todo.
A melhora veio de dentro para fora. A dor sumiu! A beleza e musculatura ficaram melhores do que antes, coisa que eu nem esperava. E depois, meu humor melhorou demais, porque eu tinha liberdade outra vez.
Acabei levando outra amiga para conhecer o Doutor Tércio.
“Não tem preço que pague me sentir viva outra vez!”
Todos os médicos tradicionais disseram que o desgaste da cartilagem do quadril é irreversível, ou seja, não tem cura.
E eu simplesmente estou aqui.
Dou alguns passos e estico os dois braços para cima.
Dou um salto no trampolim e mergulho na piscina.
“Viva, outra vez! Bem viva!”
As Partículas Divinas, as células-tronco existem e estão aí para mudar a forma como você se cuida, se trata e compreende a medicina.
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Doutor Tércio Rocha, especialista em Medicina Regenerativa
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O livro “Partículas Divinas, uma trajetória médica e de vida entrelaça às células-tronco!” de Tércio Rocha está disponível no site https://loja.literarebooks.com.br/ e nas melhores lojas e livrarias do Brasil.
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