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A Gazeta do Amapá > Blog > Brasil > Lula lembra prisão em Curitiba e chora ao discursar na cerimônia de diplomação
Brasil

Lula lembra prisão em Curitiba e chora ao discursar na cerimônia de diplomação

Redação
Ultima atualização: 22 de dezembro de 2023 às 15:10
Por Redação 3 anos atrás
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Nesta segunda-feira (12), o presidente eleito Lula e o seu vice, Geraldo Alckmin, foram diplomados pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. 

Durante o seu discurso, o presidente eleito chorou ao se lembrar do período em que esteve preso em Curitiba e também ao recordar o momento em que se emocionou, em 2002, em sua primeira diplomação, ao dizer que o seu primeiro diploma era de presidente da República.
 

“Em primeiro lugar quero agradecer ao povo brasileiro pela honra de presidir pela terceira vez o Brasil. Em minha primeira diplomação, em 2002, lembrei ousadia do povo brasileiro em conceder para alguém tantas vezes questionado por não ter diploma universitário, um diploma”, disse enquanto chorava. “Esse diploma é do povo que reconquistou o direito de viver em democracia. Vocês ganharam esse diploma”, acrescentou.

Segundo ele, com sua eleição, o “povo reconquistou direito de viver em democracia”.

“A democracia não nasce por geração espontânea. Ela precisa ser semeada, cultivada, cuidada com muito carinho por cada um, a cada dia, para que a colheita seja generosa para todos. Mas além de semeada, cultivada e cuidada com muito carinho, a democracia precisa ser todos os dias defendida daqueles que tentam, a qualquer custo, sujeitá-la a seus interesses financeiros e ambições de poder. Felizmente, não faltou quem a defendesse neste momento tão grave da nossa história.”


 

Para que a diplomação ocorra, é necessário que todos os votos das urnas já tenham sido apurados, que os partidos tenham prestado as contas dos recursos de campanha e o fim do prazo para a contestação dos resultados.

No diploma que será entregue pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, constará o nome do candidato, seu partido e o cargo para o qual foi eleito. Com o diploma em mãos, Lula e Alckmin poderão tomar posse no dia 1º de janeiro de 2023.

A cerimônia conta com a participação de autoridades como o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber.

Por conta das condições atípicas no pleito deste ano, a diplomação conta com um esquema de segurança reforçado, com atuação de oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal e da Polícia Federal.

As vias que dão acesso ao tribunal serão fechadas e só terão liberado o acesso os servidores da Corte Eleitoral e os convidados credenciados. Um esquadrão antibomba fará uma varredura no perímetro externo e na área interna do TSE.

Prevista inicialmente para o dia 19 de dezembro, a diplomação foi adiantada em busca de arrefecer os movimentos antidemocráticos. A mudança de data não altera em nada juridicamente, sendo apenas uma questão formal.

Em seus dois primeiros mandatos, Lula foi diplomado no dia 14 de dezembro. No Twitter, o presidente eleito destacou que sua terceira diplomação será a “última cerimônia antes da nossa posse”.

Lula havia se comprometido a anunciar seus ministros somente após a diplomação. No entanto, na última sexta-feira (9), anunciou os nomes que chefiarão Pastas consideradas “sensíveis” pelo futuro governo.

Foram anunciados  Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Rui Costa (Casa Civil), Flávio Dino (Justiça) e José Múcio (Defesa). O presidente eleito afirmou que anunciará uma nova leva de ministros após a diplomação.
 

Com informações do Congresso em Foco

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Redação 22 de dezembro de 2023 12 de dezembro de 2022
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