As investigações demonstram que os integrantes dessa organização agem através de vendas fraudulentas de lotes e terrenos em várias regiões de Macapá.
As vítimas são atraídas por meio de anúncios em redes sociais e aplicativos de compra e venda, que realizam pagamentos pensando estarem adquirindo bens imóveis de forma lícita. Estima-se que os criminosos, utilizando nomes e documentos falsos, tenham auferido cerca de $ 1.000.000 (um milhão de reais) em vantagens ilícitas e transferências bancárias realizadas por mais de 20 vítimas. A ação, que é coordenada pelos Delegados Manoel Pacheco e Antônio Pedro, conta com o apoio de outras Delegacias da Capital, de Delegacias Especializadas, da Divisão de Capturas, da Delegacia de Vitória do Jari e do Núcleo de Apoio à Investigação do Baixo e Médio Amazonas em Santarém/PA.

