Apesar da chuva, familiares e amigos do tenente Kleber dos Santos Santana, 42 anos – assassinado no último dia 24, por um colega de farda após discusão no trânsito – fizeram na manhã desta terça-feira (15), uma manifestação em frente ao Ministério Público do Estado do Amapá pedindo Justiça.
Eles desejam que seja decretada a prisão do major da reserva da Polícia Militar, Joaquim Pereira da Silva, que responde em liberdade pelo crime.
Entenda o caso
O crime ocorreu no dia 24 de fevereiro, no cruzamento da Avenida Cora de Carvalho com a rua Odilardo Silva, no centro da capital. Foram efetuados quatro disparos que atingiram o para-brisas e a lataria traseira do carro do tenente.
A primeira versão, contada por testemunhas, é de que a vítima e acusado teriam iniciado uma discussão no trânsito momentos antes e quando chegou no cruzamento, o major teria desembarcado e após novo embate efetuou quatro disparos que atingiram o para-brisas e a lataria traseira do carro da vítima.
Já o major alega que agiu em legítima defesa e que a vítima teria apontado uma arma para ele.
O delegado responsável pelo caso, Luiz Carlos, disse que as investigações estão em andamento e que já recolheu vídeos de câmeras de seguranças da rua para confrontar com a versão do major.
Em liberdade
24h após ter matado a tiros o tenente Kleber dos Santos Santana o major da reserva da Polícia Militar, Joaquim Pereira da Silva, acompanhado do advogado Charles Bordalo, se apresentou no Ciosp do Macapaba. Como não havia mandado de prisão contra ele, prestou depoimento, apresentou a pistola .40 usada para matar o tenente e foi liberado.

