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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “CORAÇÕES ARDENTES E VIDAS TRANSFORMADAS PELO CRISTO RESSUSCITADO.”
Rev. André Buchweitz Plamer

“CORAÇÕES ARDENTES E VIDAS TRANSFORMADAS PELO CRISTO RESSUSCITADO.”

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 19 de abril de 2026 às 05:25
Por Rev. André Buchweitz Plamer 4 dias atrás
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Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Macapá – Congregação Cristo Para Todos; também atua como Missionário em Angola e Moçambique | Foto Arquivo Pessoal
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Queridos irmãos e irmãs em Cristo, “(5) O Senhor é bondoso e fiel; o nosso Deus tem compaixão de nós. (6) O Senhor protege os que não podem se defender. Quando eu estava em perigo, ele me salvou. (7) Meu ser inteiro, continue confiando em Deus, o Senhor, pois ele tem sido bom para mim! (Sl 116.5-7)”
Para muitos a Páscoa já é data do passado, mas para a igreja Cristã, nós seguimos caminhando no tempo da Páscoa, continuamos com os olhos e corações espantados pelo terror da Sexta-feira Santa, mas acima de tudo egrégios, isto é, maravilhados com o poder da Ressurreição. Estamos em um tempo em que a Igreja não apenas relembra, mas proclama com alegria e convicção: Cristo ressuscitou!
Essa verdade não é apenas uma doutrina que afirmamos com os lábios, mas uma realidade que transforma profundamente o coração humano. Pois as pessoas que são alcançadas com o poder do Perdão gratuito concedido por Deus em Cristo e a ação do Espírito Santo que nos move a agir. Isto é preciso ser compreendido como um ato real. Vidas transformadas, pela Palavra não voltam para seu momento estático ou permanecessem neste momento. Deus nos transforma para sempre, e nos transforma para não voltarmos aos nossos caminhos de loucura. Até mesmo a filosofia pagã, precisa reconhecer que isso é um fato, que os dias se vão e que a vida se esvai e muda radicalmente. Por exemplo, o filósofo Heráclito que viveu aproximadamente entre 540 a.C. e 480 a.C., e seus escritos datam por volta de 500 a.C.. teve de reconhecer que “Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio.” Ou seja, estamos em constante mudança. Se em situação normal é assim, agora imagine, quando o Espírito Santo age em nossa vida? Quando o próprio criador vem e age, quem pode resistir? MAS, é preciso que tenhamos o cuidado para que: “(12) Meus irmãos, cuidado para que nenhum de vocês tenha um coração tão mau e descrente, que o leve a se afastar do Deus vivo. (13) Pelo contrário, enquanto esse “hoje” de que falam as Escrituras Sagradas se aplicar a nós, animem uns aos outros, a fim de que nenhum de vocês se deixe enganar pelo pecado, nem endureça o seu coração. (Hb 3.12-13 – NTLH).”
A ressurreição de Jesus não é um detalhe da fé cristã — ela é o seu centro. Sem a ressurreição, não há esperança; sem ela, não há perdão; sem ela, não há vida nova. Mas porque Cristo vive, tudo muda. Mas não tem como viver a ressurreição se as pessoas não ouvirem a palavra. E isso implica diretamente implica em estar na igreja. SIM! É preciso que tenhamos o cuidado de não cair na onde de quem tenho fé, e vivo a minha fé, mas vivo isolado, não existe cristão sozinho isolado, Deus quer o seu povo como luz em cima da mesa para iluminar os outros. Deus não nos escolheu para ser seu servo e ficar em casa em dia de cultos, não existe desculpa cabível para alguém não ir à igreja. Cuidado! Quando sentires o desejo de depois, depois, isso não é obra de Deus, isso é satanás te tentando e fazendo você se afastar de Deus. Dia de culto é na igreja, não há trabalho, festa, que supera a comunhão com a Palavra. Não existe cristão sem igreja. A comunhão é a chave para permanecer em Cristo, e isso acontece de modo simples: Palavra ouvida, gera fé, fé comunhão, comunhão somados a fé gera engajamento, engajamento gera testemunho, testemunho gera missão, missão gera vida ativa no amor transformador de Cristo Jesus.
Pensando neste sentido convido você a caminhar comigo com base dos textos: (Sl 116.1-14 – At 2.14a,36-41 – 1Pe 1.17-25 – Lc 24.13-35). Isto é os textos selecionados neste 3º Domingo de Páscoa nos mostram exatamente isso: quando o Cristo ressuscitado se encontra com pessoas reais, em situações reais, Ele transforma tudo. Ele transforma o desespero em esperança, o medo em fé, a culpa em perdão, e a frieza espiritual em um coração ardente.
Por isso, o tema que nos guia hoje é: “Corações ardentes e vidas transformadas pelo Cristo ressuscitado.” E ao longo desta mensagem, veremos como Deus realiza essa obra em nós, através da Sua Palavra, do arrependimento e da fé, conduzindo-nos a uma nova vida.

  1. Vejamos que coração que clama e aprende a confiar (Salmo 116.1-14): O Salmo 116 nos apresenta alguém que passou por sofrimento profundo, mas experimentou o livramento de Deus. O salmista começa dizendo: “Eu amo o Senhor porque ele me ouve quando eu oro.” (Sl 116.1 – NTLH). Perceba que essa declaração não nasce de teoria, mas de experiência. Ele ama porque foi ouvido. Ele confia porque foi socorrido. Ele continua: “Os perigos da morte me cercaram, o medo do mundo dos mortos tomou conta de mim; fiquei aflito e desesperado.” (Sl 116.3 – NTLH). Aqui vemos um coração humano como o nosso: vulnerável, angustiado, cercado por medos. Quem de nós nunca se sentiu assim? Momentos em que tudo parece desmoronar, em que a esperança parece escapar pelas mãos. Mas o ponto de virada está no versículo seguinte: “Então chamei o Senhor: — Ó Senhor Deus, eu te peço, salva-me!” (Sl 116.4 – NTLH). Esse clamor é essencial. É o reconhecimento de que não podemos nos salvar sozinhos. É o início da fé verdadeira. Não há salvação sem presença da ação do Deus Triúno em nossa vida. E Deus responde: “O Senhor Deus é bondoso e justo; o nosso Deus tem compaixão.” (Sl 116.5 – NTLH). O resultado é transformação: “Ele me livrou da morte, livrou os meus olhos das lágrimas e não me deixou cair.” (Sl 116.8 – NTLH). Esse é o primeiro passo de um coração ardente: ele clama, ele experimenta a graça, e ele responde com gratidão. O pecador arrependido se escandaliza ao perceber que foi ajudado por Deus, mesmo não merecendo e impulsionados pela ação do Espírito Santo proclama a Cristo como o seu maior benfeitor. Por isso o salmista pergunta: “Que posso eu oferecer ao Senhor por tudo o que ele tem feito por mim?” (Sl 116.12 – NTLH).
    Essa pergunta nos leva a refletir: o que temos oferecido a Deus em resposta à Sua graça? Nossa vida reflete gratidão? Ou ainda vivemos como se nada tivesse acontecido? Que possamos dizer com sinceridade: Nada tenho a oferecer a Deus a não ser esperar Nele dia e noite.
  2. Essa afirmação deve naturalmente ser confirmação de que o nosso coração foi e é confrontado e transformado pela Palavra diariamente (Atos 2.14a,36-41): Com isso, se por um lado o Salmo nos mostra um coração que clama, Atos nos mostra um coração que é confrontado. Lembra do texto de atos, lá Pedro, cheio do Espírito Santo, se levanta e proclama com ousadia: “Deus fez Senhor e Messias a este Jesus que vocês crucificaram.” (At 2.36 – NTLH). Essa mensagem é direta e desconfortável. Ela revela a verdade sobre o pecado humano. Aqueles ouvintes não eram apenas espectadores — eles eram culpados. Assim como você e eu. E o efeito da Palavra foi imediato: “Quando ouviram isso, ficaram muito aflitos…” (At 2.37 – NTLH). Qual é a sua atitude agora? A expressão indica que foram profundamente atingidos. O coração foi “traspassado”. Isso é obra do Espírito Santo. Eles perguntam: “Irmãos, o que devemos fazer?” (At 2.37 – NTLH). Essa é a pergunta de um coração despertado. Um coração que já não pode continuar como antes. Pedro responde: “Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para o perdão dos seus pecados…” (At 2.38 – NTLH). Aqui está o caminho da transformação: arrependimento e fé. E o resultado é impressionante: “Naquele dia quase três mil pessoas foram batizadas.” (At 2.41 – NTLH). De uma multidão indiferente surge uma comunidade viva de fé. E aí o que tens feito ao ouvir a Palavra? Tens ficado quieto ou falado da Obra de Jesus por você? Isso nos ensina algo fundamental: o coração só arde de verdade quando é confrontado pela Palavra de Deus. Não há transformação sem arrependimento. Não há nova vida sem reconhecer o pecado.
  3. Com isso um coração redimido agora é chamado a viver de forma santa (1 Pedro 1.17-25): O apóstolo Pedro, mais tarde, escreve aos cristãos lembrando-lhes quem eles são agora em Cristo. Ele diz: “Vocês sabem o preço que foi pago para que vocês fossem libertados… foi o sangue precioso de Cristo.” (1Pe 1.18-19 – NTLH). Aqui está a base de tudo: fomos comprados. Não pertencemos mais a nós mesmos. Isso muda nossa identidade. Não somos mais definidos pelo passado, pelo pecado ou pelo mundo. Somos redimidos. E essa redenção tem consequências práticas: “Agora que vocês foram purificados… amem uns aos outros com todo o coração.” (1Pe 1.22 – NTLH). A fé verdadeira produz amor verdadeiro. Um coração transformado se torna um coração que ama. Pedro também nos lembra da fragilidade da vida: “Toda pessoa é como a erva… mas a palavra do Senhor dura para sempre.” (1Pe 1.24-25 – NTLH). Tudo neste mundo é passageiro. Mas a Palavra que nos gerou é eterna. Portanto, viver como redimido significa viver com foco no que é eterno. Significa priorizar aquilo que realmente importa.
  4. Então, um coração que arde na presença do Cristo ressuscitado (Lucas 24.13-35), nos leva ao doce Evangelho, onde vemos essa transformação acontecendo de forma viva e concreta. Dois discípulos caminham para Emaús. Estão tristes, desanimados, frustrados. Eles dizem: “Nós esperávamos que fosse ele quem ia libertar o povo de Israel.” (Lc 24.21 – NTLH). A esperança deles estava quebrada. Eles não entenderam a cruz. Quantas vezes também somos assim? Criamos expectativas, e quando as coisas não acontecem como queremos, nos frustramos, nos afastamos, desanimamos. Mas Jesus se aproxima. Mesmo sem ser reconhecido, Ele caminha com eles. Ele ouve. Ele ensina. E o mais importante: Ele explica as Escrituras. Depois, eles dizem: “Por acaso o nosso coração não estava ardendo dentro de nós enquanto ele nos falava?” (Lc 24.32 – NTLH). O coração começa a arder em desejo de cada dia mais conhecer o Cristo, sua obra e queremos entender sua Palavra. No caso dos dois discípulos no caminho de Emaús, o reconhecem, e finalmente, no partir do pão, eles o reconhecem, é o Cristo, o Salvador. Assim a cada Ceia, lá o reconhecemos. E o que acontece? Os discípulos a caminho de Emaús se maravilharam com Cristo. Eles se levantam imediatamente e voltam para Jerusalém. A tristeza dá lugar à alegria. O cansaço dá lugar à disposição. O medo dá lugar ao testemunho. Isso é transformação real.
    Vejamos: Um homem certa vez herdou uma casa antiga. Dentro dela havia uma lareira que há muito tempo não era usada. Um dia frio, ele decidiu acendê-la. Colocou lenha, tentou acender, mas o fogo não pegava. Então percebeu que havia cinzas antigas sufocando qualquer brasa que ainda existia. Ele limpou a lareira, soprou cuidadosamente, e então uma pequena brasa reacendeu. Aos poucos, o fogo cresceu, aqueceu toda a casa e trouxe vida ao ambiente. Assim é o coração humano. Muitas vezes está coberto de “cinzas”: preocupações, pecados, frustrações, distrações. Mas quando Cristo vem, Ele limpa, sopra com Sua Palavra, e reacende o fogo. E aquilo que parecia morto volta a viver. Por isso meus queridos irmãos, o que esses textos dizem para nós hoje? Primeiro: Precisamos ouvir Cristo diariamente – Não basta um contato ocasional. O coração arde quando Cristo fala continuamente conosco por meio da Palavra. Segundo: Precisamos de arrependimento constante – A vida cristã é uma vida de arrependimento diário. Sempre há algo a ser confessado, entregue, transformado. Terceiro: Precisamos viver como redimidos – isto é, você foi comprado por Cristo. Sua vida tem refletido isso? Suas escolhas, prioridades e atitudes mostram que você pertence a Ele? Quarto: Precisamos reacender o coração – Talvez hoje seu coração esteja frio. A boa notícia é: Cristo ainda se aproxima. Ele ainda fala. Ele ainda transforma. E Quinto ponto: Precisamos testemunhar – Um coração ardente não fica em silêncio. Ele compartilha, ele anuncia, ele vive de forma visível a fé. Contudo, meus amigos, o Cristo ressuscitado continua vivo e atuante. Ele continua caminhando ao nosso lado, mesmo quando não percebemos. Ele continua falando por meio da Sua Palavra. Ele continua transformando corações e vidas.
    Hoje, Ele nos convida a algo simples, mas profundo: ouvi-lo novamente. Que possamos abrir o coração, deixar a Palavra agir, permitir que o Espírito Santo trabalhe em nós. E então, como os discípulos de Emaús, possamos dizer: “O nosso coração estava ardendo dentro de nós…” Que esse coração ardente nos leve a uma vida transformada — uma vida de fé, arrependimento, amor e testemunho. Que o Cristo ressuscitado aqueça o seu coração hoje. E que Ele transforme a sua vida completamente. Em nome de Jesus. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 19 de abril de 2026 19 de abril de 2026
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