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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > José Altino > Diálogos da surdez
José Altino

Diálogos da surdez

José Altino
Ultima atualização: 25 de abril de 2026 às 20:17
Por José Altino 8 horas atrás
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No crepúsculo que me encontro, nada mais me constrange dizer que também dou vida a um porqueira de câncer ridículo, no espinhaço. Se a idade e os tempos faziam com que andasse um tanto alquebrado e curvado, danou-se, tenho parecido uma letra cê que se movimenta olhando o chão para não “trupicar”. (Adoro uma mineirice…seu falado “mineirês” então, não perco oportunidade).
Mesmo assim, meio feio, meio só, para atender filha das mais novas, a penúltima da cambada toda, resolvi a trancos e cuidados acompanhá-la com seu “fiancê”, junto a outra filha do meio de meus casórios, (também tenho) a uma viagem à California, Los Angeles, Las Vegas em Nevada de onde hoje escrevo. Daqui, vamos ali no Nova York, como diz o povo de minha terra. Esta história está ficando muito comprida, depois conto o resto.
Mas, apesar disso, está sendo diferente. Procurando sempre não ter dó nem pena de mim mesmo, presto uma “puta” atenção em tudo que me arrodeia.
E por estar aqui, outra gente, outra cultura, outros hábitos e comportamentos, constatei uma verdadeira identificação a nível de toda a humanidade. A facilidade com que todos, mas todos, tem permitido se deixarem conduzir, sendo usados sempre, explorados muitos e a tremenda falta de reação a tal uso.
Aqui é terra de e do jogo. Ao que saiba, o lugar começou a existir por ser o único trecho com poço d’água na imensidão do deserto de Mojave, ao qual os comboios pioneiros se abasteciam.
Em princípio, quando a jogatina era ainda controlada pela mais fina flor da bandidagem norte americana, máfia e outros Corleone’s, a impressão havida era de maior honestidade nas disputas de cartas e roletas. Hoje, a vista dos excessos de exploração, até Deus virou as costas para o homem, envergonhado do imbecil que sua criação se tornou. Incrível, “isto é fantástico”.
E pior que ainda inventaram o “porra” do computador para auxílio no gigantesco assalto que em tudo se tornou. Até no velho 21, Black Jack, tão querido de tanta gente viciada, deram jeito. A banca, não mais com dois baralhos, mas com quatro o que multiplica bastante exponencialmente sua possibilidade em submeter o bobo jogador.
As máquinas caça níqueis, nem mais niqueis aceitam, agora a bocuda chupa uma nota para dentro e se sobrar troco é um papelucho chamado valcher, que acaba levando o besta a jogar outra vez. E como é computador de que chamam de com-puta, a programam infinitamente na manutenção das virgindades delas de nunca darem para ninguém.
O véi cá, nem tanto, mais na moita, observando baixo uma porção de luzes coloridas o fascínio extasiado de tanta gente…e que faz de conta não saber que está sendo literalmente roubada.
Luzes a parte, lembrei mesmo sem sacanagem, de meus colegas de quarto, o povo brasileiro. Pior que os daqui, sabem que vai dar tudo errado, mas continuam deixando assim mesmo… Eita !!!
Uma trágica comédia esse nosso povo. Sabe que são governados por roletas, bacarás e outras espertezas políticas, mas deixam o pau torar. Nem vou dizer que pau seja. Escândalos, cada vez um maior que o outro. Estatizou-se a vigarice.
Ao contrário de tudo já visto até em distantes passados, acontecendo distanciamento de possíveis eleitores, ordens vêm de cima, para comprá-los. Com bolsas viciantes, energia, flatulências para cozinharem e que lhes deem vales de tudo que se pensar. Ah sim, vedado dar-lhes cultura, para que nunca percebam que nossa compra leva deles a necessária liberdade da vontade e dignidade.
Tenho para mim, pela visão educadora de Las Vegas, que temos que desmanchar tudo e a tudo, recomeçarmos outra vez. Até quanto a fujona vergonha, inda que por condenações, coisa que saudosistas não gostam, temos que fazê-la acontecer.
A começar deste tão indecente aplicado, pacto federativo. Para dizer a verdade nem se sabe mais o que seja isso. Perguntem por aí para vocês verem. Vai ser uma correria ao telefone para no Google saberem o que seja, pacto federativo.
Ao escrever acontecia no Brasil um feriado. Algo que a Nação, paralisada, paga altíssimo por sua instituição. E paradoxalmente algo que parecem nem saberem que a paga sairá deles próprios, que irão passar o dia na bagaceira e Tiradentes que se f… prá la.
“Eruditos”, artistas então, se aproveitam para faturem shows nestes tais folguedos e ainda pregarem novos costumes de machos, fêmeas, os dois embolados passando a três, negros, originários exigentes e outras verdades totalmente imprestáveis. Adoram reclamar da “ditadura” militar e como gostam…Isso mesmo com o Congresso funcionando e a eles se ajuntando na criação do maior partido político do mundo, Eita de novo…
Na continuidade, agravando, crias da modalidade internetiana, fustigados pela militância política, sem nenhum apelo à vacina anti-rábica, vão se destratando, perdendo sempre de vista os verdadeiros interesses da Nação, sua história, cultura e exemplos vividos por outras gerações logo ali atrás.
Parece não lembrarem, que ditatura realmente existiu, mas aquela do baixinho que amarrou seu cavalo num obelisco no Rio de Janeiro, então capital federal e na conivência de políticos de plantão, que se borraram todos.
E foi assim que Getúlio Vargas, aquele amante equino do pirulito, derreteu a federação e de Estados Unidos passamos todos a servidão de prejudiciais centralizações no poder, da economia e merdas maiores, como a de hoje envolvendo a justiça.
A subserviência e vassalagem das unidades “federadas” é absurda. Seus governadores e “otoridades” transformados em verdadeiros bufões. Só servindo mesmo para aumentarem o custo das pilhagens daqueles a quem nada devem a ninguém.
Interessante lembrar, que nosso Exército Nacional nenhuma outra revolução fez, salvo esta polemica, que tanto citam. Todas as outras foram promovidas pelos estados e seus aparatos de segurança patrimoniais e à vida. Isso quer dizer suas forças polícias.
Mas, também governadores e mesmo membros participantes eram de outros tempos de homens.
Nestes momentos, comunicadores, tvs, ignorantes interneteiros e mesmo políticos idiotizados por tantas “emendas” que apenas remendam moralmente escusos desejos de governantes maiores, tem que entender é que precisamos urgentemente circular pelas ruas da inteligência e do saber, buscando soluções em uma nova Constituinte para reparos tantos a erros cometidos tão prejudiciais a Estados Federados. Cada um a sua maneira e de alguma forma.
E que desta vez, ela venha acompanhado dos senhores governadores estaduais que tão omissos o foram na tal da “discordar é possível, descumpri-la jamais”. Frase bonita em ouvir, que não adiantou bos.. nenhuma, com a abertura que um dito supremo a ela interpreta proferindo que ela quis dizer não aquilo que está escrito, mas aquilo da necessidade dos “parças”.
Atravessando momentos de severas reflexões, pelas experiencias de vida, voos em largos horizontes, conhecimentos de metrópoles, selvas sem fim e porque não também com idade, boa conselheira, acredito mesmo ser este o caminho. União fortalecida por estados fortes, estáveis, possuidor de seus bens naturais, valores e heróis próprios reverenciados.
E bem mais que nunca, que lhes sejam seus, educação, justiça e castigos da lei. Principalmente fazendo estar mais próximos políticos representantes e representados.
Mais, refletindo nessa Nação, terra de Lincoln e vista como esteio da democracia mundial, é esperar jamais termos como solução, como ela o fez, em passados não tão longínquos, práticas de assassinatos políticos ao contra ponto de desgostos e desencantos à seus líderes…
Porém, diferente de Las Vegas, um esplendor destruidor de fortunas, no Brasil, não só riquezas, mas gerações são perdidas.
Melhor mesmo, apesar de sermão a surdos não pedido, seria uma nova CONSTITUIÇÃO FEDERAL, descentralizadora, com maior liberdade às unidades, ponderada, equilibrada e livre de interesseiras interpretações,

BH/GV/Macapa-26/04/2026

Jose Altino Machado

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