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Rev. André Buchweitz Plamer

PERMANECE FIEL: ANUNCIA A PALAVRA, POIS O SENHOR REINA

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 25 de abril de 2026 às 20:18
Por Rev. André Buchweitz Plamer 6 horas atrás
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Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Macapá – Congregação Cristo Para Todos; também atua como Missionário em Angola e Moçambique | Foto Arquivo Pessoal
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Amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. “Como é bonito ver um mensageiro correndo pelas montanhas, trazendo notícias de paz, boas notícias de salvação! Ele diz a Sião: “O seu Deus é Rei!” (Is 52.7 – NTLH)”. A mensagem do evangelho, isto é, a Boa notícia é clara, verdadeira e profunda. A igreja é chamada a estar em marcha, caminhada, mas um ir, constante, não há espaço para recuar. É imprescindível que todos, andem, sigam em frente, a caminhada da fé é uma caminhada constante. Uma caminhada que nos leva ao centro da missão, levar Boa Nova, a mensagem que salva.
Neste sentido, hoje queremos meditar no nesta de modo direto, urgente e profundo fato de que na nossa caminhada de fé, não dá para voltar-se ao mundo depois de termos sido salvos e selados pelo Sangue de Jesus Cristo, que morreu por nós. Eis o tema oportuno: Permanece Fiel: Anuncia a Palavra, pois o Senhor Reina.” Que Deus Espírito Santo nos ajude. Amém!
Iremos meditar com base nos textos de: Sl 146; Is 52.7-10; 2Tm 4.5-18; Mc 16.14-20. Esses textos que ouvimos hoje nos colocam diante de três grandes verdades que caminham juntas: Deus reina soberanamente, Ele trouxe salvação ao seu povo, e Ele nos envia a anunciar essa salvação ao mundo — com fidelidade, mesmo em meio às dificuldades. Vamos caminhar por esses textos em nossa mensagem de hoje, deixando que eles moldem o nosso coração, a nossa fé e a nossa prática como Igreja. Que Deus nos ajude!
Pois, se o SENHOR REINA — ENTÃO, NÃO CONFIE EM HOMENS, MAS EM DEUS (Salmo 146). O Salmo 146 começa com um convite à adoração, o Salmista diz: “Aleluia! Louvem a Deus, o Senhor! Louvarei o Senhor toda a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto viver.” (Sl 146.1-2 – NTLH).
Mas logo em seguida, o salmista nos dá um alerta extremamente importante: “Não confiem em príncipes nem em seres humanos, que não podem salvar.” (Sl 146.3 – NTLH). O mesmo alerta que também Jeremias faz: Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor! (Jr 17.5 – NTLH).
Aqui está uma verdade que atravessa toda a Escritura: não coloque sua confiança final em pessoas. Isso vale para governantes, líderes, amigos — e até mesmo para pessoas dentro da igreja. Cuidado! Tenho visto pessoas confiarem nas fracas mãos de pessoas, e depois ficarem de queixo caído, por se decepcionarem. Lembre-se: Pessoas falham. Pessoas mudam. Pessoas abandonam caminhos. Pessoas, por melhores que sejam, não podem salvar.
O salmista continua dizendo: “Feliz aquele que recebe ajuda do Deus de Jacó, aquele que põe a sua esperança no Senhor, seu Deus.” (Sl 146.5 – NTLH).
Deus é fiel. Deus reina. Deus não falha. E mais: esse Deus que reina é um Deus que age: “Ele faz justiça aos que são explorados e dá comida aos que têm fome. O Senhor Deus liberta os prisioneiros.” (Sl 146.7 – NTLH). Veja: o reinado de Deus não é abstrato. Ele age na história. Ele salva. Ele sustenta. Ele cuida. Intervém com amor e justiça na nossa vida. Deus intercepta os planos dos maus para cuidar dos seus. Deus não aceita barganhas para agir, Ele age pelo fato de realizar a sua boa e santa vontade em nosso favor.
Por isso, o fundamento da nossa fidelidade não está em pessoas, mas em Deus. As pessoas como já falamos, mudam, Deus permanece justo, fiel, incorruptível. Com essas verdades já começamos a nos preparar para o restante dos textos: Se Deus reina, então sua salvação será anunciada. Se Deus reina, então sua Igreja tem uma missão. Eu tenho uma missão, você, nós todos. Por isso o Cristo Para Todos.
Todavia, para que Cristo Seja para Todos é preciso que tenhamos uma boa mensagem, e por isso que a doçura da nossa mensagem não é uma mensagem qualquer, mas é aquela que anuncia a SALVAÇÃO (Isaías 52.7-10), e essa mensagem dá dignidade ao mensageiro, pois ele não se anuncia a si mesmo, mas anuncia ao Cristo Ressuscitado.
O profeta Isaías nos leva a um cenário de esperança: “Como é bonito ver os mensageiros trazendo boas notícias, as notícias de paz! Eles anunciam a salvação e dizem a Sião: ‘O seu Deus reina!’” (Is 52.7 – NTLH).
Aqui está o coração do Evangelho: Deus reina — e por isso há salvação. O povo de Israel estava em sofrimento, em exílio, em dor. E então vem o anúncio: “Seu Deus reina!” E isso muda tudo. Não é apenas uma mensagem política, não é apenas um consolo emocional — é a declaração de que Deus está agindo para salvar.
E note algo muito bonito: Isaías chama de “bonitos” os pés daqueles que anunciam essa mensagem. Por quê? Porque não existe nada mais precioso do que levar a mensagem da salvação a quem precisa ouvir. Hoje essa missão é minha, nossa, todos são servos, alguns sem juízo acham que isso é função do pastor apenas. Estão errados, e só irão entender quando calçarem os pés com coragem e irem para o campo da semeadura do Evangelho.
E essa mensagem não ficou no Antigo Testamento. Ela se cumpre plenamente em Jesus Cristo. O texto continua: “O Senhor Deus mostrou o seu poder santo diante de todas as nações, e o mundo inteiro verá que o nosso Deus salva.” (Is 52.10 – NTLH). Essa salvação não é só para um povo. É para o mundo inteiro. E isso nos leva diretamente ao Evangelho.
Com isso é preciso ir, pelo mundo, é preciso enquanto vivemos pregar o evangelho, isso é a missão da igreja, e é a nossa missão, então, não podemos arrumar desculpas para mostrar os frutos da vida que Cristo nos deu. A Igreja está e missão e vai em missão até a consumação dos séculos (Marcos 16.14-20). No Evangelho de Marcos, vemos Jesus ressuscitado encontrando seus discípulos. E o texto começa de forma muito honesta:
“Por último Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto eles estavam comendo. Ele os repreendeu pela falta de fé e pela teimosia.” (Mc 16.14 – NTLH).
Veja: os discípulos não eram heróis perfeitos. Eles tinham dúvidas. Eles tinham medo. Eles eram falhos. Mesmo assim — e isso é fundamental — Jesus os envia. “Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas.” (Mc 16.15 – NTLH).
Essa é a missão da Igreja. Não é uma sugestão. Não é opcional. É um mandato. E perceba: Jesus não diz “apenas alguns vão”. Ele entrega essa missão à sua Igreja. Isso inclui pastores? Sim.
Mas não apenas pastores. A missão não é obra exclusiva do pastor — é de todo o povo de Deus. Ou seja, você tem um papel muito importante a cumprir no sacerdócio universal, não precisamos arrumar desculpas, mas trabalhar e os frutos Deus os dará. Cada cristão é chamado a ser testemunha. Cada cristão participa da missão. Cada cristão tem um papel. Alguns pregam publicamente. Outros ensinam. Outros ajudam. Outros sustentam. Outros oram. Mas todos participam. E o texto termina com uma promessa maravilhosa: “Os discípulos saíram e anunciaram o evangelho por toda parte; e o Senhor os ajudava e, por meio de milagres, provava que a mensagem deles era verdadeira.” (Mc 16.20 – NTLH).
Quem sustenta a missão? O Senhor Jesus Cristo. Ele faz tudo. Quem dá frutos? O Senhor. Quem confirma a Palavra? O Senhor.
Essa fidelidade de do Senhor, se nos anima a permanecer fiel — MESMO QUANDO OUTROS DESISTEM (2 Timóteo 4.5-18), e infelizmente, muitos são fogo de palha, desistem recuam na primeira oportunidade. Que Deus nos ajude a não fugirmos do nosso compromisso. O texto de (2 Timóteo 4.5-18), nos leva a um fato bem pessoal desafiador da fé cristã. O apóstolo Paulo escreve a Timóteo, seu discípulo, e diz: “Quanto a você, seja moderado em tudo, suporte os sofrimentos, faça o trabalho de um evangelista e cumpra bem o seu dever como servo de Deus.” (2Tm 4.5 – NTLH).
Aqui está o chamado: permanece fiel. Mas Paulo não fala isso de forma teórica. Ele fala a partir da própria vida: “Quanto a mim, a hora de ser sacrificado já chegou, e já é tempo de deixar esta vida.” (2Tm 4.6 – NTLH). E então vem uma das declarações mais bonitas da Escritura: “Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé.” (2Tm 4.7 – NTLH). Esse é o alvo: conservar a fé até o fim. Mas Paulo também revela uma realidade difícil: “Demas me abandonou porque ama as coisas deste mundo.” (2Tm 4.10 – NTLH). E mais: “Na minha primeira defesa, ninguém me ajudou; todos me abandonaram.” (2Tm 4.16 – NTLH). Aqui está um ponto que precisamos ouvir com seriedade: Nem todos que parecem confiáveis permanecem na fé.
Pessoas podem abandonar o Evangelho. Pessoas podem desistir. Pessoas podem decepcionar. Por isso, o Salmo já nos alertava: não confie em homens como base final. Mas Paulo também nos dá o consolo: “Mas o Senhor ficou comigo e me deu forças.” (2Tm 4.17 – NTLH). E aqui está o centro de tudo: Deus permanece fiel, mesmo quando pessoas falham.
Aqui, cabe uma boa ilustração: Em uma congregação, havia uma família considerada exemplo de fé — sempre presente, ativa, envolvida. Mas, com o tempo, essa família se afastou da igreja. Isso abalou muitos. Alguns pensaram: “Se eles se afastaram, quem vai permanecer?” Mesmo assim, outros irmãos — simples e muitas vezes discretos — continuaram firmes: ouvindo a Palavra, participando, servindo. E a igreja seguiu. Por quê? Porque ela não estava firmada em pessoas, mas em Cristo. Isso lembra as palavras de Paulo: “Demas me abandonou porque ama as coisas deste mundo.” (2Tm 4.10 – NTLH). Mas também: “Mas o Senhor ficou comigo e me deu forças.” (2Tm 4.17 – NTLH). Aqui está a lição: Pessoas podem falhar. Mas o Senhor permanece. Por isso, independentemente de quem fique ou se afaste, o chamado continua: permaneça fiel e anuncie a Palavra.
Mas o que tudo isso significa para nós hoje? Primeiro: Confie em Deus acima de tudo. Não coloque sua fé em pessoas, estruturas ou aparências. Deus é o único plenamente fiel. Segundo: Permaneça fiel. A fé cristã não é uma corrida curta — é uma caminhada até o fim. Haverá dificuldades, decepções, lutas. Mas permaneça. Terceiro: Envolva-se na missão. A Igreja não é um lugar de espectadores. Não é “o pastor faz”. É “nós fazemos, juntos, como corpo de Cristo”.
Pergunte-se: Como posso servir? Como posso anunciar? Como posso apoiar a missão? Quarto: Esteja atento às realidades espirituais. Nem todos que parecem firmes permanecerão. Isso não deve nos escandalizar, mas nos levar a depender ainda mais de Deus. Quinto: Agradeça. Sim, agradeça. Porque apesar de tudo — Deus tem sustentado sua Igreja.
Por fim, devemos dar sempre graças a Deus, pois se olharmos para a Igreja ao longo dos séculos. Perseguições vieram. Pessoas falharam. Líderes caíram. Mas a Igreja continua. Por quê? Porque o Senhor reina. Porque Cristo vive. Porque o Espírito Santo sustenta. Por isso, hoje também dizemos: Graças a Deus por sua Igreja! Graças a Deus porque o Evangelho chegou até nós. Graças a Deus porque ainda há quem pregue. Graças a Deus porque ainda há quem creia. E mais: Graças a Deus porque Ele nos chama a participar disso.
Amados irmãos, o Senhor reina. A salvação foi anunciada. A Igreja foi enviada. E o chamado permanece: “Permanece fiel: anuncia a Palavra.” Mesmo quando for difícil — permaneça. Mesmo quando outros desistirem — permaneça. Mesmo quando houver decepções — permaneça. E anuncie. Anuncie com palavras. Anuncie com vida. Anuncie com fidelidade. Porque no fim, como Paulo disse: “O Senhor me livrará de todo mal e me levará são e salvo para o seu Reino celestial.” (2Tm 4.18 – NTLH) E a Ele seja a glória para sempre. Amém!

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Rev. André Buchweitz Plamer 25 de abril de 2026 25 de abril de 2026
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