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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > José Altino > O Drible do Futebol e da Política
José Altino

O Drible do Futebol e da Política

José Altino
Ultima atualização: 23 de maio de 2026 às 18:44
Por José Altino 4 horas atrás
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Gente, nem me dei conta, mas é chegado próximo o início da Copa do mundo de futebol. Mês que vem. Oito de Junho.
Também perto, chegando perigosamente por desentendimentos e tamanhas “brigaiadas”, as eleições maiores de nível nacional.
Tudo e todos …iguais…
Um pouco sei o porquê de minha distração quanto aos dois eventos. Desinteresse em assistir telejornais, ler revistas e outras coisas afim. Até do hoje, bastante informativo telefone, tenho refugado. Só dá polícia, sô… Federal então, todo dia e hora. Estão tal qual os sanguinolentos antigos jornais cariocas, onde manchete que jorravam sangue atraía leitores.
Agora, tvs, rádios e jornais, principalmente a global emissora, adoram correr atrás deles para noticiário de primeira hora. Se em perseguição a políticos, banqueiros e sacanas outros é com eles mesmo.
Existem aparelhos que contam quantos estão a assistir transmissões televisivas, mas se botarem quantas vezes aparecem “los federales,” queimarão as máquinas.
Se os lançar candidatos até a síndicos de prédios, estará todo mundo eleito. Se bem que certos partidos existentes na sociedade brasileira não vão ter prazer nenhum em votar neles. São meio doidos, mas nem tanto. Partidos como o P. Comando da Capital, Família do Norte, C. Vermelho trabalharão até contra. Aqueles candidatos que eles elegem, vez por outra, então, estarão até sabotando suas candidaturas.
Pressinto a maior dificuldade na convivência futura, eleitos que seriam, com seus companheiros e pares coleguinhas. Já pensaram, em até olhares trocados? Até revistas em quadrinhos, onde pudessem aparecer os irmãos Metralhas haveriam de sumir.
Certo estou, que o que mais admiraria os “fedecas”, é quanto um política brasileiro ganha. Acredito também que se sentiriam humilhados. Neste ranking, nossos dignos representantes são recordistas mundiais disparados. Dinheiro demais…grana, bufunfa, real, dólar ou euro é com eles mesmos. Seus familiares então, abram espaço que o tesouro la fora é deles. Bem longão das lunetas zoiudas dos agentes da citada força.
E o interessante é que, por ainda nem bem lá chegando ou indo, seus filhotes “empresários” investidores, produzem uma química em se intitularem químicos.
E eu que pensava, sem jamais sentir inveja, que apenas eles com seus ganhos, mordomias e penduricalhos ganhavam tanto. Estava enganado e como!!!
Há longo tempo a meninada que se manifestasse ao poder materno que queria ser jogador de futebol entrava no cacete; mandavam aprender trabalhar. Em dias de agora, evocam até ao poder Divino para que o moleque tenha tal dom, mesmo sendo possível que das escolas saiam apenas a fazer um “O” sentados nus em areia qualquer. E como rezam!!!
Ainda outro dia, lá estava eu em “Belrizonte”, mais precisamente em um hangar do aeroporto da Pampulha, de onde decolara há minutos um deputado federal em um jatinho, quando assisto chegar um jogador de futebol bonitão com linda família. Estava indo embora das Gerais em seu jatão particular.
Parece que o Clube inadimplente não o estava pagando em dia ou descaradamente nem pagando estava. Assim se mandava a jogar em outra praia para outros tolos inocentes. Dinheiro sobrando avião voando…
Porém não pude deixar de refletir de como a vida no mundo e principalmente em nosso país tomou tantos diferentes rumos nas questões de valores e das coisas realmente úteis a humanidade. E como por cá duas atividades sem elos maiores possam ser tão paralelas e convergentes em suas metas. Parece tolice, mas política e o desporto da bola nesse mundão de país são caras dum focinhos d’outros.
A própria imprensa pouco trabalho se da em aprofundar-se em, quanto realmente nos custa o minuto operário de vereador a senador, e pior, nem confiança dar qual seja o minutão do presidente da república. Diferença única do milionário bolas na grama verde que o mundo tem pagado para acontecer.
Nem ao custo nacional das quatro linhas parece haver limites. Mineiramente “pretensão”. Pela descrença na competência de técnicos, este é o título dos ditos nacionais, ninguém se dá conta do investimento de altíssimo risco, tendo em vista tantos ávidos peladeiros, mais a jogarem por dinheiro que pelo gol que defendem, de quanto pagamos ao italiano Carlo Ancelotti. Seu soldo faria neste Brasil do Cristo Redentor um milionário por mês. E para melhor se esclarecer, será que ele recolhe justos impostos do que recebe? Moeda nacional, dólares ou euros?
Ah sim, pode ser que a grana vã com ele, pois ao que foi divulgado, em seu contrato tem uma reza de ter um jato transoceânico para levá-lo em casa uma vez por mês. Nascido logo ali em Reggiollo na Itália, fez-se conhecido, quiçá merecidamente e agora mais que rico que já era.
A começar de Feola ate Scolari, passando pelo barulhento Zagalo, todos, mas todos mesmo, devem estar “putos” em suas últimas moradas, afinal de contas, acreditávamos que ensinávamos, ao mundo o joguinho em fazer a bola chegar aos fundos das redes. Ainda mais que de dez, ganhou cinco, empatou e perdeu outros cinco. Vai dar tragédia e cara…pior que os famosos 7 a 1 de triste memória.
E tal qual nossos políticos em fins de mandato e eleições perdidas dará uma banana para nós. Isso se não nos culpar de falta de garra, sangue ou mesmo beirando o pornográfico “falta de culhões”.
Realmente, o brasileiro não quer saber se bola é redonda ou murcha, tal qual numa mula manca, quer é rosetar. Pari passo, a administração pública, também não interessa se caro ou barato, a questão é puramente se manter no poder, ainda que advenha destruição de nossos maiores valores.
Não tem sido atoa que nunca observamos nossa gente importante de literatos a cientistas, de práticos a engenheiros. Nossas escolhas são terríveis.
Por ter falado em valores poucos sabem ter sido um simples e humilde pernambucano do Recife a inventar o câmbio automático automotivo, hoje com altíssima difusão mundial, um “gringo” o levou embora.
Como também outro pernambucano de la mesmo a mudar toda a comunicação escrita em ordem também mundial ao inventar a máquina de escrever. Um italiano tão sabido e experto quanto Ancellotti também levou embora.
Radio, primeira transmissão, publicada no Estadão, 01/07/1899, assim como o telefone, nem Bell ou o italiano Marconi, em verdade se diga, brasileiros do gaúcho Padre Roberto Landell de Moura. Surpresos???
E nós aqui, passivamente presenciando, aceitando e tolerando a ignorância dos dirigentes nacionais, em bolas, boladas financeiras e nos enganam. E nós Brasil entramos na rota, futeboleiros e políticos e deles ainda a escutar, na cara de pau: olé, olé…
Não foi bem atoa que em 2010 uma engenheira venceu os mares descobrindo meios vantajosos na dessalinização de águas oceânicas, mas naquele ano a mulher de valor reconhecido, foi uma cantora que mais mostrava a bunda. Afinal, dizem, preferência NACIONAL.

BH/GV/Macapá, 24/05/2026

José Altino Machado

Nota: O Brasil provoca sentimento de pena

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